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JESUS SEMPRE EXISTIU?

Sempre existiu. Como se lê em João, capítulo primeiro: "No princípio era o Verbo, e o Verbo estava com Deus, e o Verbo era Deus... o Verbo se fez carne e habitou entre nós". Logo, o Verbo, JESUS, no princípio estava com Deus e era Deus. Então, Deus se fez homem e viveu como homem em nosso meio. JESUS sabia que havia saído de Deus e ia para Deus (Jo 13.3). O próprio Jesus afirmou que voltaria para o Pai e prepararia nosso lugar nos céus (Jo 14.2-4)

"Porque um menino nos nasceu, um filho se nos deu. O principado está sobre os seus ombros, e o seu nome será: MARAVILHOSO, CONSELHEIRO, DEUS FORTE, PAI DA ETERNIDADE, PRÍNCIPE DA PAZ". Isaías 9.6. Uma das mais objetivas afirmações sobre a eternidade de Jesus está em Isaías 9.6:

quarta-feira, 9 de novembro de 2011

PESADELOS NOTURNOS DO EGOÍSTA

Um homem sonhou que comprara quatro cavalos valiosos. Um de ouro, um de prata, um de bronze e um cobre. Os cavalos valiam uma fortuna incalculável. Ele os comprou em um país distante do seu.
O preço dos impostos seria gigantesco. Ele não queria pagar tanto. Esgotaria seus recursos. Passou, desde então, a pensar em um plano para conduzir seus animais para sua pátria sem ser visto; sem que seu nome fosse evidenciado.
Seu costume de alguns anos era de conseguir seus objetivos a qualquer custo. Os meios utilizados, mesmo não sendo aconselháveis, eram adotados; “justificavam os fins”.
Ele tinha um amigo batalhador. Não o via há anos. Viu-o, porém, meses atrás.
Aquele amigo possuía um enorme navio; poderia transportar mais de mil pessoas de uma vez. Sua embarcação estava em missão sagrada.
O dono dos cavalos marcou um encontro com “o amigo” e pediu o transporte dos animais, nos moldes “ocultos”. O marinheiro, seu amigo, não sabia que os animais já haviam sido postos dentro do navio.
Estranhou a atitude do outro, questionou, mas “ensaiou” a viagem. Já algumas milhas adiante, o colecionador de cavalos disse: o navio será também meu! O marujo respondeu que lutou durante muitos anos para poder comprar aquela embarcação, até mesmo com o sacrifício da família... Tudo em vão!
O homem arrogante chamou alguns de seus déspotas e atiraram ao mar o marinheiro e sua família. Pensou ter ficado livre do “tropeço” aos seus interesses, assim como o rei Acabe pensou estar livre de Nabote.
O navio, automaticamente, parou. Não navegaria sem seu dono a bordo. A senha era dele. O homem voltou ao navio. Sua família estava unida a ele.
Tempos se passaram e não se tem notícia dos cavalos “contrabandeados”. Eles devem estar “pastando” em alguma alfândega da vida. Espera-se que o sonhador egoísta acorde enquanto é tempo e pare de se portar de modo fisiológico, desonesto e autoritário.
Quem possui “navio” de porte médio para grande precisa ser cauteloso com os “amigos” que são sonegadores; eles se aproveitam da simplicidade e humildade dos demais para realizar seus expedientes escusos.
O sonho acabou! Feliz o dono do navio!
O pesadelo continuará para o arrogante durante sua vida e no juízo de Deus; o que escandaliza um pequeno do Senhor será atormentado fortemente.

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