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JESUS SEMPRE EXISTIU?

Sempre existiu. Como se lê em João, capítulo primeiro: "No princípio era o Verbo, e o Verbo estava com Deus, e o Verbo era Deus... o Verbo se fez carne e habitou entre nós". Logo, o Verbo, JESUS, no princípio estava com Deus e era Deus. Então, Deus se fez homem e viveu como homem em nosso meio. JESUS sabia que havia saído de Deus e ia para Deus (Jo 13.3). O próprio Jesus afirmou que voltaria para o Pai e prepararia nosso lugar nos céus (Jo 14.2-4)

"Porque um menino nos nasceu, um filho se nos deu. O principado está sobre os seus ombros, e o seu nome será: MARAVILHOSO, CONSELHEIRO, DEUS FORTE, PAI DA ETERNIDADE, PRÍNCIPE DA PAZ". Isaías 9.6. Uma das mais objetivas afirmações sobre a eternidade de Jesus está em Isaías 9.6:

quinta-feira, 16 de fevereiro de 2012

Por Que Jesus Proibia que Pessoas Falassem Sobre Ele?

Depois de curar um leproso, Jesus disse: “Olha, não digas nada a ninguém...” (Marcos 1:44). Outro relato diz: “E ele curou muitos doentes de toda sorte de enfermidades; também expeliu muitos demônios, não lhes permitindo que falassem, porque sabiam quem ele era” (Marcos 1:34). Estas ordens parecem muito estranhas para nós, porque entendemos que o evangelho é importantíssimo para a salvação. Sabemos que Deus quer a salvação de todos (2 Pedro 3:9). Por que, então, Jesus proibia que algumas pessoas falassem dele?

Continuando a leitura em Marcos, descobrimos o motivo desse mandamento estranho na explicação do efeito da desobediência do homem curado: “Mas, tendo ele saído, entrou a propalar muitas coisas e a divulgar a notícia, a ponto de não mais poder Jesus entrar publicamente em qualquer cidade, mas permanecia fora, em lugares ermos; e de toda parte vinham ter com ele” (Marcos 1:45). Nas regiões onde Jesus já era bem conhecido, ele não precisava de ajuda! O propósito dele, durante o ministério na terra, não era de ficar num lugar para edificar uma congregação grande. Ele queria introduzir a mensagem da salvação em muitos lugares. Ele estava plantando a semente que produziria fruto mais tarde.

Quando este homem desobedeceu à palavra de Jesus, ele atrapalhou o trabalho do Senhor. A constante presença das multidões tirou a liberdade de Jesus de entrar nas cidades. Já no capítulo 2 de Marcos, o relato diz que não houve espaço suficiente na casa em Cafarnaum para receber as pessoas interessadas.

Em outras circunstâncias, Jesus fazia diferente. Por exemplo, quando ele expulsou os demônios de um geraseno, o homem queria o acompanhar. Jesus não o deixou, dizendo: “Vai para tua casa, para os teus. Anuncia-lhes tudo o que o Senhor te fez e como teve compaixão de ti” (Marcos 5:19). Os gerasenos haviam rejeitado Jesus. Ele não foi seguido por multidões naquela região. Por isso, ele deixou uma pessoa para divulgar a notícia em toda a região de Decápolis.

Podemos observar outro fato importante no evangelho de João. Desde o primeiro milagre, Jesus mostrou que estava trabalhando dentro de um determinado horário, e as outras pessoas, às vezes, atrapalharam esse plano (João 2:4; 7:6,8,30; 8:20; 12:23; 13:1; 17:1). É fascinante traçar estes comentários ao longo dos relatos de João para ver como Jesus andava ciente do seu propósito maior e determinado a chegar à culminação do plano eterno no momento certo. Ele veio para ser preso, mas não antes da hora determinada pelo Pai (João 7:30; 8:20; 10:39). Na hora certa, Jesus se entregou voluntariamente às autoridades que vieram prendê-lo (João 18:3-8). Jesus veio para morrer na hora certa e da maneira predeterminada, mas não permitiu que fosse apedrejado pela multidão (João 8:59). Ele deu a vida voluntariamente e derramou seu sangue na cruz do Calvário (João 10:15-18; 19:17-18).

Jesus veio ao mundo com uma missão. Ele controlava seu próprio trabalho e sabia onde e quando falar. Ele mandou outros a pregarem ou a se calarem, conforme o seu plano. E Jesus, por sua vez, trabalhou dentro do plano dado pelo Pai: “Eu te glorifiquei na terra, consumando a obra que me confiaste para fazer” (João 17:4).

Hoje, vivemos num mundo que precisa saber de Jesus Cristo. Ele não pede o nosso silêncio, e a divulgação do evangelho na sua pureza não atrapalhará os planos de Deus. O apóstolo Paulo, um dos homens que mais se dedicou à divulgação da palavra de Deus, disse: “Pois não me envergonho do evangelho, porque é o poder de Deus para a salvação de todo aquele que crê, primeiro do judeu e também do grego” (Romanos 1:16). Em outra epístola, ele acrescentou: “Isto é bom e aceitável diante de Deus, nosso Salvador, o qual deseja que todos os homens sejam salvos e cheguem ao pleno conhecimento da verdade. Porquanto há um só Deus e um só Mediador entre Deus e os homens, Cristo Jesus, homem, o qual a si mesmo se deu em resgate por todos: testemunho que se deve prestar em tempos oportunos” (1 Timóteo 2:3-6). Se você já teve o privilégio de ouvir de Jesus Cristo, fale aos outros!

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