O principal confronto de Jesus em seu ministério terreno, nunca foi com os demônios ou incrédulos ou até mesmo com os “de pouca fé”. Não, nunca foi, e nunca tem sido este tipo de confronto, as maiores barreiras na pregação do evangelho.É bom ressaltar, que se diz, pregação do evangelho, o poder do alto sobre o pecador genuinamente remido. É o batismo com o Espírito Santo, batismo de fogo, e uma vida de oração para manter este fogo aceso. Isto é vida com Jesus.
Demônios Jesus expulsou, e até hoje são expulsos em seu nome. Principados e potestades foram expostos ao desprezo, e estão destinados ao lago de fogo e enxofre.
Os de pouca fé, o Espírito da verdade sempre conduziu, e vai continuar conduzindo a fonte da genuína fé e crescimento espiritual que é Jesus, “a palavra viva”.
Mas os espíritos religiosos, com todos os seus aparatos, rituais, preceitos e formalismo sempre rodeavam Jesus, “para o experimentarem”, e eles estão ativos no meio evangélico de um modo geral.
Quanto a estes, disse o mestre aos discípulos:
“Olhai, e acautelai-vos do fermento dos fariseus e dos saduceus.” Mt.16:6
Na realidade, naquele momento, os discípulos não entenderam este alerta proferido por Jesus. Não poderia Jesus, ordenar a estes espíritos que se calassem ? Quem sabe era este o pensamento deles diante destes espíritos. E não é esta muitas vezes a nossa vontade, ver estes espíritos que estão ao nosso redor, calados e emudecidos ? E no entanto eles estão aí. São os opositores ao evangelho genuíno e poderoso, e no entanto eles se dizem “donos da verdade”. É isto que está escrito:
“Na cadeira de Moisés se assentam os escribas e fariseus.” Mt.23:2
Sustentam-se na pura concepção do legalismo, não passam dos limites de ordenanças.
Eu, particularmente me defrontei com estes espíritos. Durante anos, me vi frontalmente com espíritos legalistas, e por muitas vezes me assustei com esta casta de incredulidade que tomam a lei por pretexto ao ponto de, se pudessem, circundavam todo o rebanho, para se gloriarem na “carne”.
Foi preciso paciência, e uma busca constante de sabedoria, para discernir estes espíritos e entender que suas obras são feitas nas trevas.
Porém com oração, você traz estes espíritos para luz, e as suas obras são manifestas. Eles confessam as suas incredulidades. Pelas suas próprias bocas, mostram que tipo de árvore são, os seus frutos os condenam.
Eles chamam os avivados de “faladores de línguas”, e não entendem a linguagem do espírito.
Foge também destes...
0 comentários:
Postar um comentário