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JESUS SEMPRE EXISTIU?

Sempre existiu. Como se lê em João, capítulo primeiro: "No princípio era o Verbo, e o Verbo estava com Deus, e o Verbo era Deus... o Verbo se fez carne e habitou entre nós". Logo, o Verbo, JESUS, no princípio estava com Deus e era Deus. Então, Deus se fez homem e viveu como homem em nosso meio. JESUS sabia que havia saído de Deus e ia para Deus (Jo 13.3). O próprio Jesus afirmou que voltaria para o Pai e prepararia nosso lugar nos céus (Jo 14.2-4)

"Porque um menino nos nasceu, um filho se nos deu. O principado está sobre os seus ombros, e o seu nome será: MARAVILHOSO, CONSELHEIRO, DEUS FORTE, PAI DA ETERNIDADE, PRÍNCIPE DA PAZ". Isaías 9.6. Uma das mais objetivas afirmações sobre a eternidade de Jesus está em Isaías 9.6:

quarta-feira, 2 de novembro de 2011

Que Palavra é esta? Quem é este? Que poder é este?

QUE PALAVRA É ESTA? QUEM É ESTE? QUE PODER É ESTE?
ESTE É LOGOS (É PALAVRA), É JESUS
No Evangelho segundo Lucas está registrado algumas perguntas que mostra como os religiosos que viviam próximos a Jesus ficavam surpresos com os milagres que ele realizava. Jesus realizava muitos milagres, porque o seu poder estava (e está) a serviço da mudança. Jesus muda o ser humano e a sua moralidade, muda realidades físicas e temporais, mas principalmente muda a condição espiritual de todos aqueles que o invoca, clamando por socorro e uma mudança de vida plena e eficaz. “Que palavra é esta?” (Lc 4.36); “Quem é este que até perdoa pecados?” (Lc 7.49); “Quem é este que até os ventos e as ondas lhes obedecem” (Lc 8.25). Nas histórias de todos aqueles que provaram de um encontro pessoal com o Jesus das Escrituras é testemunha de uma mudança na essência, no homem interior, no mais profundo ser.
Mas quem é Esse Jesus que muda o homem e transforma realidades físicas e morais e espirituais? Quem é Jesus? Que poder é esse? Cristo é Eterno Deus, que se tornou homem com o objetivo de colocar o seu poder a serviço da mudança de todas as coisas. O evangelista João nos ensina que O mestre é a palavra eterna, “... porque no princípio era o verbo (a palavra) e o verbo estava com Deus e o verbo era Deus” (Jo 1.1). Jesus é Deus na eternidade, isso transcende toda compreensão e lógica do iluminismo humano e histórico, vai além da mente laboratorial, do método científico, Ele é o Deus que “emanou” que veio e assumiu a natureza e o corpo de homem e viveu a humanidade como homem perfeito, que na sua humanidade agradou e foi obediente ao Deus pai de maneira plena. O apóstolo João ainda ensina: “Ele estava no princípio com Deus. Todas as coisas foram feitas por ele, e sem ele nada do que foi feito se fez” (Jo 1.2,3). Jesus é o criador junto com o Pai na eternidade e ao mesmo tempo é a inspiração da criação. A sua vida traz sentido ás coisas criadas, Jesus dá sentido a existência das pessoas e dos seres e da matéria. O apóstolo das gentes escreve sobre Jesus trazendo a luz essa mesma revelação, diz Paulo: “Porque nele foram criadas todas as coisas que há nos céus e na terra, visíveis e invisíveis, sejam tronos, sejam dominações, sejam principados, sejam potestades. Tudo foi criado por ele e para ele” (Col 1.16). O Ensino Paulino acrescenta ainda que Jesus seja a razão da existência das coisas visíveis e invisíveis, dos poderes espirituais... tudo foi criado para ele. O livro da origem ensina que Jesus criou tudo pela sua palavra. “E disse Deus: Façamos o homem à nossa imagem, conforme a nossa semelhança; e domine sobre os peixes do mar, e sobre as aves dos céus, e sobre o gado, e sobre toda a terra, e sobre todo o réptil que se move sobre a terra” (Gn 1.26). O verbo eterno estava junto com o Pai e o Espírito Santo criando todas as coisas, Pois o texto diz: “Façamos o homem à nossa imagem e semelhança”. Quem é Jesus? Ele é o criador e ao mesmo tempo é a razão da existência de todas as coisas, as morais e as físicas; as visíveis e as invisíveis.

A encarnação do Verbo criador tem como objetivo principal reconciliar a criação com o seu criador. Ele mantém seu poder ativo e em operação para reconciliar, para fazer a paz e a harmonia com o mundo metafísico e espiritual como também com a dimensão física da criação, isto é afirmado pelas escrituras que testemunha sua vontade, quando dada a nós pelo apóstolo: “E que, havendo por ele feito a paz pelo sangue da sua cruz, por meio dele reconciliasse consigo mesmo todas as coisas, tanto as que estão na terra, como as que estão nos céus” (Col 1.20).


Que o Eterno nos ajude!

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