Meus amados e queridos irmãos em Cristo Jesus, a Paz do Senhor!
Vamos meditar hoje na seguinte mensagem bíblica:
"Clama a mim e responder-te-ei, anunciar-te-ei coisas grandes e firmes que não sabes".(Jr 33:3)
Pela luz das Escrituras, podemos entender que a ação do Homem provoca a reação de Deus e que a fé não é apenas um sentimento de motivação ou simples emoção, mas ela pode mover o poder de Deus quando acompanhada pelas ações.
Foi o próprio Senhor Jesus que disse em Mateus7:7-8 "Pedí, e dar-se- vos-á, buscai e acharás, batei, e abrir-se-vos-á. Pois todo aquele que pede recebe, e quem busca acha e ao que bate, abrir-se-lhe-á".
Mas é hábito do Homem chorar e lamentar se dos seus próprios problemas e necessidades mesmo sabendo que isso resultará em nada.
Mas como está escrito: as coisas que o olho não viu, e o ouvido não ouviu, e não subiram ao coração do Homem, são as que Deus preparou para os que o amam.( I Co 2:9).
Podemos contemplar as maravilhas do mundo, o nascer e o pôr do sol, o brilho das estrelas, a beleza da natureza, mas isso tudo não se compara com o que Deus preparou para os que o ama, Ele conhece as nossas necessidades, mas também exige que clamemos a Ele.
"... porque o vosso Pai sabe o que vos é necessário, antes de vós lho pedirdes"
Será que seria realmente melhor, em algum momento de nossa vida, que o Senhor nos revelasse tudo aquilo que Ele tem reservado para o nosso futuro? Até que ponto não conhecer o futuro prejudica o planejamento adequado de nossa vida?
Na promessa de Jeová a Jeremias, Ele garante “anunciar coisas grandes e firmes, que não sabes”. Só que a coisa não é automática. No início da promessa, Ele institui o profeta: “clama a mim”.
Este verso concorda com todo o contexto bíblico, que afirma que nosso futuro somente está garantido, por causa do amor e da providência do Senhor. Em outras palavras, nossa parte não é a de manter comunhão com o Senhor do futuro.
Aos Seus discípulos Jesus disse: “há muita coisa que Eu ainda não lhes direi, porque vocês não estão preparados para receber”.
Porém, Ele garantiu: “o Espírito lhes dirá todas as coisas”. Fiquemos, pois, com o Senhor – no tempo próprio, Ele nos mostrará coisas que não sabemos.
Deus quer que nós O busquemos e clamemos por Ele. Ele quer nos responder e nos contar coisas além da compreensão humana. Ele anseia chegar mais perto de nós para que possamos conhecê-lo.
Como uma criança amedrontada chama um pai amoroso no quarto ao lado, nós também podemos chamá-lo, sabendo que nosso Pai nos responderá, nos protegerá e nos confortará.
Mais do que isso, nosso Pai nos revelará coisas que seriam impossíveis nós sabermos sem a graça dele. Todo Poderoso e Aba Pai, eu quero Lhe conhecer e ser conhecido pelo Senhor.
Sim, há coisas no meu coração e na minha vida que gostaria que não existissem em mim. Mas eu conheço a Sua graça e estou confiante que o Senhor conhece meu coração e meu desejo de refletir a Sua glória, compartilhar a Sua graça e mostrar o Seu caráter.
Obrigado pelo presente de ser Seu filho e ter meu futuro assegurado. Em nome de Jesus. Amém.
JESUS SEMPRE EXISTIU?
Sempre existiu. Como se lê em João, capítulo primeiro: "No princípio era o Verbo, e o Verbo estava com Deus, e o Verbo era Deus... o Verbo se fez carne e habitou entre nós". Logo, o Verbo, JESUS, no princípio estava com Deus e era Deus. Então, Deus se fez homem e viveu como homem em nosso meio. JESUS sabia que havia saído de Deus e ia para Deus (Jo 13.3). O próprio Jesus afirmou que voltaria para o Pai e prepararia nosso lugar nos céus (Jo 14.2-4)
"Porque um menino nos nasceu, um filho se nos deu. O principado está sobre os seus ombros, e o seu nome será: MARAVILHOSO, CONSELHEIRO, DEUS FORTE, PAI DA ETERNIDADE, PRÍNCIPE DA PAZ". Isaías 9.6. Uma das mais objetivas afirmações sobre a eternidade de Jesus está em Isaías 9.6:
"Porque um menino nos nasceu, um filho se nos deu. O principado está sobre os seus ombros, e o seu nome será: MARAVILHOSO, CONSELHEIRO, DEUS FORTE, PAI DA ETERNIDADE, PRÍNCIPE DA PAZ". Isaías 9.6. Uma das mais objetivas afirmações sobre a eternidade de Jesus está em Isaías 9.6:
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