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JESUS SEMPRE EXISTIU?

Sempre existiu. Como se lê em João, capítulo primeiro: "No princípio era o Verbo, e o Verbo estava com Deus, e o Verbo era Deus... o Verbo se fez carne e habitou entre nós". Logo, o Verbo, JESUS, no princípio estava com Deus e era Deus. Então, Deus se fez homem e viveu como homem em nosso meio. JESUS sabia que havia saído de Deus e ia para Deus (Jo 13.3). O próprio Jesus afirmou que voltaria para o Pai e prepararia nosso lugar nos céus (Jo 14.2-4)

"Porque um menino nos nasceu, um filho se nos deu. O principado está sobre os seus ombros, e o seu nome será: MARAVILHOSO, CONSELHEIRO, DEUS FORTE, PAI DA ETERNIDADE, PRÍNCIPE DA PAZ". Isaías 9.6. Uma das mais objetivas afirmações sobre a eternidade de Jesus está em Isaías 9.6:

quarta-feira, 9 de novembro de 2011

DAVI, O LABORIOSO!

Possivelmente não tenha existido homem mais versátil e laborioso do que Davi. Era um sonhador. Responsável pelo que punham em suas mãos. Admirável de zelo. Cercava-se de pessoas de bem.
Davi foi poeta, escritor, compositor, músico, profeta, arquiteto, guerreiro, administrador e rei. Era dotado de múltiplas capacidades. Procurou servir sem interferir. Esteve disposto a morrer para salvar sua pátria e seu rei, Saul.
Nunca se candidatou, mas foi eleito por Deus. Não foi sacerdote, mas cuidou de ordenar a casa de Deus; esteve disposto a edificar o templo, que seu filho Salomão edificaria mais tarde.
O que mais poderia ter atrapalhado Davi seria a personalidade de seu líder, Saul. Homem de coração duro. Interessado em si mesmo. Disposto a eliminar o que o ofuscasse. Desobedeceu a Deus na missão de extinguir os amalequitas. Acumulou para si bens condenados por Deus.
Davi poderia ficar frustrado ao ser perseguido por seu senhorio. Solava para ele lindas melodias de conforto e o respeitava de modo irreparável. Considerava Saul como o ungido do Senhor.
Saul em seus desmandos deixava rasto indigno de ser imitado, mas Davi não copiava isso. Davi estava com seu olhar para o alto. Ele não se escandalizava com o procedimento tão errôneo de seu rei.
Davi tinha mais o que fazer. Enquanto Saul se afundava em seus interesses, Davi escrevia seus Salmos; ensaiava suas músicas na harpa. Se ele ficasse com sua atenção focada em Saul, perderia seu precioso tempo.
Davi foi laborioso. Não discutiu com o espinheiro. Não questionou a permanência de Saul no trono. Isso não lhe cabia. Esperava sua hora, uma vez que já fora ungido rei em lugar de Saul.
As marcas do segundo rei de Israel são inspiradoras. Foi fruto de suas meditações e serviço. Seus auxiliares eram selecionados de acordo com o Salmo 101; sua confiança está esboçada no Salmo 27; e seu fervor, no 132.
Aconselhou Salomão concernentemente ao reinado. Deu a ele as coordenadas da edificação do templo e cooperou com as ofertas recolhidas para tal intento. Foi paciente com seus filhos, embora houvesse entre eles quem lhe ferisse a alma.
Aquele executivo temente a Deus merece ser imitado em sua mordomia. Com toda mestria e notoriedade que lhe eram peculiares, afirmou: Senhor, o meu coração não se elevou, nem os meus olhos se levantaram; não me exercito em grandes assuntos, nem em coisas muito elevadas para mim. Decerto, fiz calar e sossegar a minha alma; qual criança desmamada para com sua mãe, tal é a minha alma para comigo. Espere Israel no Senhor, desde agora e para sempre.
Dormiu em paz com seus ancestrais, pois foi humilde e arrependido de seus pecados. Conseguiu não guardar mágoas de seu próximo e nem imitar exemplos menores de quem quer que seja.

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