Devo, como pastor que sou, responder indagações próprias, inspiradas pelo Espírito Santo ou vindas da aguçada consciência, pelo convívio com Cristo Jesus.Sou um homem realizado como pastor ou só estou ocupando um cargo? Estou consciente da tarefa sublime que é cuidar das almas preciosas (ovelhas) redimidas por Cristo?
De fato meu coração está entregue a obra do redil ou estou dividido? Estou dando ao reino de Deus o tempo que sobra ou me empenho por primeiro operar o pastorado?
Sou zeloso com o nome e unção que recebi do Espírito Santo de Deus? Sou um homem que honra a denominação a que pertenço ou sou um embaraço e mancha? Sou um embaixador ou um perdedor?
Alguém pode provar minha insuficiência moral para ser um sacerdote do Altíssimo? Tenho condição de me levantar com tranquilidade de alma e dizer: Assim como eu fiz façais vós também?
A notoriedade e boas amizades que seriam as maiores benfazejas de um ministro de Jesus Cristo têm se tornado em pedras de tropeço. Ninguém nos julga. Somos tratados como intocáveis. Assim, devemos, com a ajuda do Senhor, justo e misericordioso, esquadrinhar os recônditos da nossa vida pessoal, espiritual para fazer nossas inquirições pessoais.
Sou produtivo? Minha igreja está em crescimento? Há quanto tempo não há um batismo? Minha igreja é bem frequentada? Há pão do céu para alimentá-la ou só conversas sobre o mundo presente?
Zelo do patrimônio da obra? Quanto tempo faz que não dou uma pintura na igreja? E aquele vidro quebrado do vitral, aquela lâmpada queimada, oh! - quanto tempo!
Sou responsável ou insensível? Tenho azeite? Sou sal? Sou exemplo ou tenho sido repreensível? Meditarei em II Tm. 2.15 um pouco mais.
Em suma: Como está minha autoestima pastoral?
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