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JESUS SEMPRE EXISTIU?

Sempre existiu. Como se lê em João, capítulo primeiro: "No princípio era o Verbo, e o Verbo estava com Deus, e o Verbo era Deus... o Verbo se fez carne e habitou entre nós". Logo, o Verbo, JESUS, no princípio estava com Deus e era Deus. Então, Deus se fez homem e viveu como homem em nosso meio. JESUS sabia que havia saído de Deus e ia para Deus (Jo 13.3). O próprio Jesus afirmou que voltaria para o Pai e prepararia nosso lugar nos céus (Jo 14.2-4)

"Porque um menino nos nasceu, um filho se nos deu. O principado está sobre os seus ombros, e o seu nome será: MARAVILHOSO, CONSELHEIRO, DEUS FORTE, PAI DA ETERNIDADE, PRÍNCIPE DA PAZ". Isaías 9.6. Uma das mais objetivas afirmações sobre a eternidade de Jesus está em Isaías 9.6:

quinta-feira, 16 de fevereiro de 2012

Por Que Jesus Proibia que Pessoas Falassem Sobre Ele?

Depois de curar um leproso, Jesus disse: “Olha, não digas nada a ninguém...” (Marcos 1:44). Outro relato diz: “E ele curou muitos doentes de toda sorte de enfermidades; também expeliu muitos demônios, não lhes permitindo que falassem, porque sabiam quem ele era” (Marcos 1:34). Estas ordens parecem muito estranhas para nós, porque entendemos que o evangelho é importantíssimo para a salvação. Sabemos que Deus quer a salvação de todos (2 Pedro 3:9). Por que, então, Jesus proibia que algumas pessoas falassem dele?

Continuando a leitura em Marcos, descobrimos o motivo desse mandamento estranho na explicação do efeito da desobediência do homem curado: “Mas, tendo ele saído, entrou a propalar muitas coisas e a divulgar a notícia, a ponto de não mais poder Jesus entrar publicamente em qualquer cidade, mas permanecia fora, em lugares ermos; e de toda parte vinham ter com ele” (Marcos 1:45). Nas regiões onde Jesus já era bem conhecido, ele não precisava de ajuda! O propósito dele, durante o ministério na terra, não era de ficar num lugar para edificar uma congregação grande. Ele queria introduzir a mensagem da salvação em muitos lugares. Ele estava plantando a semente que produziria fruto mais tarde.

Quando este homem desobedeceu à palavra de Jesus, ele atrapalhou o trabalho do Senhor. A constante presença das multidões tirou a liberdade de Jesus de entrar nas cidades. Já no capítulo 2 de Marcos, o relato diz que não houve espaço suficiente na casa em Cafarnaum para receber as pessoas interessadas.

Em outras circunstâncias, Jesus fazia diferente. Por exemplo, quando ele expulsou os demônios de um geraseno, o homem queria o acompanhar. Jesus não o deixou, dizendo: “Vai para tua casa, para os teus. Anuncia-lhes tudo o que o Senhor te fez e como teve compaixão de ti” (Marcos 5:19). Os gerasenos haviam rejeitado Jesus. Ele não foi seguido por multidões naquela região. Por isso, ele deixou uma pessoa para divulgar a notícia em toda a região de Decápolis.

Podemos observar outro fato importante no evangelho de João. Desde o primeiro milagre, Jesus mostrou que estava trabalhando dentro de um determinado horário, e as outras pessoas, às vezes, atrapalharam esse plano (João 2:4; 7:6,8,30; 8:20; 12:23; 13:1; 17:1). É fascinante traçar estes comentários ao longo dos relatos de João para ver como Jesus andava ciente do seu propósito maior e determinado a chegar à culminação do plano eterno no momento certo. Ele veio para ser preso, mas não antes da hora determinada pelo Pai (João 7:30; 8:20; 10:39). Na hora certa, Jesus se entregou voluntariamente às autoridades que vieram prendê-lo (João 18:3-8). Jesus veio para morrer na hora certa e da maneira predeterminada, mas não permitiu que fosse apedrejado pela multidão (João 8:59). Ele deu a vida voluntariamente e derramou seu sangue na cruz do Calvário (João 10:15-18; 19:17-18).

Jesus veio ao mundo com uma missão. Ele controlava seu próprio trabalho e sabia onde e quando falar. Ele mandou outros a pregarem ou a se calarem, conforme o seu plano. E Jesus, por sua vez, trabalhou dentro do plano dado pelo Pai: “Eu te glorifiquei na terra, consumando a obra que me confiaste para fazer” (João 17:4).

Hoje, vivemos num mundo que precisa saber de Jesus Cristo. Ele não pede o nosso silêncio, e a divulgação do evangelho na sua pureza não atrapalhará os planos de Deus. O apóstolo Paulo, um dos homens que mais se dedicou à divulgação da palavra de Deus, disse: “Pois não me envergonho do evangelho, porque é o poder de Deus para a salvação de todo aquele que crê, primeiro do judeu e também do grego” (Romanos 1:16). Em outra epístola, ele acrescentou: “Isto é bom e aceitável diante de Deus, nosso Salvador, o qual deseja que todos os homens sejam salvos e cheguem ao pleno conhecimento da verdade. Porquanto há um só Deus e um só Mediador entre Deus e os homens, Cristo Jesus, homem, o qual a si mesmo se deu em resgate por todos: testemunho que se deve prestar em tempos oportunos” (1 Timóteo 2:3-6). Se você já teve o privilégio de ouvir de Jesus Cristo, fale aos outros!

Senhor, Ensina-nos a Orar

"De uma feita, estava Jesus orando em certo lugar; quando terminou, um dos seus discípulos pediu; Senhor, ensina-nos a orar como também João ensinou aos seus discípulos" (Lucas 11:1).

A oração é importante. Todos os que querem seguir o Senhor sabem que a oração é parte essencial da vida do discípulo. Entretanto, poucos oram e muitas vezes, quando oramos, parece que lutamos para nos expressarmos a Deus. Embora possa parecer que a oração deveria vir a nossa boca como uma expressão confortável de nossa fé e confiança em Deus, ela freqüentemente parece difícil, talvez ineficaz.

Os primeiros seguidores de Jesus observaram seus hábitos de oração. Eles o viram freqüentemente procurando um lugar deserto para falar com seu Pai. Numa ocasião dessas, eles pediram sua ajuda. Também desejamos comunicar- nos com Deus como seu filho estava fazendo. "Senhor, ensina-nos a orar" (Lucas 11:1).

Jesus fez como eles pediram. Ele os ensinou como orar, tanto por suas palavras como por seu exemplo. Ele orava freqüentemente, fervorosamente e com grande fé naquele que estava ouvindo aquelas orações. Através do exemplo de sua vida, ele está ainda nos ensinando a orar.

Palavras de oração
A resposta imediata de Jesus ao pedido dos apóstolos é encontrada em Lucas 11:2-4

Então, ele os ensinou: Quando orardes, dizei: Pai, santificado seja o teu nome; venha o teu reino; o pão nosso cotidiano dá-nos de dia em dia; perdoa-nos os nossos pecados, pois também perdoamos a todo o que nos deve. E não nos deixes cair em tentação.

Nem esta oração, nem a semelhante encontrada em Mateus 6:9-13, são destinadas a repetição palavra por palavra. Jesus não estava ensinando palavras para serem memorizadas e recitadas; ele estava ensinando a orar. Ele deu um exemplo que mostra que tipo de coisas devemos incluir em nossas orações. Devemos:

1. Reverenciar e glorificar a Deus: "Pai, santificado seja o teu nome". Grandes orações de grandes homens e mulheres são sempre proferidas com grande respeito a Deus. Quando Moisés, Ana, Davi, Daniel, Neemias e outras importantes personagens da era do Velho Testamento oraram, começaram com declarações de genuína reverência a Deus, como criador e comandante do universo.

2. Buscar a vontade de Deus: "Venha o teu reino". A oração não é um instrumento para manipular Deus para que faça nossa vontade. Aqui, Jesus orou pelo reino de Deus, sabendo que esse reino só poderia vir com todo o seu poder através da avenida de sua própria morte. Aqui, como na oração agonizante no Getsêmani, Jesus colocou a vontade do Pai acima de seus próprios interesses: "Todavia, não seja como eu quero, e sim como tu queres" (Mateus 26:39). Quando vemos a oração como nada mais do que uma oportunidade de fazer pedidos a Deus, colocamos a vontade do servo indevidamente acima da vontade do Senhor. Deveremos sempre procurar fazer a vontade de Deus.

3. Reconhecer nossa dependência de Deus para as necessidades físicas: "O pão nosso cotidiano dá-nos de dia em dia". Esta não é uma exigência de abundância e riqueza. Jesus nem praticou, nem ensinou a noção materialista de que o discípulo pode "dizer e exigir" o que quer na oração. Diferentemente das orações de certas pessoas hoje em dia, que se aproximam de Deus como pirralhos mal criados exigindo tudo o que querem, Jesus mostrou aqui uma dependência de Deus para as necessidades básicas da existência diária. Precisamos de Deus todos os dias.

4. Reconhecer nossa dependência de Deus para as bênçãos espirituais: "Perdoa-nos os nossos pecados, pois também nós perdoamos a todo o que nos deve. E não nos deixeis cair em tentação". Encontramos algumas lições valiosas no versículo 4. Primeiro, precisamos do perdão. As palavras de João 8:7 e Romanos 3:23 nos recordam nossa culpa. Pecamos. Necessitamos do perdão. Só Deus tem o direito e o poder para perdoar (Marcos 2:7). Segundo, precisamos perdoar. Nossa comunhão com Deus é condicionada a várias coisas, incluindo-se como tratamos as outras pessoas. Quem se recusa a perdoar outro ser humano simplesmente não será perdoado por Deus (Mateus 6:14-15; 18:15-35). Terceiro, precisamos do auxílio de Deus para que não pequemos. Deus não é apenas um guarda-livros registrando os pecados cometidos e apagando-os depois. Ele tem poder para nos auxiliar a derrotar o inimigo. Paulo garantiu que há um jeito de escapar de cada tentação (1 Coríntios 10:13). Jesus "é poderoso para socorrer os que são tentados" (Hebreus 2:18). Ele nos deixou um exemplo perfeito de obediência para encorajar nossa fidelidade (1 Pedro 2:21-24). Na hora de sua mais difícil tentação, Jesus voltou-se para seu Pai em oração fervorosa. Depois daquelas orações ele saiu do Getsêmani preparado para suportar o poder das trevas, e sofreu o ridículo e a morte para cumprir a vontade de seu Pai. Jesus encontrou o auxílio necessário quando apelou para seu Pai, em oração.

Exemplos de oração
Pouco é registrado das palavras específicas com que Jesus orou. Podemos aprender muito simplesmente observando quando, onde e por quê Jesus orou.

1. Quando Jesus orou? Ele orou em horas de grandes provações, tais como o exemplo já citado de suas orações no Getsêmani, poucas horas antes de sua morte. Ele orou momentos antes de grandes decisões. Lucas 6:12-16 conta o dia em que Jesus escolheu os doze homens aos quais seria dada a responsabilidade de levar o evangelho ao mundo. Note o que ele fez antes de selecioná-los; "Retirou-se para o monte, a fim de orar, e passou a noite orando a Deus" (Lucas 6:12). Ele orou antes de grandes obras. Quando Jesus se preparou para ressuscitar Lázaro dentre os mortos, ele primeiro se dirigiu ao seu Pai, em oração (João 11:41-43). Ele orou quando sua obra terminou (João 17:4).

2. Onde Jesus orou? Embora as orações de Jesus nunca fossem limitadas pelo tempo ou pelo espaço, é claro que ele freqüentemente procurou um lugar e uma hora livre e sem interrupções para falar com seu Pai em oração. Ele freqüentemente subiu a montes, ou saiu para um jardim, e tipicamente escolheu a noite ou o amanhecer, quando haveria menos distração com o mundo apressado. Tais hábitos eram tão típicos da vida de Cristo que Judas sabia exatamente onde encontrá-lo embora só estivesse estado em Jerusalém poucos dias (João 18:1-3).

3. Por que Jesus orou? As circunstâncias das orações de Jesus sugerem motivos imediatos para oração: tentações, provações, tristeza, momentos decisivos, etc. Mas estes são realmente apenas o reflexo de uma razão maior pela qual Jesus orou. Jesus valorizava sua comunhão com o Pai. Como alguém que entendia melhor do que qualquer outro homem jamais entendeu o privilégio de andar com Deus, Jesus queria manter essa íntima relação com seu Pai. Tendo a escolha entre multidões de homens e seu Pai, Jesus freqüentemente escolheu a companhia de Deus. Quando tinha que escolher entre o sono e a oração, Jesus encontrava o profundo rejuvenescimento de que necessitava, não no descanso físico, mas na conversa espiritual com seu Pai.. Estas orações de Jesus nos ensinam algumas lições muito valiosas sobre o privilégio de sermos chamados filhos de Deus.

O que os discípulos aprenderam?
Os apóstolos pediram instruções sobre como orar. Jesus deu-lhes mais do que palavras, quando mostrou um exemplo consistente de fé em suas orações. Teriam eles aprendido? Dois breves episódios na parte inicial do livro de Atos mostram que eles aprenderam a importância da oração.

Depois que Pedro e João foram perseguidos e passaram algum tempo na prisão por causa de sua pregação, eles encontraram outros cristãos e oraram juntos com confiança, pedindo coragem para continuar sua obra (Atos 4:23-31). Sua citação da poderosa mensagem do Salmo 2 mostra que eles entenderam que o poder da oração é encontrado no poder daquele que ouve essas orações: o Deus que se assenta nos céus.

Quando confrontados com as necessidades físicas das viúvas na igreja de Jerusalém, os apóstolos reconheceram a importância desse serviço e guiaram a igreja na seleção de homens adequados para cuidar do assunto. Mas note, no texto, a razão pela qual os próprios apóstolos não desviaram sua atenção: "E, quanto a nós, nos consagraremos à oração e ao ministério da palavra" (Atos 6:4). O cuidado das viúvas não era para ser negligenciado, mas os apóstolos cuidadosamente reservaram tempo em suas vidas para a oração. Eles tinham aprendido bem a importante lição do exemplo de Jesus e de seus hábitos de oração.

Tentando Tirar Jesus do Trono

As Escrituras claramente afirmam a soberania de Jesus Cristo. Daniel disse que o reino dele “não será jamais destruído; este reino não passará a outro povo; esmiuçará e consumirá todos estes reinos, mas ele mesmo subsistirá para sempre” (Daniel 2:44). Em outra profecia messiânica, Daniel disse sobre Jesus: “Foi-lhe dado domínio, e glória, e o reino, para que os povos, nações e homens de todas as línguas o servissem; o seu domínio é domínio eterno, que não passará, e o seu reino jamais será destruído” (Daniel 7:14). As profecias de Daniel se referem ao reino de Cristo que seria estabelecido durante o período do império romano. Foi neste período histórico que João Batista apareceu pregando: “Arrependei-vos, porque está próximo o reino dos céus” (Mateus 3:2). Jesus pregou exatamente a mesma mensagem (Mateus 4:17). Poucos anos depois, tendo cumprido a sua missão, Jesus afirmou: “Toda a autoridade me foi dada no céu e na terra” (Mateus 28:18).

As palavras dos apóstolos e outros escritores do Novo Testamento reforçam a afirmação de Jesus. Pedro pregou sobre a autoridade absoluta do Messias quando disse no Pentecostes: “Esteja absolutamente certa, pois, toda a casa de Israel de que este Jesus, que vós crucificastes, Deus o fez Senhor e Cristo” (Atos 2:36). O autor de Hebreus completou o relato, dizendo que Jesus, “depois de ter feito a purificação dos pecados, assentou-se a direita da Majestade, nas alturas” (Hebreus 1:3). Paulo disse que Jesus reina sobre todos, exceto o próprio Pai (1 Coríntios 15:27). Quando escreveu aos colossenses, disse que o reino já existia e que os santos fiéis faziam parte dele: “Ele nos libertou do império das trevas e nos transportou para o reino do Filho do seu amor” (Colossenses 1:13). João descreveu Jesus como “o Soberano dos reis da terra” (Apocalipse 1:5) e como “Rei dos reis e Senhor dos senhores” (Apocalipse 19:16).

A conclusão inegável de um estudo cuidadoso da Bíblia é que Jesus reina com autoridade absoluta sobre todos os homens. Por este motivo, devemos nos submeter voluntariamente em obediência à palavra dele.

É triste observar que muitas pessoas, de várias maneiras, tentam tirar Jesus do trono, negando a autoridade total dele. Digo “tentam tirar” porque, de fato, nenhum homem seria capaz de tirar o Ungido da posição que lhe foi dada pelo Pai (Salmo 2:1-6). Independente das atitudes dos homens, Jesus é o Soberano.

Para não cair nas armadilhas do Adversário, devemos estar atentos às táticas daqueles que opõem-se a Cristo, tentando tirá-lo do trono. Vamos considerar alguns exemplos.

Como os homens tentam tirar Jesus do trono:
1. Negar o reino atual. Deus deu tanta certeza na profecia de Salmo 2 que falou do futuro como se já tivesse acontecido: “Eu, porém, constituí o meu Rei sobre o meu santo monte Sião. Proclamarei o decreto do Senhor: Ele me disse: Tu és meu Filho, eu, hoje, te gerei” (Salmo 2:6-7). Este trecho é citado várias vezes no Novo Testamento para descrever a exaltação de Jesus depois de completar a sua missão aqui na Terra (Atos 13:32-37; Hebreus 1:3-8; 5:5; cf. Romanos 1:1-6). Jesus disse que o reino estava próximo (Mateus 4:17; Marcos 9:1), e Paulo afirmou que ele já existia na época apostólica (Colossenses 1:13).

Mas muitos religiosos, hoje, negam o reino atual de Jesus. Aguardam o reino ser estabelecido aqui na Terra numa data futura. Embora a Bíblia nunca dissesse que Jesus pisaria outra vez na Terra, estes professores inventam doutrinas especulativas que defendem a idéia de um reino terrestre de Jesus – no futuro!

2. Negar a unidade e a autoridade universal do evangelho. É comum ouvir alguém tentar dividir os ensinamentos do Novo Testamento em duas ou mais categorias. Alguns dizem que devemos cumprir as palavras de Jesus, mas que não precisamos nos importar com as instruções dos apóstolos. Outros deixam as palavras de Jesus na época da Lei do Antigo Testamento, dizendo que o importante é respeitar as palavras de Paulo e outros apóstolos. Assim, alegam ter encontrado divergências entre o ensinamento de Jesus e o dos apóstolos. Quando examinamos as Escrituras, percebemos que ambas abordagens são erradas.

A doutrina ensinada por Jesus e a doutrina ensinada pelos apóstolos é o mesmo e único evangelho, a palavra de Deus para todos. Jesus mandou que os apóstolos ensinassem as pessoas de todas as nações “a guardar todas as coisas que vos tenho ordenado” (Mateus 28:20). Paulo falou “do evangelho” e disse que ele “é o poder de Deus para a salvação de todo aquele que crê, primeiro do judeu e também do grego” (Romanos 1:16). O mesmo apóstolo disse que Deus chamou todos os homens, em toda parte, ao arrependimento (Atos 17:30). Ele disse que a mensagem que ele pregava era “o evangelho de Cristo” (Gálatas 1:7-9). Judas disse que a fé – não duas palavras diferentes – foi uma vez por todas entregue aos santos (Judas 3). O autor de Hebreus falou que a mesma palavra da salvação anunciada por Jesus foi confirmada pelos apóstolos (Hebreus 2:3-4).

Alguns acham conveniente tentar separar as palavras de Jesus das dos apóstolos, procurando brechas para defender seus atos pecaminosos. Por exemplo, muitos dizem que as palavras de Jesus em Lucas 16:18 ou Mateus 19:4-9 não aplicam a todos. Querem justificar o adultério de pessoas que não respeitam as palavras do Criador e Senhor em relação ao casamento, sugerindo que os descrentes não estão sujeitos à lei de Deus sobre o casamento. Mas Jesus usou linguagem universal para ensinar sobre princípios que aplicam a todos os homens. Não temos direito de diminuir o impacto da palavra do Rei dos reis para acomodar as tendências de uma sociedade adúltera.

3. Negar a finalidade e a suficiência das Escrituras. Passagens já citadas mostram que a palavra foi revelada uma vez por todas, e que nós não temos direito de modificá-la (Gálatas 1:6-9; Judas 3). Pedro disse que a palavra revelada no primeiro século já incluía “todas as coisas que conduzem à vida e à piedade” (2 Pedro 1:3). Paulo disse que as Escrituras são suficientes para “que o homem de Deus seja perfeito e perfeitamente habilitado para toda boa obra” (2 Timóteo 3:16-17). Não precisamos de novas revelações ou de doutrinas atualizadas, e não devemos aceitar nenhuma modificação da mensagem das Escrituras.

Várias igrejas e movimentos, porém, negam este princípio da suficiência das Escrituras. Ao longo da História, a igreja católica vem acrescentando novas doutrinas, dizendo que Deus deu à igreja a autoridade para atualizar a Verdade. Mas, este erro não se limita aos católicos. A maior parte das igrejas evangélicas, especialmente aquelas que participam dos movimentos pentecostais e carismáticos, também acredita em outras revelações que vão além da palavra das Escrituras.

Paulo ensinou, porém, que não ultrapassássemos a palavra escrita (1 Coríntios 4:6). João foi mais forte ainda, dizendo que aquele que não permanece na doutrina de Cristo não tem Deus (2 João 9). Claramente, devemos estar contentes com a palavra já revelada nas Escrituras.

4. Passar a palavra de Deus pela peneira da sabedoria humana. Algumas instruções bíblicas são chocantes, especialmente para pessoas muito influenciadas pelas tendências da sociedade atual. Muitas pessoas se acham capazes de decidir o que Deus queria dizer, mesmo quando ele disse outra coisa! Por exemplo, Paulo, apóstolo de Jesus Cristo, escreveu: “Como em todas as igrejas dos santos, conservem-se as mulheres caladas nas igrejas, porque não lhes é permitido falar...” (1 Coríntios 14:33-34). Em outros lugares, ele condenou relações sexuais entre pessoas do mesmo sexo (Romanos 1:26-27; 1 Coríntios 6:9). Hoje, a nossa sociedade rebela contra restrições deste tipo, e alguns acusam Paulo de machismo ou de homofobia. Querem passar o ensinamento de Deus pela peneira do pensamento atual de homens. Tentam, em vão, tirar Jesus do trono. Se queremos conhecer a mente de Cristo, precisamos ouvir as palavras reveladas pelo Espírito Santo nas Escrituras (1 Coríntios 2:11-16).

5. Aceitar o ecumenismo. O espírito ecumênico, tão difundido e elogiado na cultura atual, contraria os princípios ensinados pelo Rei. O evangelho de Jesus não é apenas uma entre várias filosofias boas. O serviço a Cristo não é apenas um de vários caminhos válidos para a vida, a felicidade ou a salvação. Fora de Jesus Cristo, não há nenhuma possibilidade da salvação eterna (Atos 4:12). Este fato ofende judeus, budistas, muçulmanos, hinduístas e outros, mas a aceitação deste fato é a única esperança das mesmas pessoas. O ecumenismo procura minimizar ou negar diferenças entre a vida e a morte, tentando tirar Jesus do trono!

6. Desobedecer a Deus na própria vida. Muitas pessoas não procuram argumentos doutrinários ou filosofias complicadas para tentar tirar o Rei do trono. Podem até falar da sua fé e dizer que Jesus é o Senhor. Mas quando, na prática, vivem conforme a sua própria vontade e não se submetem à vontade de Cristo, estão tentando tirar Jesus do seu trono. Quando ele proibe a mentira e nós mentimos, negamos a autoridade dele na nossa vida (Efésios 4:25). Quando ele condena o adultério e nós o praticamos, negamos o domínio dele sobre nós (Hebreus 13:4). Quando ele exige o sacrifício total do discípulo, e nós procuramos um jeito de reter uma parte da nossa vida para nossos propósitos egoístas, tentamos tirar o Rei da sua posição de soberania (Romanos 12:1-2; Gálatas 2:19-20).

Conclusão
Jesus é o Rei. Ele tem toda autoridade. Os homens podem negar a autoridade dele ou se rebelar contra a palavra do Senhor, mas “a palavra do Senhor... permanece eternamente” (1 Pedro 1:25). Jesus é o Soberano Senhor e Cristo!

A Religião e a Missão

Como lidamos diariamente com Missões, Deus tem colocado palavras ao meu coração, as quais não posso deixar de transcreve-las. Vinte anos de Missões nos da moral e autoridade para tocar no tema com segurança. Ademais somos Missionários ativos, práticos e estamos em Missão de coragem, Missão de amor, Missão de fé, Missão de verdade.

Há vozes no Brasil que se acham Autoridades só por que estão nos meios de comunicação ou por que tem uma cópia escrita da Constituição brasileira em suas mãos e usam elas paralelo a Bíblia, fazendo valer a lei, desconhecendo que a Bíblia já vaticinou o desenfreio sexual, a mercantilidade da fé, a maximização da apostasia.

Alguns pensam que são opiniólagos do povo de Deus, como que representam todos os seguimentos evangélicos e que os demais são obrigados a segui-los no twiter, nas postagens das redes sociais, ademais acham que todos devem ouvir-los pela radio ou TV.

Alguns têm inventado coisas extras bíblica para seduzir massas com modismos, unções, determinações proféticas e títulos eclesiásticos do mais alto rango.

Já passou a época que um só homem era Sacerdote, Profeta e Juiz, como no caso de Samuel. São tantos os chamados por Deus, numa área especifica, com tantas novidades, em áreas tão gostosas como Missões, a estes devemos ouvir-los. Faço parte da nova Geração de profetas que não tem medo de condenar essa turma de lideres velhos que deixaram de ser referencia para ser tropeço. Que deixaram de fluir, para interromper, os mais novos.

Mas hoje esta assim: o mesmo homem quer Protestar contra os homossexuais, quer estar em Conferencia de avivamento, quer estar na TV, quer estar no mercado da literatura. Quer ser professor, quer ser seu próprio Diretor da sua própria escola. Quer ter uma Bíblia de Estudo comentada ou anotada por ele mesmo. Quer ser parecido com a graça de Deus que é multifacetica.

Passando o pente mais fino no tema de Missões, vários ministérios estão Exasperados e Desesperados por mais Arrecadações e ao mesmo tempo batalhando contra a homossexualidade. Ditos cujos tem um conhecimento de Missões de laboratório, aquela com camisa de punho branco e com abotoaduras douradas, pois nunca colocaram a mão no arado onde suja e machuca.

Não tem autoridade nenhuma em Missões, pois se metem em umas condições imposta pela religião de tal maneira que não estão enxergando alguns textos ditos por Jesus. Oh, e como convém enxergar, para parar com certos ativismos, secularismos, e para dedicar a verdadeira obra de Misericórdia.

A religião deixa cegas as pessoas, elas simplesmente não querem ver a realidade Missionária. Mateus 25.42 Porque tive fome, e não me destes de comer; tive sede, e não me destes de beber.

A religião deixa surdos os ouvidos dos tão conhecidos crentes, eles não conseguem mais ouvir os clamores da terra, ou simplesmente mudam de canal, para não ser exortado afim de que haja arrependimento e cura. Lamentações de Jeremias menciona uma triste verdade: Todo o seu povo se lamenta enquanto vai à busca de pão; e, para sobreviverem, trocam tesouros por comida... Vocês não se comovem, todos vocês que passam por aqui? (Lamentações 1.10, 11)

Precisamos rever uma estória bíblica: Descia um homem de Jerusalém para Jericó, e caiu nas mãos dos salteadores, os quais o despojaram, e espancando-o, se retiraram, deixando-o meio morto. E, ocasionalmente descia pelo mesmo caminho certo sacerdote; e, vendo-o, passou de largo. E de igual modo também um levita, chegando àquele lugar, e, vendo-o, passou de largo. (Lucas 10.30-32) A religião faz as pessoas passar de largo até de uma amizade missionária.

Tenho uma palavra de Jesus para ti pastor que não tem tempo de responder correios eletrônicos quando o assunto é Missão. Faço uma paráfrase com aquela igreja da Ásia, de Éfeso para ser mais preciso: Tenho contra ti pastor, que há deixado teu primeiro amor. Teu amor e tua paixão são outras motivações. Teus dedos hão tocados tantas teclas de Smartphone, Android, e-pad, do Notebook e as velhas teclas do PC, para cuidar apenas de assuntos pessoais.

Melhor ficar assim mesmo, pois se um pastor assim inventar de escrever artigos missionários, de ser colunista social e de querer falar de Missões sem condições humanas e divinas de misericórdia, de clemência, de amor, de compaixão, só estaria multiplicando palavras vazias, ocas, sem sentido.

A religião cria obedientes ao sistema e pessoas com medo de semear amor. A religião monopoliza as ofertas de Missões. A religião usa o mesmo texto da Bíblia, que os verdadeiros Mestres da palavra, para obrigar os crentes a dar suas ofertas onde se alimentam, para que haja alimento em minha casa, alias mais alimento. É tanto alimento que tem varias contas bancarias abertas, cofres, dólares, euros e até bolsa de valores. É uma acumulação de tesouro incrível, deveria voltar Fernando Collor de Melo e confiscar novamente todos esses depósitos de reserva, para fazê-la trabalhar no vermelho, mas não no vermelho do saldo negativo, mas no vermelho do sangue do cordeiro de Deus.

Penso que uma grande igreja deveria ser administrada por um pastor e as economias desta mesma igreja grande deveriam ser administradas nas mãos de Contadores-Auditores, pois um pastor que se mete a administrar o financeiro, não faz bem, nem um nem o outro. As pregações ficam com gosto de dinheiro e o dinheiro fica com gosto de espírito.

A religião esta mamando em tetas institucionais ou esta na mamata. A religião não coloca a mão no coração, mas sim no bolso. A religião não esta colocando a mão no índice da Bíblia, mas no índice das cotações.

Se você é partidário de Missões corretas e concretas, não deixe a religião te esfriar e apagar o teu desejo por Missões. Queremos convidar-te a nos escrever, queremos motivar através de mensagens e e-mails a que faça Missão com a gente, se não fazermos Missão agora, quando?

O Trabalho de Lameque

“E viveu Lameque cento e oitenta e dois anos, e gerou um filho, a quem chamou Noé, dizendo: Este nos consolará acerca de nossas obras e do trabalho de nossas mãos, por causa da terra que o SENHOR amaldiçoou.” Gênesis 5.29

Introdução: Amados leitores, com certeza muitos de vocês ainda não ouviram falar de Lameque, e se não conheço o seu nome, é razoável que não conheça o seu trabalho. Que trabalho é este eu pergunto? Foi um trabalho difícil com certeza, e lhes trouxe muitas dores, com perdas de sono, agonia, angustia na alma e no espírito, lagrimas e desabafos. Torno a perguntar: mas que trabalho é este? Para entendermos o seu trabalho precisaremos voltar a centenas de anos atrás, mais precisamente novecentos e vinte um anos (921 anos), e falarmos da sua geração e ainda falarmos da geração de Caim, que também saiu de Adão, porem agora, nos ateemos na geração de Lameque, onde Adão na Idade de cento e trinta anos (130 anos), após a sua queda por desobediência ao mandamento de Deus em comer: “O fruto do conhecimento do bem e do mal” (Genesis cap 2 v 17). Estando Adão com a idade de cento e trinta anos gerou um filho cujo nome é Sete, e este Sete recebeu de seu pai (Adão), uma educação impar no quesito: amor, fé, santidade e justiça; e isto, de fato se confirma na revelação Bíblica que diz: “Um filho a sua semelhança” (Genesis cap 5 v 3), sendo que, esta semelhança não se fala de aparência, mas, de caráter, de comportamento e atitudes parecidas com as de Adão; sendo que, a educação que Sete recebeu ele transmitiu a seus filhos e seus filhos continuaram esta árdua tarefa até que um dia Lameque pode dizer inspirado por Deus “Esta criança que acaba de nascer se chamará Noé e vejo nele a esperança em todo o nosso trabalho que um dia teve inicio em Adão” grifo meu. Para tanto meus amados, eu vos convido a conhecer pela revelação de Deus nas Sagradas Escrituras, qual foi o trabalho da geração de Lameque, e qual foi o trabalho da geração de Caim, e convidar-te a compreender a recompensa de Lameque em Deus, e o trabalho da geração de Caim e qual foi o seu fim.

ESBOÇO:
• O Trabalho de Adão
• O Trabalho de Sete
• A Geração de Sete versos a Geração de Caim
• O Hexa descendente
• O Hepta descendente
• Conclusão

• O TRABALHO DE ADÃO
O fruto do trabalho de Adão foi Sete, visto que seu primeiro filho Caim, não seguiu os seus caminhos , antes pelo contrario, tornou-se o primeiro homicida, matando seu irmão Abel, por inveja e ódio e quando questionado por Deus, preferiu torna-se um fugitivo da presença de Deus o SENHOR e nunca se reconciliar, o contrario de Adão e Eva que foram os primeiro a fugir da presença de Deus, mas, assim que Deus os chamou, eles voltaram e mesmos punidos; aceitaram a punição procurando viver sua nova realidade, sob a pena do Juízo Divino, todavia, sabendo e crendo que após a sua morte tornaria a ver a face de Deus e estar ao seu lado para sempre. Amados reflitam nisto! E que o Espírito de Deus nos conceda a sua graça para sentirmos, por um momento as dores de Adão, pois, cada dia que se passava ele (Adão), sentia mais e mais as conseqüências do pecado original quando desobedeceu a Deus comendo “O fruto do conhecimento do bem e do mal” (Genesis cap 2 v 17), pois, estava conhecendo o homem mal que nos tornamos pela falta da presença de Deus, e isto ele logo viu no seu filho Caim, em matar seu irmão Abel, e pior não seguiu seu exemplo, antes quis tornar-se um fugitivo da presença de Deus (Genesis cap 4 v 12-15). Adão não perdeu um filho ele perdeu dois, todavia, Deus lhe concede um novo filho, cujo nome é Sete, este Adão quis fazer diferente, Adão investiu em Sete, lhe deu a educação com base na justiça, no bom caráter, na fé em Deus, no amor ao próximo e na santificação que é o mesmo que dedicar-se a Deus e separa-se para Deus. Também lhe ensinou a não seguir as sugestões de pessoas que não seguem esta doutrina ou ensino, tal qual a serpente, que um dia o enganou com seu conselho mortal o fazendo perder o direito de ver a face de Deus. A dedicação de Adão em ensinar os caminhos de Deus a seu filho Sete foi tão alta e elevada que a revelação Bíblica diz: “Que sete era semelhante ao seu pai Adão” Genesis cap 5 v 3).

• O TRABALHO DE SETE
Assim como o trabalho de Adão se reflete em Sete, só veremos o trabalho de Sete, ao passo que observarmos sua geração e fizermos simultaneamente um paralelo entre a geração de Caim, com isto, saberemos a importância do trabalho de Sete e de sua posteridade e passaremos a entender a alegria de Lameque quando entendeu por Deus e assim profetizou: Este meu filho cujo nome é Noé trará consolo em todo o nosso trabalho (Genesis cap 5 v 29).

• A GERAÇÃO DE SETE VERSOS A GERAÇÃO DE CAIM
- O PRIMEIRO FILHO DE CAIM chamou-se Enoque e este edificou uma cidade que teve seu próprio nome (Genesis cap 4 v 17)

- O PRIMEIRO FILHO DE SETE
chamou-se Enos, este nada edificou, todavia, foi o primeiro a invocar a Deus em oração (Genesis cap 4 v 26), pois, enquanto o primeiro filho de Caim, preocupava-se com as coisas visíveis, o primeiro filho de Sete, preocupava-se com as invisíveis; para tanto, observem que esta preocupação do filho de Sete (Enos), esta em harmonia com as palavras do Senhor Jesus que diz: “Buscai em primeiro lugar o Reino de Deus e as suas justiças, e todas as demais coisas vos serão acrescentadas” (Mateus cap 6 v 33), onde também nos disse o Apostolo Paulo inspirado pelo Espírito de Deus “Não atentando nós nas coisas que se vêem, mas nas que se não vêem; porque as que se vêem são temporais, e as que se não vêem são eterna” (2 Coríntios cap 4 v 18). Enos não estava atentando para o visível como fazia o primeiro filho de Caim, mas ao invés disto, atentava para o invisível.

- O TETRANETO DE CAIM, chamou-se Lameque este descendente de Caim foi o primeiro homem a cometer bigamia, pois, não se contentou somente com uma mulher, e sua maldade comparada a Caim era dobrada, porquanto Caim matou um homem, Lameque seu descendente matou dois (Genesis cap 4 v 19; 23)

- O TETRANETO DE SETE, chamou-se Enoque este alcançou o mais elevado nível de comunhão com Deus e teve destaque em sua geração, porquanto diz o Texto Sagrado que “Enoque andava com Deus”, sim, Deus era seu amigo e esta amizade terrena perdurou por trezentos e sessenta e cinco anos (365 anos), até o dia que procuraram Enoque e não mais o encontraram, pois, Deus o tomou para si (Genesis cap 5 v 23-24). Isto nos faz refletirmos na promessa do Senhor Jesus Cristo aos seus discípulos que diz: “Virei outra vez, e vos levarei para mim mesmo, para que onde eu estiver estejais vós também” (João cap 14 v 3). Meus irmãos o Deus de Enoque não mudou, Ele é o mesmo, ontem, hoje e sempre, pois é Imutável, e Nele não existem sombras de duvidas ou variações, Ele simplesmente é; e assim Ele se revelou a Moises: “Eu Sou o que Sou” (Exodo cap 3 v 14), Deus é SENHOR de todas as coisas e Fiel para cumprir todas as suas promessas feitas aos seus servos e discípulos que como Enoque, tem alcançado um nível elevado de comunhão com Ele, sim, meus irmãos em Breve o SENHOR JESUS, Virá e tomará para sim o seu povo, que também são seus amigos desta terra, que um dia foi amaldiçoada pelo pecado do homem “Maldita é a terra por causa de ti; com dor comerás dela todos os dias da tua vida” (Genesis cap 23 v 17) “Porque a terra está cheia de adúlteros, e a terra chora por causa da maldição” (Jeremias cap 23 v 10). Mas para os seus adoradores, que como Enoque preferiram a amizade de Deus que a amizade do mundo, Deus tem preparado um novo céu e uma nova terra onde, o pecado não poderá entrar ali, e as maldições que passamos ou sofremos aqui, lá não haverá, lá as pessoas não choraram seus mortos, pois ali só existe vida, lá os salvos em Cristo Jesus gozarão de perfeita paz e alegria eternamente amém (Apocalipse cap 21 v 1-8).

- OS PENTAS NETOS DE CAIM, chamaram-se Jabal, Jubal e Tubalcaim, sendo que Jabal torno-se pai de todos os que habitam em tenda e pai da pecuária, já Jubal tornou-se pai da musica (daqueles que tocam órgão e harpa) e Jubalcaim tornou-se mestre em toda obra de ferro e cobre (Genesis cap 4 v 20-22).

- O PENTA NETO DE SETE, chamou-se Matusalém, este se destacou de todos os demais homens até os dias de hoje, pois, viveu segundo revela o Texto Sagrado novecentos e sessenta e nove anos (969 anos). Agora eu pergunto: Por que Matusalém viveu tanto? Esta resposta é perfeitamente clara, na revelação posterior dada por Deus ao seu servo e profeta Moisés quando disse: “Honra teu pai e tua mãe, para que se prolonguem os seus dias sobre a terra” (Êxodo cap 20 v 12), logo, entendemos que Matusalém foi dentre todos os homens que já viveram o mais obediente aos seus pais e por isto Deus o SENHOR o honrou com a longevidade acima de todos os outros.

Meus amados já é possível percebermos a diferença de comportamento entre as gerações de Caim e as gerações de Sete, pois, enquanto os descendentes de Caim preocupavam-se em fundar e edificar cidades, em ter mais de uma mulher, em matar os seus semelhantes, em fazer tendas e criarem gados, em fazer instrumentos para musicas e serem mestres nas artes de ferro e de bronze. Isto não se vê, nem se percebem nos descendentes de Sete, antes pelo contrario, seu foco e seu alvo sempre foi Deus o seu criador e SENHOR, eles ao invés de se preocuparem com as coisas terrenas, eles se preocuparam com as coisas do céu; sendo que, um inventou a oração, o outro desenvolveu tamanha comunhão com Deus, que se tornou seu amigo, e diz o Texto Sagrado que Deus o tomou para si, o levando para sua gloria e eternidade sem que ao menos ele viesse a experimentar a morte, já o outro viveu uma vida de temor a Deus e obediência tão sublime que resultou em sua longevidade, pois viveu novecentos e sessenta e cinco anos (965 anos). Outra coisa de grande relevância esta no fato da Bíblia Sagrada mencionar os descendentes de Caim somente até a sua quinta geração, todavia, os descendentes de Sete são mencionados até a hepta geração; para tanto meus irmãos, acompanhe agora os dois descendentes de Sete que ainda restaram os quais são Lameque e Noé e faça as suas conclusões.

• O HEXA DESCENDENTE
Lameque foi o hexa descendente de Sete, e os dias em que viveu eram dias maus, pois, a população aumentava-se muitíssimo, e o pecado e a desobediência estava cada vez mais ganhando espaço na sociedade de então, e Lameque já sentia o peso do seu duro trabalho que teve inicio em Adão, quando plantou em Sete a boa semente as quais são: a justiça, o bom caráter, a fé em Deus, o amor ao próximo e a santificação. Quero aqui abrir um parêntese e te perguntar: Será que foi difícil para Lameque preservar a justiça? Ou ainda o bom caráter? Ou a fé em Deus o SENHOR? Será que foi difícil preservar o amor ao próximo? O que diremos da vida de Santificação, que se equivale ao ser separado do pecado e dedicado a Deus! Venho ainda formular a mesma pergunta é difícil para nós preservarmos todas estas boas virtudes? Existe um trabalho nisto? Mas, para que entendamos de forma mais aproximada esta questão, venho citar as palavras do Senhor Jesus que Diz: “Porquanto, assim como, nos dias anteriores ao dilúvio, comiam, bebiam, casavam e dava-se em casamento, até ao dia em que Noé entrou na arca. E, como foi nos dias de Noé, assim será também a vinda do Filho do homem” (Mateus cap 24 v 37-38).

Observem que os homens anteriores ao dilúvio, com exceção dos descendentes de Sete; não se preocupavam com outras coisas, a não ser: comer, beber, casar, separa-se e tornar-se a casar. Será que isto é diferente dos dias atuais? Será que a sociedade amadureceu e agora está com seus olhares voltados para Deus o SENHOR? A resposta é não, estamos em dias iguais aos anteriores ao dilúvio, onde os homens, só pensar em comer, banquetear, beber e fazerem festas onde existem os maiores números possível de beberrões, onde os homens perderam o respeito pelo casamento, pela a família, casam e separam-se; isto os que se casam! Pois, a maioria não precisa mais de formalidade legais, para que se conheça o conjugue intimamente; sim, meus amados as mesmas dificuldades de Lameque se é possível sentir, basta olhar e ver quão difícil é este trabalho, o trabalho de conservar o amor em uma sociedade que semeia o ódio, de preservar a fé em uma sociedade que semeia o ateísmo, de preservar o bom caráter em uma sociedade que só prosperam os de duplo animo, ou seja, que são falsos mentirosos e mesquinhos, que tem aparência de piedade, mas, por dentro são lobos devoradores, sim, quão trabalhosos é preservar a justiça onde a os homens são treinados a se venderem, onde os homens são mercenários e nunca vestem a camisa só são justos e fiéis a quem pagarem mais. Lameque o descendente de Sete estava cansado, seus dias estavam se tornando dias longos e compridos, todavia, preservava a boa semente em seu coração, esperando a justiça de Deus para confirmar todo o trabalho de suas gerações. E foi na idade de cento e oitenta e dois anos (182 anos), Deus lhe visita dando a Lameque um filho cujo nome é Noé o hepta descendente de Sete, cuja revelação de Deus para Lameque foi tão grande, que inspirado pelo Espírito do SENHOR profetizou: “Este nos consolará acerca de nossas obras e do trabalho de nossas mãos, por causa da terra que o SENHOR amaldiçoou” (Genesis cap 5 v 29).

• O HEPTA DESCENDENTE
Falemos de Noé, pois, segundo nos revela o Texto Sagrado: Noé foi o resultado final da semente que Adão plantou, que Sete regou cujos filhos mantiveram acesa durante séculos, pois, observa-se que Noé era justo, temente a Deus em toda a sua família, cujo amor foi capaz de uni-los todos, mesmo diante de uma geração que se degradava cada dia. Noé também foi um homem de fé, porquanto creu na revelação de Deus acerca do Juízo iminente e segundo as palavras de Deus, construiu a Arca para salvação sua e de sua família.

De todos os descendentes de Sete o único que fez alguma coisa material notável foi Noé, diante desta ação é possível nomeá-lo como sendo o pai das embarcações e dos grandes Navios e de toda Engenharia Naval que hoje existe. Mas, percebam que este não era o alvo dos descendentes de Sete, pois, os descendentes de Sete buscavam em primeiro lugar o reino de Deus, e as demais coisas Deus o SENHOR acrescentava para eles (Mateus cap 6 v 33).

Meus amados a terra estava em grade desordem nos dias de Noé, os homens não pensavam em nenhum momento em Deus, seus pensamentos eram continuamente pensamentos maus, eles se valiam da sua valentia, estatura, beleza e fama e diz o texto sagrado que até os filhos de Deus os quais são: “Os descendentes de Sete; a linhagem piedosa”, já estava muitos deles cedendo aos encantos das belezas das filhas das gerações de Caim, e casando com elas (Genesis cap 6 v 1-5). Diante de tamanha desordem e rebeldia humana, o coração de Deus pesa e se arrepende de ter feito o homem, pois, em nenhum momento ele (o homem), voltou-se para Deus antes pelo contrario se afastava ainda mais e mesmo assim, é possível enxergar as misericórdias de Deus, pois, nos revela o texto sagrado, que Deus deu para o homem o tempo de cento e vinte anos (120 anos), para que o mesmo viesse se arrependerem dos seus pecados, e se converterem a de seus maus caminhos (Genesis cap 6 v 3; 6).

Olhemos ainda para Deus e para suas misericórdias, pois, ainda que liberasse o juízo para os homens, também liberou as misericórdias, “Então disse o SENHOR: Não contenderá o meu Espírito para sempre com o homem; porque ele também é carne; porém os seus dias serão cento e vinte anos” (Genesis cap 6 v 3), ou seja, Deus está dizendo: Não vou insistir mais com a humanidade de então, darei a todos eles o tempo de cento e vinte anos, para que se arrependam, antes que venha o juízo e os matem a todos (o dilúvio). É importante também, nos atermos ao tratamento diferenciado que Deus libera aos seus servos que com amor, fé, justiça, santidade, procuram mesmo diante de todas as tentações manterem são suas ações e comportamentos. Deus não é injusto com ninguém; não foi com a humanidade, pois, lhes deu cento vinte anos para se arrependerem, e isto, Deus fez duplamente, pois, Noé era a luz que eles precisavam para enxergarem seus maus caminhos e se arrependerem ao SENHOR, mas parece que não evoluímos neste quesito, nós a humanidade: fabricamos e produzimos tecnologias avançadíssimas para todos os fins, mais, ainda não conseguimos enxergar um homem de fé, para sermos semelhante a ele, não conseguimos ver uma pessoa justa para imitá-lo, nem ainda uma pessoa bondosa e benigna que possamos ter como modelo para nossas ações e comportamento, para tanto eu pergunto: Será que não restou ninguém como Noé em nossa era? Ou será que Deus há de nos perder por falta de arrependimento nosso?

Meus irmãos, assim como Deus não foi injusto com a humanidade, ele não foi injusto com Noé, pois, ainda que toda a humanidade por Deus foi destruída, isto não aconteceu com Noé, pois, Deus não condenará o justo com os ímpios, porquanto diz o texto Sagrado: “Longe de ti que faças tal coisa, que mates o justo com o ímpio ”.(Genesis cap 18 v 25). Observem que Deus era amigo de Noé, e logo que Deus liberou sua ira para a humanidade, para Noé liberou escape, revelou a Noé o que fazer para escapar do juízo vindouro ao dizer: “Faze para ti uma arca da madeira de gofer; farás compartimentos na arca e a betumarás por dentro e por fora com betume” (Genesis cap 6 v 14) e também disse: “Entra tu e toda a tua casa na arca, porque tenho visto que és justo diante de mim nesta geração” (Genesis cap 7 v 1). Em Deus não existe injustiças alguma, basta olharmos para o escape que deu a Noé e sua família; não o generalizando, ou colocando Noé em igualdade com os demais, visto que era a maioria. Pelo contrario o Justo Deus faz Justo juízo, Ele não deixou de punir a humanidade de então, mas, soube e sabe livrar a todos os que são justo diante dEle.

Quero ainda chamar a sua atenção para o detalhe da Salvação de Noé e de sua família, bem como o casal de cada animal de todas as espécies que juntos foram preservados. Que detalhe eu pergunto? O detalhe chamado: a fé na revelação de Deus para si. Porquanto Deus disse a Noé: Eu tenho visto toda a humanidade corrompida, os homens são maus e seus pensamentos são sempre maus, não existe bondade na terra, só violência. Trago o fim para tudo isto; vou destruir o homem. Mas a você Noé; darei livramento, para tanto, constrói uma arca conforme as minhas orientações e quando eu mandar entre nesta arca e serás salvos (Genesis cap 6 e 7).

Talvez isto pareça fácil de fazer: É só uma arca, ou fácil de entender: Deus só vai acabar com tudo e preservar somente eu e minha família, mas não é fácil de fazer, nem fácil de entender. Por quê? PORQUE EM PRIMEIRO LUGAR, nunca havia chovido antes, pois, nos revela o texto sagrado: “Que um vapor, porém, subia da terra, e regava toda a face da terra” ( Genesis cap 2 v 6), ou seja, a terra naqueles dias, era regada pelo sereno que conhecemos hoje. Com isto não é de se estranhar que a primeira menção de chuva está no capitulo sete de Genesis verso doze. EM SEGUNDO LUGAR, os homens ainda não tinham conhecimento do juízo divino em forma de destruição em massa, e mais; ainda hoje a grande população humana sabe entender e aceitar o grande amor de Deus, mas, não sabe entender nem aceitar que Deus também é JUSTIÇA e VINGADOR DE TODA MALDADE (Deuteronômio cap 32 v 35, Romanos cap 12 v 19) Ou será que estes pensamentos não vieram na mente de Noé? Parece incrível, mas, todos os que vivem a pecar e não se lembram de Deus, preferem acreditar no surto de Noé ou ainda que a Bíblia Sagrada é para fanáticos do que acreditarem que a terra há de ser destruída outra vez por causa do pecado da humanidade, vejam: “Mas os céus e a terra que agora existem pela mesma palavra se reservam como tesouro, e se guardam para o fogo, até o dia do juízo, e da perdição dos homens ímpios” (2º Pedro cap 3 v 7). EM TERCEIRO LUGAR, o construir uma arca mudaria toda a rotina de Noé e sua família, sem contar nas explicações para as pessoas que vierem perguntar ou questionar dia-a-dia.

Exemplo:
- Porque você aceitou o Senhor Jesus agora?
- Por que você vai a igreja todo o dia?
- Por que você não fica com a galera, só fica entretido nesta arca (Igreja)!
- Você parou de beber até no natal e no ano novo?
- Que Jesus vai voltar que nada!
- Deus não vai destruir ninguém não!
- Para de construir isto ai Noé.
- Olha o que você esta fazendo com seus filhos, estão ficando loucos como você.

Noé enfrentou tudo isto, porque creu na revelação de Deus para si, ele não duvidou das palavras de seu amigo (Deus é seu amigo). E a arca que construiu não como fruto da sua imaginação, mas, por revelação. Noé não era como os descendentes de Caim, que viviam a fugirem de Deus em todas as formas ou propósitos, que sob o pretexto de construírem cidades, de fazerem tendas, de criarem gados ou de inventarem instrumentos e musicas, ocupavam-se com tudo que diz respeito às coisas terrenas, para que nunca pudessem sequer a pensarem em Deus, para que sua graça nunca pudesse os alcançá-los, e nunca viessem a se arrependerem de seus pecados e serem Salvos da ira de Deus o SENHOR, todavia, o trabalho de Noé estava ligado com a adoração, com o amor, com a fé, com a santidade e com a justiça. E foi a fé de Noé que o fez triunfar diante dos homens de então, e se tornar o pai depois de Adão de uma nova humanidade. O que é de se lamentar referente à posteridade e gerações de Noé, é o fato de ter nascido a sua descendência muitos Caim,s como ocorreu com Adão; e os tais são, os homens que vive a matar seus irmãos, que vivem a cometerem adultérios, que vivem a banquetear e festejar o cálice da injustiça, sem ao menos pensarem em voltar para Deus que os chama para o arrependimento de seus pecados, sim, os Caim,s de nossa era não são diferentes daqueles, pois, vivem a fugirem de Deus usando todos os meios cabíveis para nunca sequer pensar nEle, e nunca conhecer sua graça e nunca conhecer seu amor e favor que a toda humanidade se revela por meio do SENHOR JESUS CRISTO O FILHO DE DEUS.

COMENTÁRIO FINAL E CONCLUSÃO:
O texto que se seguiu com base na revelação dos Escritos Sagrados, nos deixou estampados, a verdade que se trata das diferentes gerações: as de Caim e as de Sete, onde Deus pelo seu poder destruiu a todos os descendentes de Caim na ocasião do dilúvio, ao passo que a Noé descendente de Sete lhe deu escape e o direito de repovoar a terra. Deus meus amados, naquela ocasião não, pois fim ao pecado, antes pelo contrario, pois fim aos homens pecadores. O que eu quero dizer com isto? Para que você entenda esta questão, Observe o que disse o rei Davi de si mesmo: “Eis que em iniqüidade fui formado, e em pecado me concebeu minha mãe” (Salmos cap 51 v 5), isto revela que mesmo estando em formação no ventre materno o rei Davi, já trazia em seu ser a marca do pecado original (o pecado de Adão), que o tornava pecador ele querendo ou não, logo se explica o porque do crescimento do pecado e o porque de Noé surgiu novos Caim,s. Porque Deus na ocasião do dilúvio não pois fim ao pecado, mas, aos pecadores. Deus novamente separa os Caim,s de Sete. Isto Deus fez chamando a Abraão para ser pai de uma grande nação (Genesis cap 12, Êxodo, Levítco, Números e Deuteronômio). Está nação seria diferente de todas as outras, em forma de adoração somente um único Deus, em forma de sacrifícios, ao invés de sacrificarem seus filhos como as outras nações, ela sacrificaria um cordeiro que é símbolo do nosso Senhor Jesus Cisto: “No dia seguinte João viu a Jesus, que vinha para ele, e disse: Eis o Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo” (João cap 1 v 29), esta nação teria leis cívicas e cerimoniais vinda por revelação divina (Bíblia Sagrada), com isto, Deus separou os povos novamente sendo os israelitas o povo de Deus, pois, o conheciam e andavam em suas Leis, e os demais povos os denominou como sendo gentios; este era o nosso estado antes da revelação de nosso Senhor Jesus Cristo, o qual Deus o Pai o gerou por meio do seu Espírito Santo no ventre de Maria serva de Deus.

Mas agora irmão amados! A graça de Deus nos alcançou trazendo a Salvação a todos os homens (Tito cap 2 v 11), e Deus o Pai em Cristo Jesus, novamente esta separando os descendentes de Sete desta geração, dos descendentes de Caim; unindo a todos os descendentes de Sete, em seu Filho Jesus o Cristo, onde por meio da sua morte, trouxe a todos os homens perdão dos pecados. Ao servo de Deus chamado Noé ele (Deus o Pai), o livrou da morte, mas, aos crentes e servos do Senhor Jesus Cristo, Ele (Deus o Pai) os livra do poder do pecado onde diz: “Deus, enviando o seu Filho em semelhança da carne do pecado, pelo pecado condenou o pecado na carne” (Romanos cap 8 v 3), GLORIAS A DEUS, POIS, EM VIDA SOMOS LIVRE DA ESCRAVIDÃO DO PECADO. Para tanto faço menção das palavras ditas por Paulo Apostolo de Jesus Cristo:

“Naquele tempo estáveis sem Cristo, separados da comunidade de Israel, e estranhos às alianças da promessa, não tendo esperança, e sem Deus no mundo. Mas agora em Cristo Jesus, vós, que antes estáveis longe, já pelo sangue de Cristo chegastes perto. Porque ele é a nossa paz, o qual de ambos os povos fez um; e, derrubando a parede de separação que estava no meio. Na sua carne desfez a inimizade, isto é, a lei dos mandamentos, que consistia em ordenanças, para criar em si mesmo dos dois um novo homem, fazendo a paz. E pela cruz reconciliar ambos com Deus em um corpo, matando com ela as inimizades. E, vindo, ele evangelizou a paz, a vós que estáveis longe, e aos que estavam perto; porque por ele ambos temos acesso ao Pai em um mesmo Espírito. Assim que já não sois estrangeiros, nem forasteiros, mas concidadãos dos santos, e da família de Deus; edificados sobre o fundamento dos apóstolos e dos profetas, de que Jesus Cristo é a principal pedra da esquina” (Efesios cap 2 v 12-20). Portanto: Alegrai-vos filhos de Sião, descendentes de Sete desta geração, os quais Deus o Pai em seu Filho Jesus vos chamou para fé e salvação; amém.

Prestação de Contas Mateus 25:14-30

Nós amamos a liberdade que as leis do nosso país nos dão para pregarmos o Evangelho. No entanto, junto aos nossos direitos adquiridos pela constituição, nós temos sérias responsabilidades.

Como cristãos, nós somos responsáveis perante Deus, não só para abençoar este país, mas também, acerca do rumo que damos às nossas vidas. Portanto, nós devemos viver de uma forma que não só glorifique o Pai e edifique outras pessoas, mas também para preservar e proteger os valores sagrados que nos foram dados. Um dia nós teremos que prestar contas a Deus da nossa liberdade cristã.

A nossa liberdade em Cristo não nos dá o direito de sermos irresponsáveis. Por exemplo: Os pais pecam quando não falam diariamente aos seus filhos sobre as coisas do Senhor, são irresponsáveis. 5 Que todas estas palavras que hoje lhe ordeno estejam em seu coração. 6 Ensine-as com persistência a seus filhos. Converse sobre elas quando estiver sentado em casa, quando estiver andando pelo caminho, quando se deitar e quando se levantar. (Dt.6:5,6 NVI)

Os filhos de pais cristãos devem aprender sobre isso desde cedo. A razão, é que embora nossos pecados sejam perdoados, ainda sofreremos conseqüências pela nossa responsabilidade ou irresponsabilidade.

Responsabilidade significa que Deus nos coloca perante aos outros, e isso deve ser aceito como um dom de Deus. A responsabilidade não só fornece um sistema de freios e equilíbrio que nos protegem contra danos, mas também nos dá oportunidades únicas de compartilhar nossas vidas com os outros, incentivando e edificando-os em Cristo.

Quatro exemplos bíblicos de irresponsabilidade e suas conseqüências:
- Adão e Eva. (Gn.3:8-19) Conseqüências da irresponsabilidade: A mulher sofreria na gravidez e seria dominada pelo marido. Adão teria que trabalhar duro para conseguir o sustento, a morte entrou no mundo, a terra foi amaldiçoada e a humanidade teria uma batalha espiritual incessante.
- Saul. (1 Sm.13:8-14) Conseqüências da sua irresponsabilidade: Saul perdeu o poder de reinar e condenou toda a sua família ao caos.
- Davi (2 Sm.12:1-14) Conseqüências da sua irresponsabilidade: Haveria mortes na sua família, suas mulheres se deitariam com outros homens à luz do dia e a morte de seu filho.
- Pedro (Mt.16:21-23) Conseqüências da sua irresponsabilidade: Abriu a porta para que Satanás entrasse em sua vida e mais tarde negou Jesus.

Por que a prestação de contas é importante para nossas vidas?
- Porque ela nos encoraja a fazermos o melhor e sermos bons administradores do nosso tempo, talentos e recursos.
- Porque ela nos inspira a nos proteger do espírito do erro, como àqueles que estão próximos de nós e assim, lutamos por relacionamentos sadios, fortes e edificantes.
- Porque ela nos faz pensar se estamos no centro da vontade de Deus em todos os nossos momentos.
- Porque ela nos desafia a manter nossos padrões espirituais elevados, com convicções que alegram a Deus, com um coração transparente e uma pessoa com quem Deus pode confiar ou contar.

Por que muitos cristãos resistem à responsabilidade exigida pelo Senhor? Cinco motivos:
- Espírito de rebelião
- Preguiça ou apatia
- Medo da perda
- Não são confiáveis no caráter
- Orgulho

O que acontece com a pessoa que não se dá conta de que um dia terá que prestar contas a Deus?
- Ela não consegue realizar o melhor de Deus.
- Ela desperdiça os seus recursos e talentos.
- Ela promoverá divisões em seus relacionamentos.
- As oportunidades, privilégios, promoções e recompensas lhe serão tiradas pelo Senhor.
- Tudo o que poderia ser dado a ela, será entregue a outras pessoas.
- Ela perde as bênçãos de Deus.

A responsabilidade ou prestação de contas está inserida em qualquer nível de nossas vidas. Seja no lar, na escola, nas amizades, no trabalho, na Igreja e no relacionamento com Deus. A Bíblia diz: Cada pessoa tem de morrer uma vez só e depois ser julgada por Deus. (Hb.9:27 NTLH)

Sabendo dessas coisas, ofereçamos a Deus e às pessoas o nosso melhor. Corrigindo nossa conduta à luz do ensinamento do Senhor, poderemos esperar o melhor de Deus nesta terra, como na eternidade. A Bíblia diz: (...) Abençoarei você e farei que o seu nome fique famoso [i.e. honrado, influente] E você será uma bênção para outros. (Gn.12:2 BV)

Proclame a Sã Doutrina

Pregue a palavra, esteja preparado a tempo e fora de tempo, repreenda, corrija, exorte com toda a paciência e doutrina. Pois virá o tempo em que não suportarão a sã doutrina; ao contrário, sentindo coceira nos ouvidos, juntarão mestres para si mesmos, segundo os seus próprios desejos. Eles se recusarão a dar ouvidos à verdade, voltando-se para os mitos. (2 Timóteo 4.2-4)

As principais preocupações de Paulo são a honra de Deus e o progresso do evangeho. Visto ter alcançado o final de sua vida e ministério, ele agora ordena, diante de Deus e de Jesus Cristo, que Timóteo continue a obra.

Os profetas, os apóstolos e o próprio Senhor têm estabelecido a presença da fé cristã no mundo. O Senhor Jesus disse que essa é uma presença permanente, e que as forças do inferno não prevalecerão contra a igreja. A religião cristã nunca será exterminada, e suas doutrinas nunca podem ser refutadas ou destruídas. Contudo, de acordo com o plano de Deus, o cristianismo continuará a ter os seus inimigos. Haverá aqueles que resistem a ele e tentam aniquilá-lo. Haverá aqueles que recusam abraçar a única pessoa e mensagem que pode salvar as almas miseráveis dos homens, e que ainda tentar impedir que outros entrem na vida eterna. Embora nunca terão sucesso em seus esquemas perversos, seus esforços permanecerão mais que um simples aborrecimento aos seguidores de Jesus Cristo.

Paulo diz a Timóteo algo sobre o que a igreja enfrentará, incluindo as profundezas da depravação na qual os não cristãos se afundarão. Haverá tempos terríveis. As pessaos serão amantes de si mesmas, do dinheiro e do prazer, e não amantes de Deus. Elas serão ingratas, profanas, sem amor, implacáveis, caluniadoras, e assim por diante. Elas terão uma forma de religião, mas negarão o seu poder. Algumas alegarão ser religiosas, ou mesmo cristãos, mas na verdade irão se opor à verdade. Homens maus e impostores, ele escreve, irão de mal a pior, enganando e sendo enganados.

Qual é a instrução de Paulo para a igreja que encara oposição de todo lado, e enfrenta problemas de todos os tipos? Tempos terríveis estão aqui e estão mais adiante, e o ministério do apóstolo está prestes a chegar ao fim. Se há uma arma potente, uma estratégia especial, um entendimento espetacular, agora é o tempo de falar sobre isso. Com uma solenidade quase ameaçadora que é insuperável em qualquer outro lugar, ele engarrega Timóteo: “Pregue a Palavra”. Devemos ter isso fixado em nossas mentes: quando diz respeito ao ministério, essa é a única prescrição apostólica que se aplica a todos os tempos e em todas as situações.

A fim de reduzir a reduzir a ofensa, mostrar respeito, demonstrar humildade, e incitar interesse, a pregação têm frequentemente sido remodelada em termos não autoritativos. Assim, em vez de “pregar”, o ministro com frequência diz “compartilhar” a palavra de Deus ou “discutir” com a congregação o que deveria ser crido e praticado. Embora seja inteiramente apropriado compartilhar e discutir os ensinos da Bíblia, aqui Paulo não diz compartilhar ou discutir, mas pregar. Há uma diferença. Pregar é afirmar, declarar e proclamar com conhecimento, convicção e autoridade. É entregar uma palavra da parte de Deus sobre algo de importância considerável.

Paulo diz que o conteúdo da pregação é “a Palavra”. Aqui ela é sinônimo daquilo que algumas pessoas recusariam ouvir, isto é, “sã doutrina”. Embora nossa pregação deva ser totalmente consistente com a Escritura, ela não é idêntica à Escritura. Pregar não é simplesmente ler a Bíblia em voz alta, pois se fosse esse o caso, não haveria na verdade nenhuma necessidade de algo como pregação, e uma pregação não seria boa ou ruim, correta ou incorreta. E não haveria nenhuma diferença entre um pregador bom e ruim. Todos seriam leitores. Nem deveria um pregador parecer um comentário. Antes, o pregador assimila a Escritura e então declara a sua mensagem.

Novamente, a pregação sempre deve ser bíblica no sentido que deve seguir “o modelo da sã doutrina” (2 Timóteo 1.13). Mas ela é um padrão, não um roteiro. É um modelo, não um esboço preparado. Peritos em homilética com frequência prescrevem métodos pelos quais o pregador pode realizar melhor a sua tarefa. O método expositivo, pelo qual tanto o título como o conteúdo dos sermões são derivados de uma passagem, é considerado por muitos como a abordagem preferida. Contudo, visto que a própria Bíblia não ordena nenhum método particular, e os peritos em homilética têm falhado em provar que ela o faça, ou mesmo provar que existe um a ser preferido, ninguém tem a autoridade para afirmar que um pregador é fiel, ou mais fiel, à sua comissão apenas se usar o método expositivo.

Paulo pregou a sã doutrina tão fielmente aos atenienses em Atos 17, onde ele não citou nenhuma passagem bíblica, quanto Pedro, quando este usou uma abordagem “texto prova” em Atos 2. Mas pregar sem citar a Escritura, e citar passagens meramente como textos prova, são considerados como métodos inferiores ou mesmo inaceitáveis por muitos peritos em homilética terroristas. A verdade é que, embora o pregador deva sempre ser verdadeiro à Bíblia, a Bíblia permite muita liberdade e variedade na construção e apresentação do sermão. Ele deve pregar a sã doutrina, mas não deve deixar que os peritos em homilética digam como ele deve fazer isso.

De fato, se insistirmos que o próprio método deve vir da Escritura, parece que o método expositivo (onde tanto o título como o conteúdo são derivados de uma passagem) teriam o menor apoio escriturístico. Nenhum sermão na Bíblia segue este método como definido pelos peritos em homilética. Isso não o torna errado ou inferior. De fato, é discutível se o método expositivo é aquele que eu uso com maior frequência, embora por vezes vagamente. O ponto é que algumas pessoas têm alegado muito em favor dele, e têm imposto o mesmo sobre outros, ao passo que a Bíblia parece permitir certa liberdade nessa área. Assim, embora não haja nenhum método rígido, o conteúdo da pregação é definido e decidido, de forma que a ênfase essencial da mensagem é inegociável. E visto que a mensagem é baseada na revelação e na autoridade de Deus, ela obriga legitimamente a consciência dos homens.

O pregador aplica as doutrinas bíblicas de várias formas benéficas – ele deve instruir, repreender e encorajar. Instruir, ou anunciar e explicar a verdade, é o fundamento para os outros usos da palavra de Deus. O pregador então corrige e repreende aqueles que se desviam do padrão bíblico apresentado. É também sobre a mesma base da sã doutrina que o encorajamento significativo é possível. Deve haver uma proporção correta desses usos da palavra de Deus. Encorajamento sem uma base bíblica, sem o fundamento do ensino, é vazio ou mesmo enganoso. Correção é significativa somente quando o padrão correto é definido, de forma que possa ser mostrado que alguém se desviou dele, e de forma que possa ser conhecido que alguém deve retornar a ele. Então, se um pregador apenas instrui e encoraja, mas nunca repreende, aquele que se desvia da verdade nunca é confrontado com o seu erro, e o pregador não cumpriu o seu dever.

Paulo diz que haverá um tempo quando as pessoas não suportarão a sã doutrina. Elas rejeitarão a pregação como um método de ouvir da parte de Deus. E elas rejeitarão a mensagem que a pregação pretende comunicar. Em vez disso, elas desejam ouvir coisas que vão entretê-las, faciná-las e justificar seus erros e maus desejos. E elas exigem uma certa estimulação carnal e sensorial no método de apresentação. Alguns cristãos alegam que devemos acompanhar os tempos e adaptar nossa abordagem de acordo com as tendências culturais. Em outras palavras, deveríamos seguir os não cristãos e nos submeter aos seus desejos. Mas o apóstolo prescreve a pregação já com essa resistência em mente. Ele é quem menciona aqueles que não suportarão a sã doutrina. Ele é aquele que diz para pregar a palavra “a tempo e fora de tempo”, quer o tempo seja favorável ou não a esse método ou à nossa doutrina, e quer essa seja a coisa popular a se fazer ou não.

Portanto, aqueles que propõem alternativas à pregação, e aqueles que propõem alternativas à sã doutrina, estão na realidade propondo rendição ao pecado e à incredulidade. Ora, se as pessoas são desatentas e rebeldes, um rei não ordena ao seu arauto para que pare de declarar a sua mensagem, e que comece a dançar e fazer malabarismo, como um palhaço para atrair uma multidão. Não, se as pessoas não forem ouvir ao arauto, e se elas não concordarão com o rei, a próxima coisa que o rei faz, se assim o agrada, é enviar seus soldados para matá-los. O arauto não muda sua abordagem ou mensagem. Se um pregador muda sua abordagem ou sua mensagem para diminuir a distração e resistência, ele não é mais um pregador. Ele abandonou o seu ministério. Mas que os arautos do Rei insistam em cumprir o seu dever, suportar as dificuldades e manter a fé.
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