A equipe do "Projecto Restaurando Vasos" deseja a todos os visitantes que nesse esteve conosco, deixando suas mensagens, lendo nossos esboços e participando de nossas enquetes. A todos internaltas que são de outros países que sempre estiveram junto nos visitando, Deus sempre vós abençoe!
JESUS SEMPRE EXISTIU?
Sempre existiu. Como se lê em João, capítulo primeiro: "No princípio era o Verbo, e o Verbo estava com Deus, e o Verbo era Deus... o Verbo se fez carne e habitou entre nós". Logo, o Verbo, JESUS, no princípio estava com Deus e era Deus. Então, Deus se fez homem e viveu como homem em nosso meio. JESUS sabia que havia saído de Deus e ia para Deus (Jo 13.3). O próprio Jesus afirmou que voltaria para o Pai e prepararia nosso lugar nos céus (Jo 14.2-4)
"Porque um menino nos nasceu, um filho se nos deu. O principado está sobre os seus ombros, e o seu nome será: MARAVILHOSO, CONSELHEIRO, DEUS FORTE, PAI DA ETERNIDADE, PRÍNCIPE DA PAZ". Isaías 9.6. Uma das mais objetivas afirmações sobre a eternidade de Jesus está em Isaías 9.6:
"Porque um menino nos nasceu, um filho se nos deu. O principado está sobre os seus ombros, e o seu nome será: MARAVILHOSO, CONSELHEIRO, DEUS FORTE, PAI DA ETERNIDADE, PRÍNCIPE DA PAZ". Isaías 9.6. Uma das mais objetivas afirmações sobre a eternidade de Jesus está em Isaías 9.6:
sábado, 25 de dezembro de 2010
Agradecimento
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sexta-feira, 24 de dezembro de 2010
As Sete Profecias Maias e a Bíblia

Os Maias veem ganhando adeptos devido os últimos acontecimentos mundiais. Os místicos e supersticiosos, relacionam os eventos de guerra, fome, peste, aquecimento global e outras catástrofes ao cumprimento das sete profecias. Tem muita gente acreditando que o mundo vai acabar em 2012 como "profetizaram" os maias. O assunto é bem extenso, mas, meu objetivo é apenas confrontar o que diz os maias com o que diz a Bíblia.
1ª profecia Maia: A partir de 1999 resta-nos 13 anos, para realizarmos mudanças e fugirmos da destruição. O mundo acabará em 2012.
Jesus disse: "Mas daquele dia e hora ninguém sabe, nem os anjos do céu, nem o Filho, senão O Pai" Mc 13: 32. (Se referindo ao fim dos tempos)
2ª Profecia: O comportamento da humanidade mudaria rapidamente a partir do eclipse solar de 11 de Agosto de 1999.
O comportamento da humanidade mudou já no inicio da criação, no jardim do Éden. Criado perfeito e revestido de glória, o homem, com o livre arbítrio, dado por Deus, escolheu desobedecer ao criador e dar ouvidos ao enganador (Satanás). A consequência foi a entrada do pecado no mundo e a mudança do comportamento do gênero humano. Gn 3:1-24. O homem, foi destituído da glória inicial:"Porque todos pecaram e destituídos estão da glória de Deus"Rm 3:23.
3ª e 4ª Profecias: Aquecimento global, derretimento dos gelos nos pólos, mudanças climáticas sem precedentes e a uma velocidade assombrosa.
"Haverá sinais no sol, na lua e nas estrelas; sobre a terra, angústia entre as nações em perplexidade por causa do bramido do mar e das ondas; haverá homens que desmaiarão de terror e pela expectativa das coisas que sobrevirão ao mundo; pois os poderes do céu serão abalados (Lc 21:25,26) Também Is 24:4,5 Mt 24:6. Essa profecia Divina é bem anterior aos Maias. A Bíblia nos revela que Jesus, È o verbo que se fez carne (Jo 1:1,2). Ou seja, Ele criou, todas as coisas. Era a Palavra de Gênesis (Gn 1). Os Maias, acertaram, porém, não seriam os primeiros a revelar os segredos do declínio ambiental no planeta. Uma prova, de que Deus É soberano e somente a Ele devemos honra e glória: "As primeiras coisas desde a antiguidade as anunciei; da minha boca saíram, e eu as fiz ouvir; apressuradamente as fiz, e aconteceram" Is 48:3.
5ª Profecia: O medo se acabará para dar lugar a uma nova realidade.
6ª Um cometa colocará em perigo a humanidade
6ª Um cometa colocará em perigo a humanidade
Os males terrenos, só serão extintos com a 2ª vinda de Cristo:" E Deus limpará de seus olhos toda lágrima, e não haverá mais morte, nem pranto, nem clamor, nem dor, porque já as primeiras coisas são passadas" Ap 21:4. Enquanto isso, a humanidade sofrerá as consequências do pecado, da rebeldia contra Deus. Ele criou todas as coisas boas (Gn 1:31), após rejeitar o bem, escolhendo o mal, o homem se tornou escravo de suas escolhas. Enquanto houver humanidade, haverá medo e dor. Essa profecia, portanto, não irá se cumprir da forma que os Maias anunciaram. É uma "furada".
7ª Profecia: Mudanças no sistema solar. Entre 1999 e 2012, a luz emitida do centro da galáxia provoca transformação interna, novas realidades e capacidade de superação através do pensamento.
Uma mudança no sistema solar, provocaria transformação interna? As pessoas alcançariam superação, através do pensamento? Que absurdo! Isso é ficção! A Bíblia relata que nos últimos dias haveria sinais no sol, na lua e nas estrelas(Lc 21:11,25,26- Mc 13:24). Os astros, porém, não têm poder para transformar quem quer que seja. Mudam estações, influenciam na natureza, no planeta. O homem possui espírito, incapaz de ser compreendido pelo que não é espírito. "Nele estava a vida, e a vida era a luz dos homens . Ali estava a luz verdadeira, que ilumina a todo o homem que vem ao mundo" Jo 1:4,9. Na Bíblia, a única luz, capaz de transformar o homem, chama-se Jesus. Os Maias, acreditavam que o sol era um Deus, esse é o motivo de creditarem a ele muitos benefícios dados ao homem. Essa teoria, porém, não tem fundamento. O sol, está sujeito ás leis de Deus: céu e terra, são regidos por quem os criou (Sl 119:89-91). Se você, está acreditando que o mundo irá acabar em 2012, porque os Maias assim disseram, lembre-se, muitos falsos profetas já aguardaram e pronunciaram outros fins, que nunca vieram. Essa é mais uma mentira. Devemos nos preparar, em espírito e em verdade, para a volta de nosso Senhor Jesus Cristo. Pois, Ele mesmo falou que voltaria. Não marcou dia, nem hora.Há uma necessidade de estarmos sempre preparados. Como? Arrependendo-se do passado, entregando toda a vida a Jesus, obedecendo-o, de acordo com sua Palavra. O homem que assim o fizer, estará salvo, para todo o sempre. Amém.
"Porque Deus amou o mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigênito, para que todo aquele que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna" Jo 3:16.
Acredite, essa é a maior profecia de todos os tempos.
Por: Wilma Rejane
A Parábola do Filho Pródigo

"E disse: Certo homem tinha dois filhos; e o mais moço disse ao pai: Pai, dá-me a parte dos bens que me pertence. E ele repartiu por eles a fazenda." Lc 15: 11 e 12 segue até o verso 32.
O filho mais novo via o pai como alguém rude, incapaz de compartilhar de todos os bens, por isso, exige sua parte da herança. A rebeldia, entretanto, estava no filho, que descumprindo a lei judaica, se torna herdeiro antes da morte do pai.
Desperdiça toda herança, fica na miséria. Pobre e infeliz resolve pedir ajuda a um fazendeiro. Pensou encontrar ali abrigo, comida e misericórdia, mas, não foi o que aconteceu. Sentiu fome, frio e solidão, dia após dia."E ninguém lhe dava nada" (v.16)
"E tornando em si, disse: Quantos jornaleiros de meu pai têm abundância de pão, e eu aqui pereço de fome!"(v.17)Ele percebeu que o pai era bondoso, generoso até mesmo com os trabalhadores (com quem não tinha parentesco), não seria com ele, filho? Percebeu que os bens materiais não foram capazes de fazê-lo feliz. Entendeu que ninguém o compreenderia tão bem quanto seu Pai.
Quantas pessoas estão passando por problema semelhante? O pai da parábola, representa Deus. Muitos, por não conhecê-lo, julgam-no distante, impiedoso e egoísta. Incapaz de compreender sentimentos, de amar os injustos pecadores. Optam por viver afastados, recebendo apenas "a parte que lhe cabe na herança" (a vida com suas mazelas).
Procuram ajuda nos "fazendeiros" do mundo, que só têm olhos para seus "porcos",ou seja, suas vidas sujas, imundas como um chiqueiro. "fazendeiros" que nada têm a oferecer, porque desconhecem o Pai.
Arrependido, o filho volta para casa. Imagino-o derramando lágrimas durante a viagem. Quantas lembranças do pai...
"Pai, pequei contra o céu e perante ti, e já não sou digno de ser chamado teu filho. Mas o pai disse aos seus servos: Trazei depressa a melhor roupa, e veste-lho, e ponde-lhe um anel na mão, e alparcas nos pés" (versos 21 e 22)
As vestes representam um novo espírito, o anel, uma nova aliança, desta feita, eterna. As sandálias, representam um novo caminho. O filho agora, estava bem abrigado nos braços do Pai.
O Filho mais velho
Recebeu do pai, conforme a lei, uma maior parte da herança (dois terços), enquanto o mais novo(um terço). Nunca deixara a casa do pai, era moderado e cumpria com seus deveres, porém, nunca investira em um relacionamento com o pai. Por isso, não o conhecia. Sua falta de amor era tamanha que sequer consegue chamar "meu irmão" e se refere ao irmão como: "este teu filho" (v.30).
Mesmo tenho muitos bens, faz questão do cabrito matado para festa do irmão: "Nunca me deste um cabrito (V.29). Era egoísta.Esse filho representa os fariseus. A casa do pai, representa o templo, a igreja. Está no templo, não significa necessariamente, conhecer a Deus.
Esse filho também precisa de arrependimento, salvação, encontro íntimo e real com seu pai(Deus). Esse filho ainda não conhece o verdadeiro amor, pois, nunca buscou-o.
A mãe do filho pródigo
Entendo que não por acaso, Jesus contou três parábolas seguidas, presentes em Lucas 15: A parábola da Ovelha Desgarrada, Dracma Perdida e Filho Pródigo. Há semelhança entre as três que se relacionam entre si. Todas falam do resgate do pecador arrependido e da necessidade de arrependimento dos fariseus.
Vejo que na Parábola da Ovelha, o Pastor é Jesus. Na Dracma Perdida, a mãe é a Igreja, a Candeia, O Espírito Santo. No Filho Pródigo- o Pai É Deus. Então: Aqui está o papel da Trindade na salvação do homem.
Jesus É o bom Pastor que deu sua vida pelas ovelhas, seu sacrifício na cruz, redime o homem de todo pecado, conduzindo-o a salvação. A Igreja é representante de Deus, necessita ter o fogo do Espírito Santo, a candeia acesa para ir em busca dos perdidos. Deus está sempre esperando os filhos retornarem para casa, Ele sempre os recebe com alegria e amor. Houve festa no céu na parábola da Ovelha, festa na casa da mulher, na parábola da dracma, festa na casa do filho pródigo.
Então: Sendo a igreja a mãe, a mesma que buscou a dracma, ela está presente na parábola do filho pródigo. Ela é a casa do filho pródigo. Uma casa que manteve a candeia acesa por todo o tempo em que o filho esteve distante. àquele pai, deve ter orado pela volta do filho, derramado lágrimas em suas petições a Deus. É assim que agem os cristãos cheios do Espírito Santo.
O filho mais velho estava sempre em casa(Igreja) só que sua candeia estava apagada. Ele não se alegrou com a volta do irmão, não orava por isso, sequer procurava saber como estava. Ele é o retrato da Igreja inoperante, morta, sem amor pelos perdidos, ou mesmo pelos que já se encontram salvos.
O Caminho
Fiquei muito feliz ao ver Deus confirmar nesse estudo o que me revelara sobre "Os caminhos da esquerda e da direita" (publicado anteriormente sob a tag meditações). Em todas as três parábolas existem os dois caminhos opostos a Deus e os dois tipos de pecadores: O que se arrepende e o que acha que não necessita de arrependimento por se achar justo. Obrigada Senhor!
Sendo o filho pródigo
Essa parábola, desde a infância, é uma das minhas preferidas. A ouvi pela primeira vez em um culto noturno, estava com uma tia. Fiquei acordada do começo ao fim esperando o desfecho. Não sabia eu que anos mais tarde me identificaria com o filho pródigo, retornando para casa, após minha conversão.
Esse estudo foi para mim, renovador, revelador. Desejo que assim seja para você também. Que ele fale profundamente ao seu coração. Amém.
Citações Bíblicas: Bíblia Sagrada, revista e corrigida, Almeida, J.F. SBTB.
Desperdiça toda herança, fica na miséria. Pobre e infeliz resolve pedir ajuda a um fazendeiro. Pensou encontrar ali abrigo, comida e misericórdia, mas, não foi o que aconteceu. Sentiu fome, frio e solidão, dia após dia."E ninguém lhe dava nada" (v.16)
"E tornando em si, disse: Quantos jornaleiros de meu pai têm abundância de pão, e eu aqui pereço de fome!"(v.17)Ele percebeu que o pai era bondoso, generoso até mesmo com os trabalhadores (com quem não tinha parentesco), não seria com ele, filho? Percebeu que os bens materiais não foram capazes de fazê-lo feliz. Entendeu que ninguém o compreenderia tão bem quanto seu Pai.
Quantas pessoas estão passando por problema semelhante? O pai da parábola, representa Deus. Muitos, por não conhecê-lo, julgam-no distante, impiedoso e egoísta. Incapaz de compreender sentimentos, de amar os injustos pecadores. Optam por viver afastados, recebendo apenas "a parte que lhe cabe na herança" (a vida com suas mazelas).
Procuram ajuda nos "fazendeiros" do mundo, que só têm olhos para seus "porcos",ou seja, suas vidas sujas, imundas como um chiqueiro. "fazendeiros" que nada têm a oferecer, porque desconhecem o Pai.
Arrependido, o filho volta para casa. Imagino-o derramando lágrimas durante a viagem. Quantas lembranças do pai...
"Pai, pequei contra o céu e perante ti, e já não sou digno de ser chamado teu filho. Mas o pai disse aos seus servos: Trazei depressa a melhor roupa, e veste-lho, e ponde-lhe um anel na mão, e alparcas nos pés" (versos 21 e 22)
As vestes representam um novo espírito, o anel, uma nova aliança, desta feita, eterna. As sandálias, representam um novo caminho. O filho agora, estava bem abrigado nos braços do Pai.
O Filho mais velho
Recebeu do pai, conforme a lei, uma maior parte da herança (dois terços), enquanto o mais novo(um terço). Nunca deixara a casa do pai, era moderado e cumpria com seus deveres, porém, nunca investira em um relacionamento com o pai. Por isso, não o conhecia. Sua falta de amor era tamanha que sequer consegue chamar "meu irmão" e se refere ao irmão como: "este teu filho" (v.30).
Mesmo tenho muitos bens, faz questão do cabrito matado para festa do irmão: "Nunca me deste um cabrito (V.29). Era egoísta.Esse filho representa os fariseus. A casa do pai, representa o templo, a igreja. Está no templo, não significa necessariamente, conhecer a Deus.
Esse filho também precisa de arrependimento, salvação, encontro íntimo e real com seu pai(Deus). Esse filho ainda não conhece o verdadeiro amor, pois, nunca buscou-o.
A mãe do filho pródigo
Entendo que não por acaso, Jesus contou três parábolas seguidas, presentes em Lucas 15: A parábola da Ovelha Desgarrada, Dracma Perdida e Filho Pródigo. Há semelhança entre as três que se relacionam entre si. Todas falam do resgate do pecador arrependido e da necessidade de arrependimento dos fariseus.
Vejo que na Parábola da Ovelha, o Pastor é Jesus. Na Dracma Perdida, a mãe é a Igreja, a Candeia, O Espírito Santo. No Filho Pródigo- o Pai É Deus. Então: Aqui está o papel da Trindade na salvação do homem.
Jesus É o bom Pastor que deu sua vida pelas ovelhas, seu sacrifício na cruz, redime o homem de todo pecado, conduzindo-o a salvação. A Igreja é representante de Deus, necessita ter o fogo do Espírito Santo, a candeia acesa para ir em busca dos perdidos. Deus está sempre esperando os filhos retornarem para casa, Ele sempre os recebe com alegria e amor. Houve festa no céu na parábola da Ovelha, festa na casa da mulher, na parábola da dracma, festa na casa do filho pródigo.
Então: Sendo a igreja a mãe, a mesma que buscou a dracma, ela está presente na parábola do filho pródigo. Ela é a casa do filho pródigo. Uma casa que manteve a candeia acesa por todo o tempo em que o filho esteve distante. àquele pai, deve ter orado pela volta do filho, derramado lágrimas em suas petições a Deus. É assim que agem os cristãos cheios do Espírito Santo.
O filho mais velho estava sempre em casa(Igreja) só que sua candeia estava apagada. Ele não se alegrou com a volta do irmão, não orava por isso, sequer procurava saber como estava. Ele é o retrato da Igreja inoperante, morta, sem amor pelos perdidos, ou mesmo pelos que já se encontram salvos.
O Caminho
Fiquei muito feliz ao ver Deus confirmar nesse estudo o que me revelara sobre "Os caminhos da esquerda e da direita" (publicado anteriormente sob a tag meditações). Em todas as três parábolas existem os dois caminhos opostos a Deus e os dois tipos de pecadores: O que se arrepende e o que acha que não necessita de arrependimento por se achar justo. Obrigada Senhor!
Sendo o filho pródigo
Essa parábola, desde a infância, é uma das minhas preferidas. A ouvi pela primeira vez em um culto noturno, estava com uma tia. Fiquei acordada do começo ao fim esperando o desfecho. Não sabia eu que anos mais tarde me identificaria com o filho pródigo, retornando para casa, após minha conversão.
Esse estudo foi para mim, renovador, revelador. Desejo que assim seja para você também. Que ele fale profundamente ao seu coração. Amém.
Citações Bíblicas: Bíblia Sagrada, revista e corrigida, Almeida, J.F. SBTB.
terça-feira, 21 de dezembro de 2010
O Filho da Viúva de Naim

No Evangelho de Lucas, capítulo sete (11a17), encontra-se o relato de uma ressureição, feita por Jesus. O cortejo, já estava a caminho do cemitério. Tratava-se do sepultamento de um jovem, filho único, de uma viúva, chamada apenas de : "viúva de Naim". Naim, era a cidade de nascimento da viúva. Esta cidade Israelense, ainda existe nos dias de hoje, com o mesmo nome. É uma pequena vila, muito pobre, habitada por árabes muçulmanos. Fica a 7km do Monte Tabor, no sopé do monte.
Jesus, ao chegar em Naim, encontrou a triste cena: A viúva, chorando, a perda do filho e uma multidão, a acompanhando. Imagino a comoção. As pessoas não iam em silêncio, mas lamentando. Palavras de dor e muitas lágrimas. Uma outra multidão, acompanhava Jesus. Eram seus discípulos, e pessoas ávidas por milagres (v11 e 12).
Enquanto Jesus e seus discípulos, entravam na cidade, o cortejo, saía. O encontro, acontece na "porta da cidade" (v11). A morte, encontra a vida. "E vendo-a, o Senhor moveu-se de íntima compaixão por ela, e disse-lhe: Não chores. E, chegando-se, tocou o esquife (e os que o levavam pararam), e disse: Jovem, a ti te digo: Levanta-te, E o defunto assentou-se, e começou a falar"(v13 e 14).
A atitude de Jesus, para com a viúva, representa compromisso, envolvimento. Como se Ele, penetrasse no âmago do ser, daquela mulher, captando toda sua tristeza, sendo movido por ela. O jovem, era levado. Pessoas, seguravam seu esquife. Bastou uma palavra do Mestre, para que voltasse a vida. Sei que muitas mães, têm chorado por seus filhos. Mães, que sofrem, como a viúva de Naim. Seus filhos, estão "sendo levados" pelos enganos do mundo. Estão mortos, em pecado. Os que "seguram o esquife do caixão", só o conduzem a destruição. Jesus, tem a resposta.
Ele se compadece das mães, que choram, que anseiam por vida na família. Jesus, poderia nem ter percebido o sofrimento da mulher. Afinal, já tinha uma multidão de pessoas o seguindo, dependendo de Sua atenção. Mas não! Ele voltou os olhos para quem vinha em sentido contrário, porém, com o mesmo desejo de milagre dos que O seguiam. Creio, que após a ressureição, do jovem, a multidão que era dividiva entre: Os que saíam de Naim e os que entravam, se unificou. O cortejo, deu meia volta. Todos, passaram a seguir Jesus.
Ele tem prazer na transformação. Deseja mudar o rumo dos "cortejos" que nos fazem chorar de tristeza. Não há nada que resista a Sua Palavra. O milagre aconteceu a caminho do cemitério. Lazáro, já estava no túmulo! Mas, Ele veio! Ele veio! E por que veio? Porque foi desejado, acreditado. Que assim seja para os que "estão saindo de Naim". Ele não os desamparará.
"Se alguém me servir, meu Pai o honrará" João 12:26.
Referências: Bíblia Sagrada, Almeida J.F.,Corrigida e Revisada,SBTB. Evangelho de Lucas.
Por Trás Das Malhadas.

O homem segundo o coração de Deus, chamado Davi, reúne em si grandes lições, aplicáveis aos que querem agradar a Deus. Davi, em hebraico “amado”, teve o privilégio, de ser escolhido para que de sua descendência surgisse O Enviado as Nações como Salvador: Jesus, O Messias. Por este motivo, vemos as referências nos Evangelhos e Epístolas: “Jesus, filho de Davi” Mt 9:27, 12:23 e Rm 1:3.
Saber que um homem tão especial para Deus, também cometeu erros, me conforta. O que não significa ter que errar para ser amado, mas que “O amor cobrirá uma multidão de pecados! I Pe 4:8. Certa feita, Davi indagou: “Quem sou eu, Senhor Deus? E qual é a minha casa, para que me tenhas trazido até aqui? I Cr 17:16.
O certo, é que Deus enxergou Davi enquanto ele apascentava ovelhas. Em sua solitária missão, ele olhava para os montes e conversava com Aquele que sabia ser o Criador. No campo, tocava harpa enquanto algumas ovelhinhas se acomodavam aos seus pés. O pastor Davi, as amava como a própria vida. Não importava o tamanho nem a força do animal que se aproximava do rebanho, ele enfrentava. I Sm 17:34. Sua vida pelas ovelhas. A família
não compreendia porque ele passava tantas horas no campo. Mesmo sem compreender, já haviam se acostumado. Apascentando as ovelhas ele se realizava.
Escolhendo um Rei na Casa de Davi
Designado por Deus para a missão de ungir o futuro Rei de Israel, o profeta se dirige a Belém de Judá. Ao ver a família de Jessé reunida, em seu coração, elege Eliabe, que em hebraico significa “Pai poderoso”. Sua aparência era tão imponente quanto o significado de seu nome, ele impressionou Samuel: “Certamente está perante o Senhor o seu ungido” I Sm 16:6. O que Deus responde a Samuel se traduz na essência do Reino celestial: “Não olhes para a aparência, mas para o coração, a este tenho rejeitado” I Sm 16:7, 8. O coração é a realidade do ser. Nós somos o espelho que traduz essa realidade. Eliabe tinha uma moldura esplêndida, mas suas ações e gestos eram reprováveis. Ele não compreendia as coisas do alto Era um homem carnal
Por Trás da Malhada:
Imagino Jessé preparando os filhos para a chegada de Samuel: a melhor roupa, recomendações de comportamento e Davi... excluído. Teriam dito para ele: “Amanhã, receberemos um profeta de Deus em nossa casa, não temos com quem deixar as ovelhas. Você ainda é muito jovem, certamente um de seus irmãos será o escolhido”. E de madrugada ainda, Davi parte para o campo com mantimento para um dia de trabalho. A caminho conversa baixinho com Deus: “O Senhor é a minha força, sei que me vê”. Aleluia!
Por trás da malhada, Davi profetizava seu futuro: Cada ovelha, um irmão israelita, sob seus cuidados. Tosquiava, alimentava, resgatava. O rebanho era grande, mas chamava cada ovelha pelo nome. Com carinho as tratava. Conhecia o estado do rebanho. Um grande homem, de nobre coração, a quem sua família teimava em não conhecer.
O Chamado
Enquanto os irmãos de Davi desfilavam para Samuel, ele dançava para Deus. Os olhos de Deus estavam sobre ele: “Samuel, não escolhi a nenhum desses, mas ao mais moço, manda chamá-lo” I Sm 16:11. E quando Davi enxerga o mensageiro ofegante, seu coração se enche de alegria, o caminho de casa naquele dia se tornou mais curto, o amado do Senhor parecia flutuar em direção ao seu chamado: “Levanta-te Samuel, unge-o, porque é este mesmo” I Sm 16:12. E ali, perante toda sua casa, o jovem ruivo, de formoso semblante, desprezado pelos irmãos, se torna Rei de Israel!" Eu te tirei do curral, de detrás das malhadas, para que fosses chefe do meu povo Israel. E estive contigo por toda parte, por onde foste" I Cr 17:7,8.
Deus te escolheu como vencedor
Gosto do versículo de Jeremias: “Porque eu bem sei os pensamentos que tenho a vosso respeito, diz o Senhor, pensamentos de paz e não de mal, para vos dar o fim que esperais” 29: 11. Foi um dos primeiros que memorizei, costumava repeti-lo para fortalecer meu espírito. O mundo e o diabo tentam roubar de nós o maravilhoso dom da felicidade. Diariamente, põe diante de nós situações de derrota, para que nos acomodemos aos desígnios naturais. Mas, Deus, fala diferente. Mesmo que estejamos na pior das situações, Ele tem um plano e anseia colocá-lo em prática, como fez a Davi.
Desprezado pelos irmãos, excluído dos privilégios, o menor entre todos: Deus o via, e deu a última palavra: “Te escolhi, para ser Rei”. Nada pode impedir o sucesso do homem que tem um coração transbordante de bondade e gratidão a Deus. Os homens carnais não compreendem os sobrenaturais I Cor 2:14. O galã Eliabe, não levava Davi a sério, tratava-o como um incapaz. Davi cheio de fé se preparava para combater o gigante Golias, quando Eliabe diz: “O que estás fazendo aqui? Com quem deixaste as ovelhas? Bem conheço a tua presunção, e a maldade do teu coração, que desceste para ver a peleja”I Sm 17:28. Como pode,?! Ele viu Davi ser ungido por Samuel! Eliabe era desprovido de entendimento.
Se nossa família, ou quem quer que seja não consegue enxergar a nossa importância, não desanimemos. Deus reconhece. Ele é um Pai justo e perfeito, que jamais despreza seus filhos. Deus nos chamou para vencer. Tirando-nos de detrás das malhadas: Um lugar onde nossos corações são transformados para servir e adorar. Davi, ao sair das malhadas, ainda precisou aprender muitas lições até assumir o trono. As vitórias, conquistas, não acontecem do dia para noite. É preciso tempo e preparo. Mas Deus tem a conta dos dias. Ele transforma a vida dos que se dispõe a manter um relacionamento íntimo e sincero com Ele. Que assim seja para com você. Que as malhadas, sejam o começo de uma duradoura vida de vitórias.
Por: Wilma Rejane
segunda-feira, 20 de dezembro de 2010
A Sunamita II Reis 4:8-37
Essa história sempre me chamou muito àtenção: "Uma mulher que em meio a mais terrível dor (morte do filho) demonstra tranquilidade e fé". A Bíblia sequer menciona o seu nome, apenas chama-a de "sunamita", uma referência a cidade de Suném, onde morava. Suném quer dizer: "lugar de repouso". Localizada a sudeste do mar da Galiléia, entre os montes Gilboa e Tabor, na planície de Jezreel é herança da tribo de Isaacar.O profeta Eliseu exercia seu ministério por lá quando foi notado pela sunamita: "Eis que este é um santo homem de Deus". Uma mulher, de discernimento. Eliseu torna-se hóspede dela. Como forma de retribuição, o profeta quis falar com o rei, a fim de lhe conceder favores. A sunamita, repondeu: "Eu habito no meio de meu povo"(II Reis 4:13), ou seja, "sou feliz neste lugar, não necessito de mais riquezas, me agrada o convívio com o povo". Eliseu, então, pede a Deus que lhe dê um filho.
Deus, em resposta a oração de Eliseu, realiza o desejo do coração da bondosa mulher. Seu filho já crescido, morre de uma dor de cabeça muito forte. Alguns teólogos, dizem que foi acometido de insolação já que passara muito tempo no campo, segando com o seu pai ( II Rs 4: 18-20)
O que fez a sunamita?
Chorou desesperadamente, lamentou, se revoltou contra Deus. Não!! Ela deitou o menino no quarto de Eliseu, reuniu os empregados, preparou jumentas e foi até o Monte Carmelo ao encontro do profeta. Seu marido estranhou:"Por que vais a ele hoje"? Ele nem imaginou onde chegaria a fé da sunamita. Sua resposta beira os limites do incompreensivel:"Tudo vai bem" Como?com o filho morto? "Tudo vai bem" Suas atitudes demonstram auto controle possível apenas em estado de total equilíbrio emocional, ou seja, ela não ficou desesperada.
Tribulações em Suném:
Você, já passou por algo parecido? Recebeu uma promessa de Deus, e viu essa promessa morrer? A sunamita, nos aponta um caminho: "Tudo vai bem", quando cremos em um Deus, que do pó, cria e recria a vida. Por mais difícil que pareça, é preciso repousarmos em "Suném". Acreditarmos que Deus quer o melhor para aqueles que obedecem e acreditam. Nos momentos mais tenebrosos, de escuridão, que não conseguimos enxergar o futuro. Como se diante de nós houvesse, um grande abismo, sem ligação, com o a esperança, com a felicidade, é preciso, repousar. Agir, de forma surpreendente. Não com a nossa frágil e pequena força. Mas, com a força, vinda do alto, disponível para os buscam com todo o coração:
"Quando andar em trevas, e não tiver luz nenhuma, confie no Nome do Senhor, e firme-se sobre O seu Deus" Is 50:10
"Porque eu bem sei os pensamentos que tenho a vosso respeito, diz o Senhor; pensamentos de paz, e não de mal, para vos dar o fim que esperais, então me invocareis, e ireis e orareis a mim, e eu vos ouvirei. E buscar-me-eis, e me achareis, quando me buscardes com todo o vosso coração" Jr 29:11-14.
Encontrar o Senhor, eis a maior dádiva: Ouvir do céu, uma resposta. Nem sempre, recebemos o que pedimos, porém, Deus é sábio, para nos conduzir ao melhor lugar. Aos que conhecem a Deus, o conforto de saber que Ele sempre, sempre quer o melhor para seus filhos. O justo Jó, sofreu os mais terríveis males. Perdeu todos os filhos. No final, a restituição. Deus, zela, ama, e restitui. O diabo, rouba, mina. Deus vem e vivifica, faz transbordar, esta é a herança preparada para os filhos do Reino.
Que possamos nos espelhar neste grande exemplo de fé da sunamita. Deus nos abençoe.
Por:Wilma Rejane
Citações:Biblía Sagrada
Barro Nas Mãos do Oleiro

No livro de Jeremias, Capitulo 18, Deus conduz o profeta a visitar uma olaria e observar o trabalho de um oleiro. A visão do profeta, serviria de mensagem para toda nação de Israel: Deus, O Oleiro. Israel, o barro. A roda do oleiro, o tempo. A voz de Deus, foi audível, naquele lugar. O trabalho dos oleiros, na confecção de vasos de barro, nunca mudou. É o mesmo, através dos séculos. A mensagem, portanto, a ser transmitida, permanece. O que Deus, nos fala através dessa metáfora?
O Barro: Em seu estado bruto, não serve para manuseio, na roda de oleiro. Precisa, passar por todo um processo, se tornar elástico, para modelagem: Colhe-se o barro, penera, mistura com água, deixa de molho (para livrar das impurezas) e é pisado até sair todas as bolhas de ar(enfraquecem o vaso na hora de passar pelo forno). No forno, o barro, enfim, se torna mais resistente.
O Vaso: Do barro fomos criados (Gn 2:7) e ao barro tornaremos (Ec 12:7). Vivemos, portanto, para o objetivo de sermos levados "a casa do Oleiro". Um digno destino. A olaria, simboliza, o Reino de Deus.
Algumas porções de barro, se tornam, "vasos de honra" (II Tm 2:21). Carregam tesouros (IICor 4:7). Algumas, vasos de desonra (Rm 9:21): Passaram pelo Oleiro, porém, estão a carregar coisas impuras, ilícitas, produtos de roubo, morte e destruição. Relaciono estes, aos apostatas, pessoas que deixaram "o primeiro amor", no afã de se tornarem, servos de Mamon. Vasos de desonra.
Ainda existe, um terceiro e triste destino para um vaso: ser quebrado. "...Deste modo quebrarei eu a este povo, e a esta cidade, como se quebra o vaso do oleiro, que não pode mais refazer-se..." Jr 19: 11. A quebra do vaso, pelas mãos de Jeremias, tinha o propósito de alertar as pessoas de seus graves pecados. Simbolizava julgamento. Israel, passara, de vaso de honra, para desonra e por fim seria destruída. A utilidade (ou inutilidade) do vaso, define sua longevidade. Que tipo de vaso, estamos sendo?
O ser humano, pecador, cheio de impurezas, barro, no estado bruto, chega a "Olaria" para ser trabalhado. Somos escolhidos (At 9:15), purificados (Jo 17:17), provados (Sl 11:5) e aprovados (IITm 2:15).
O Oleiro: Com destreza e paciência, molda o barro, que, na roda de oleiro, é totalmente dependente D'Ele. Se deixa moldar. Se, ao tomar forma de vaso, o barro, se despedaçar, O Oleiro, torna a juntar a massa e faz outro vaso, ainda melhor. Ele não abandona o vaso, despedaçado em suas mãos.
Deus, anseia que entremos na olaria, no Seu Reino. Só assim o barro ganha forma. Um material, pobre e fácil, tornado excelente. "Temos, porém, esse tesouro em vasos de barro para que a excelência do conhecimento seja de Deus e não de nós" II Cor 4:7. Um paradoxo: Seres humanos, frágeis, tornando-se instrumentos nas mãos de Deus.E nesse processo, Ele perdoa, a todo que se fizer servo. Ele revigora as forças do abatido, animando-o a prosseguir. Como o vaso, que quebra na roda de moldar e recebe nova vida.
Que Deus em Cristo, nos faça recordar, sempre, que eramos barro, destinados a perdição: Arrastados pela água, ressecados pelo sol, levados pelo vento. O Oleiro, nos recolheu. Entregues em suas mãos, nos tornamos vasos. Moldados para o serviço. Louvado seja O Oleiro!
Por:Wilma Rejane
Fontes:Bíblia de Estudo Plenitude, Almeida J.F. Edição Revista e Corrigida 1995, SBB.
Confecção de um vaso de barro método e processo
domingo, 19 de dezembro de 2010
Água em Vinho

Convidado a um casamento, Jesus, realiza o que seria, seu primeiro milagre: transformar água em vinho. Naquela festa, em Caná da Galiléia, o vinho era a prioridade. Água, tinha em abundância. A falta do vinho, seria um desastre: Fim de festa e convidados insatisfeitos. Jesus, então, foi procurado, solicitado . Pegou toda a água que seria para a purificação dos judeus e transformou em vinho.
Fico imaginando o "rebuliço" dos Judeus. Cheios de rituais, só comiam após lavar as mãos repetidas vezes. Bebiam em copos bem lavados e agora? Teriam que cometer sacrilégio. "Onde já se viu? Sequer tem um lugar para lavarmos as mãos!" O que é o legalismo. Jesus, fazendo maravilhas na festa e eles preocupados com os rituais. Devem ter se retirado com raiva, sem sequer provar o vinho, o melhor vinho que poderiam beber em toda suas vidas.
Não foi por acaso que Jesus, escolheu as seis talhas de pedra, que os judeus usariam. É!! Ele poderia ter respeitado seus irmãos judeus e usar outros recipientes para operação do milagre. Mas, não! Ele quis justamente nos dizer que precisamos nos libertar do legalismo. "provar o Seu vinho". Os rituais aprisionam. "O vinho de Jesus" dá alegria, satisfação. Se seguir a Cristo, tem se tornado fardo. Então, é hora de convida-lo para transformar "água em vinho". Talvez, sua caminhada na vida cristã, tenha se tornado ritual, legalismo.
Se, você, ainda não é um cristão. "Tem água em abundância" na sua vida, mas, não sente alegria, satisfação. Não é feliz no casamento, nem nas demais áreas da vida, é hora de uma mudança. Entregue a "água". Ou seja, tudo que tens, porém, não satisfazem seu viver.
Jesus, usou talhas, de pedra, cheias de água. Era o símbolo da santificação dos judeus. Limpava o exterior. O interior, contudo, permanecia sujo, infeliz. Entregue suas "talhas de pedras" e verás o que o mestre te devolve. Naquele casamento, após, o milagre do vinho, a música se tornou mais envolvente, as pessoas, alegres, felizes. Se for convidado, para sua vida, Jesus, fará o mesmo por você.
Citações: Bíblia Sagrada, Almeida J. F., Atualizada e Corrigida, SBTB. Evangelho de João Cap: 2 do verso 1 ao 12.
Por Wilma Rejane
A Depressão do Profeta Elias

"Elias, foi sentar-se embaixo de um pé de zimbro e pediu a morte" I Rs 19:4
É dificil entender como alguém de relacionamento tão íntimo com Deus, cheio do Espírito Santo, chegue a tal situação. Elias, não foi o primeiro, e não será o único. Por todos os dias, desfrutamos de misericórdia e fidelidade Divina, porém, quando as tribulações nos chegam, a falibilidade humana, tende a esquecer a infalibilidade de Deus. Elias, estava desanimado, angustiado e cheio de dúvidas:Ameaçado de morte, foge da terrível Jezabel e refugia-se no deserto, embaixo de um pé de zimbro, pedindo a morte.
Ele preferia ser morto por Deus, a ser entreguea uma ímpia . Elias, havia presenciado a morte, de muitos profetas, não esperava, contudo, que sua vez chegaria. Afinal, ele era amigo de Deus, com muitas promessas a serem realizadas. Isto já conteceu com você? Acreditou firmemente nas promessas Divinas e de repente viu tudo conspirar contra? Deus, havia esquecido de Elias? Haveria Deus, esquecido de mim e de você? Dos que O buscam e confiam em Sua providência?
Eu já estive como Elias. Foi quando escrevi o artigo: "No começo era o fim" ou "Não temas, verme de Jacó". Estive, em um momento de grande angústia, vi, uma porção preciosa de minha vida desmoronar. Parecia o fim. Não cheguei a pedir a morte, mas, era como se houvesse morrido. Me refugiei no "zimbro", A Palavra de Deus. As mensagens, que ministro, passam primeiramente por mim. Deus, me fala, me anima, me conforta, e me sinto na obrigação de fazer o mesmo. Porque sei, que outras vidas serão edificadas. Embaixo do "zimbro", recebo Àgua e Pão. Me fortaleço para prosseguir, confiante de que Deus está comigo.
Hoje, ao reler o artigo que escrevi a dois anos atrás, vejo como Deus me foi fiel. Converteu o mal começo. Tornou tudo novo e melhor! Maravilhoso É O Senhor! Grande em poder e misericórdia! Elias, caminhou solitário, por um dia, em direção ao deserto, sem comida, nem água, em silêncio, conversou com Deus, porque sequer tinha forças para falar. Ao encontrar a sombra, contemplou a aridez do solo, o céu, sem nuvens, e erguendo sua voz, orou, a Deus. Não era a oração que Deus, queria ouvir. Mas que Deus, sabia ser possível e previsível a todo e qualquer homem limitado e oprimido.
Satanás, ataca-nos em nossos momentos de fraqueza. Foi assim, com Jesus, no deserto. Jesus, teve fome, o inimigo, lhe ofereceu pão. Ele se apresenta, como a solução mais rápida e fácil. Foi assim com Elias: "Pede a morte, você, não merece mais viver dessa forma", essa voz, "martelava" na cabeça do profeta. Assim, como martelou na de Moisés, Jonas e Jô. Exatamente, quando se acharam em grande aperto, eles, também, pediram a morte. Ao nos sentirmos derrotados, o inimigo, tem a vitória.
Quando você estiver caminhando para o deserto, lembre-se, refugie-se no zimbro: "E deitou-se e dormiu debaixo do zimbro; eis então que o anjo o tocou, e lhe disse: levanta-te come" I Rs 19:5. Elias, estava tão desanimado que comeu bebeu, mas dormiu novamente. Isto, pode acontecer conosco. Elias, recebeu o Rhema de Deus. Deus, falando especificamente para Ele. Uma palavra viva, tão viva, que moveu o céu. Um anjo, visível, lhe animando. Elias, tornou a dormir. E pela segunda vez ouviu: "Levanta e come, te será muito longo o caminho"I Rs 19:7. O caminho foi realmente longo, o profeta, caminhou por quarenta dias no deserto, fortalecido por Deus.
Talvez, Elias desejasse, comer e dormir para sempre. mas, é impossível, permanecer inerte, quando Deus nos fala fazendo-nos saber que está conosco. Quando Deus fala, tudo se transforma. Quando Ele diz: "Não temas, pois, porque estou contigo" Is 43:5, impossível não se levantar. O profeta, seguiu, porém, após os quarenta dias, tornou a se sentir fraco. Se refugiou em uma caverna, e Deus, novamente, o falou, através de uma brisa "mansa e delicada". Elias estava obstinado. Deus, porém, não desistiu de Elias. Ele nunca desiste de nós. Por isso, "saia da caverna". Não se intimide pelas ameaças do inimigo. Coma e beba no "zimbro" e não desista.
"Senhor, mataram todos os profetas e só eu fiquei e buscam minha vida para matar-me" I Rs 19:14. Elias, estava certo de que era o único naquela situação. Deus, pacientemente , o manda retornar, diz para ele ungir Eliseu como profeta para substitui-lo, por fim, revela a Elias que existiam mais sete mil homens (profetas), na mesma situação dele: ameaçados de morte, fugindo de Jezabel. Não somos os únicos a passar por tribulações, existem milhares de vidas em situação igual ou pior que a nossa.
A história de Elias, teve um final feliz. Ele venceu em vida, até ser arrebatado aos céus. Seus inimigos, tiveram um fim trágico. Elias, com todas as suas falhas, foi agradável a Deus. Conosco, não é diferente. Deus nos ama. Mais do que nossa finita mente possa alcançar. Ele, não quer que desistamos, mas que nos refugiemos Nele. No "zimbro", onde Àgua e Comida, nos fortalecerá rumo a vitória. Que as lições de Elias "homem sujeito ás mesmas paixões que nós"Tg 5:17, fale, profundamente aos nossos corações, amém.
Wilma Rejane
A visão da amendoeira
"Ainda veio a mim a Palavra do Senhor, dizendo: Que é que vês Jeremias? E eu disse: Vejo uma amendoeira. E disse-me o Senhor: Viste bem; porque eu velo sobre a minha Palavr
a para a cumprir" (Jeremias 1:11,12).Porque Deus mostrou uma amendoeira a Jeremias? Qual o significado da visão?
A amendoeira é considerada a "despertadora" no pensamento hebraico, visto que de todas as árvores ela é a que floresce mais cedo, muito atenta a oportunidade de florir. As amendoeiras também têem grande capacidade de regeneração não necessitando de podas. A cada ano elas morrem e renascem esplêndidamente tornando-se completamente floridas.

Da mesma forma que a amendoeira se comporta, sendo atenta a capacidade de renascer, de florir, Deus se comporta para com o seu povo. Ele está atento, vigilante, de sentinela para no momento certo cumprir a sua Palavra. Ali onde parece não haver vida, tal qual a amendoeira
tudo volta a florir com mais beleza ainda.
Por Wilma Rejane
sexta-feira, 17 de dezembro de 2010
Jesus Dormindo no Barco

O dia foi cansativo. Multidões de enfermos e endemoninhados curados. De manhã, até à noite, Jesus e os discípulos pouco haviam comido ou repousado. Encerram os trabalhos e entram em um barco em direção a outra margem do lago da Galiléia. Nas cercanias do lago, também chamado de Tiberíades ou Genezaré, havia muitas cidades: Gadara, Cafarnaum, Betsaida... Para onde quer que fossem, ao desembarcarem nas margens do lago, havia pessoas esperando por eles.
Jesus exausto não resiste e dorme tão logo recosta a cabeça em uma almofada na popa do barco. Os discípulos conversam sobre as maravilhas que viram. Era tarde da noite, estavam no meio do lago, em lugar profundo quando se levanta um temporal de vento “E subiam as ondas por cima do barco, de maneira que já se enchia, havia também com ele outros barquinhos” Mc 4:35, 36.
Certamente, todos os outros barcos que navegavam na Galiléia, foram atingidos pela adversidade. Não sabemos de que forma reagiram. Mas no barco de Jesus, houve desespero. Alvoroçados, acordam o Mestre: “Não se te dá que pereçamos?” Mc 4:38. Jesus dormia na popa. A popa é a secção traseira dos barcos e por razões funcionais, é onde se localiza o aparelho de manobra do leme ou da roda de leme. Jesus dormia, mas era o capitão por ali. O barco estava a seus cuidados e direção. Os discípulos ainda não haviam entendido isso. Precisaram ser corrigidos: “Por que sois tão tímidos”? Ainda não tendes fé? Mc 4:40.
Nenhuma adversidade pode ser maior que o poder de Jesus. Aquele barco, jamais iria a pique. Ele precisava chegar à outra margem. Um lugar em que a experiência com Deus, testemunharia para outras vidas. Quantos barquinhos estavam por ali naquela noite? Não se sabe. Mas os que estavam estancados nas margens não sofreram tanto. Se quisermos crescer em graça e conhecimento, é necessário “pegar um barco para outra margem”. Nesse ínterim, vai haver dor, sofrimento. Mas uma coisa é certa; Jesus estará na popa. Dormindo tranquilamente, não só porque confiamos nEle, mas porque Ele confia em nós. Já nos deu Sua palavra e tudo que temos que fazer é colocá-la em prática.
Para outra Margem
Quando Deus aporta em um coração quebrantado e sedento por servi-Lo, tem inicio um processo de busca e comunhão que não deve ser rompido, ainda que soprem ventos e fortes ondas. Haverá o tempo da colheita: “E o vento se aquietou e houve grande bonança” Mc 4:39.
José foi jogado em um “barco” como mercadoria a deriva. Vendido como escravo, caluniado e preso, chega ao posto de governador do Egito e senhor de seus irmãos. No lugar profundo, bem no meio das águas ele vivenciou a ventania, mas não desistiu: “E disse Faraó a seus servos: Acharíamos um homem como este em quem haja o Espírito de Deus”? Gn 41:38. José não guardou mágoa, rancor ou revolta contra Deus e o mundo. Ele prosseguiu acreditando que “Jesus dormia na popa do barco” e acordaria na hora certa. E o que dizer de Jó, Moisés, David, Ana, Esther, Noemi, Maria, Paulo e tantos outros que experimentaram temporais até desembarcarem na “outra margem”?
O lago da Galiléia é abundante em peixes, alguns barquinhos eram conduzidos por pescadores, de perto, de longe, a perder de vista. Todos foram atingidos por ventos e ondas. Quando pensardes que sóis o único a sofrer lembre: “Havia outros barquinhos”. Jesus no comando é que faz a diferença.
Elias pensou que era o único barquinho a ser sacudido pela tempestade: “Só eu fiquei por profeta do Senhor, tem quatrocentos e cinqüenta homens atrás de mim” I Rs 18:22. Ao que Deus respondeu: “Elias, Elias, tem mais barco ai na tempestade, moço!”. Sabe o que me impressiona? È que Deus só fala isto para Elias muito depois de ouvir “só eu fiquei”. Deus não quis acabar com a exclusividade dele de imediato. Este sentimento também é comum em nós e podemos levar algum tempo até descobrirmos que o sofrimento não é uma exclusividade nossa.
O Silêncio de Deus
“Mestre não se te dá que pereçamos”? Em outras palavras: não vais fazer nada? Será que não estás vendo? Acaba logo com esse sofrimento! A reação dos discípulos é tipicamente humana e alheia ao conhecimento de Deus. É imediatista centrada nas emoções: frio, medo, barulho das águas, desconhecido.
“Ó Deus, não fiques em silêncio! Não cerres os ouvidos nem fiques impassível, ó Deus” Sl 83:1.
É importante dizer que além do processo de cura e crescimento proporcionados pelas tempestades da vida, existe também o sofrimento causado pelo pecado, pelo nosso silêncio em relação a Deus: Não nos arrependemos, confessamos, ou O obedecemos. Por tudo isso, não conseguimos ouvi-Lo. Não é que Ele tenha nos deixado, nós é que nos distanciamos de tal forma que não reconhecemos Sua voz.
Davi viveu momentos de profunda comunhão com Deus. Inspirado, criou Salmos belíssimos. Foi uma líder profeta para as nações. Mas quando mandou matar Urias para ficar com Bate-Seba experimentou o silêncio dos céus, jejuou e chorou para que o filho não morresse, mas não foi atendido: “Quem sabe se Deus se compadecerá de mim, e viverá a criança” A criança morreu (II Sm 12:22). Um barco, no meio do lago da Galiléia, sacudido pelo temporal.
Até que ele despertou Jesus com a sua adoração, arrependimento e confissão: “Tem misericórdia de mim ó Deus, segundo a tua benignidade; apaga as minhas transgressões, segundo a multidão das tuas misericórdias” Sl 51:1. Davi chegou à outra margem do lago e foi agraciado com o nascimento do filho Salomão – aquele que tem paz - o salmista viu no filho uma nova época em que reinaria paz, bonança.
O silêncio de Deus é algo angustiante para os que O amam, mas representa apenas uma pausa em Sua voz, um intervalo entre noite e dia, entre uma margem à outra do lago.
O Poder da Palavra
Jesus é O Verbo, A Palavra (Jo 1:1) que transformada em carne veio ao mundo para dizer aos homens que tudo é possível ao que crê (Mc 9:23). Não existe nenhum sistema, religião, filosofia ou o que quer que seja criado pelos homens que se equipare a supremacia das Escrituras. Certo homem estava com o criado doente e aproximando-se de Jesus suplicou: “Dize só uma palavra e meu criado sarará” Mt 8:8 Uma só palavra tem poder de mover o céu. Um soldado americano testemunhou para a imprensa mundial que sobreviveu a guerra e as doenças graças a sua fé em Jesus. Todos os dias eu confessava: “Maior é o que está em mim do que o que está no mundo” I João 4:4
Enquanto não agimos confiantes na Palavra, Ela dorme para nós. Se a fé vem pelo ouvir Rm 10:17, é necessário que atentemos para Ela a fim de trazer à existência aquilo que ainda não existe (Hb 11:1). O milagre, não é um mérito humano, mas Divino. Agora, o objeto do milagre, precisa está revestido de fé, é a porção divina que lhe cabe. Ou seja, o homem nada é sem a Palavra e a Palavra não opera sem a fé do homem. Deus fez dessa forma para que a Ele fosse concedida toda a glória.
Jesus Dorme
Mas tem a direção do barco. Nele podemos descansar. Se deixamos a multidão para navegar com Jesus, saibamos que certamente Ele nos levará para a outra margem. Um lugar onde a bonança será fruto do nosso crescimento e experiência com Deus. Nas águas profundas, na intensidade da comunhão, haverá dor - Ele nos molda nas revoltas águas. Ensina-nos a confiar, a perceber Sua presença ainda que silenciosa. Em qualquer situação adversa enfrentada sempre haverá “outros barquinhos”, sinalizando que você não é o único e nem está sozinho no meio do lago. Outros barquinhos podem até ir a pique ou mesmo desistir de prosseguir, mas se você está com Cristo, Ele te anima a chegar à outra margem.
Ventania espalha sementes, mobiliza sensações desagradáveis, mas é preciso acreditar que Ele tem o leme, e Sua voz chegará na hora certa para “aquietar o vento e calar as águas”. As sementes cairão em outros “barquinhos” e germinarão pela voz do Mestre. Sim, os tripulantes de outras embarcações perceberão de onde vem a poderosa voz e serão atraídos. No meio do lago, sejamos socorro. Ao desembarcar na outra margem, sejamos benção.
Em Cristo.
Wilma Rejane.
segunda-feira, 13 de dezembro de 2010
Jesus e a Mulher Adúltera

A passagem Bíblica que narra o encontro de Jesus com a mulher adúltera, já se inicia de maneira revolucionária: "Jesus, assentando-se, ensinava no templo" (Jo 8:2). Ele se assentava em qualquer parapeito, degrau, calçada, barco, aonde fosse e ministrava a Palavra. Enquanto isso, os fariseus disputavam o púlpito e as melhores cadeiras nas sinagogas.
Ele havia acabado de ensinar aos discípulos, estava saindo do templo e enquanto se dirige para casa, um motim se forma em Sua direção. Dezenas de homens carregam uma mulher segurando-a fortemente nos braços. Empurram, agridem verbalmente. Ela, com as vestes rasgadas, os cabelos assanhados, chora, soluça implora piedade. Teria sido a mulher, vitima de armação? Onde estaria o homem que adulterou com ela? Por que omitiam parte da lei de Moisés que previa apedrejamento para o casal?
"Também o homem que adulterar com a mulher do outro havendo adulterado com a mulher de seu próximo, certamente morrerá o adúltero e a adúltera" Lv 20:10
A intenção não era fazer justiça, mas punir Jesus, a mulher era uma espécie de "isca": "Na lei nos mandou Moisés que as tais sejam apedrejadas, Tu, pois, que dizes"? Jo 8:5. Enquanto os homens seguram pedras nas mãos, bradam por morte, Jesus se inclina para escrever na terra. Eles ficam surpresos com a atitude de Jesus. Movimentam a cabeça em dúvida enquanto olhares procuram resposta: "O que Ele está fazendo"?! Penso que o gesto de Jesus foi uma forma de dizimar a ira, calar os insultos, as muitas vozes. Jesus se inclina e eles silenciam, soltam à mulher, que em suspense aguarda o desfecho.
"Ele escrevia com o dedo na terra" Jo 8:6
Não haviam muitas pedras no lugar, O Mestre se agacha e espalha com as mãos o pó das pedras, a areia. Representantes da Lei ajuntam pedras. Jesus representante da graça se interessa pelo pó delas. Eles, a morte. Jesus, a Vida: “E formou Deus o homem do Pó da terra" (Gn 2:7). Nas mãos do carpinteiro, o pó da terra é moldado.
Jesus inaugura um novo tempo em que às pedras testificariam do Seu poder: "Digo-vos que, se estes se calarem, as próprias pedras clamarão" Lc 19:40
"Vós também, como pedras vivas, sois edificados
casa espiritual e sacerdócio santo, para
oferecer sacrifícios espirituais, agradáveis
a Deus, por Jesus Cristo." IPe 2.5
casa espiritual e sacerdócio santo, para
oferecer sacrifícios espirituais, agradáveis
a Deus, por Jesus Cristo." IPe 2.5
Ao se agachar em meio à turba Jesus nos dá uma lição: "Seja um pacificador". Aquele motim de homens enfurecidos não contamina o coração de Jesus. Já não se ouve o som das muitas vozes, uns poucos homens perguntam simultâneamente: "Dize o que devemos fazer"? "Jesus endireita-se e diz: "Aquele que de entre vós está sem pecado seja o primeiro que atire pedra contra ela e tornando a inclinar-se escrevia na terra" Jo 8:7-8
Jesus escreve na terra de costas para eles. A segunda agachada de Jesus, mais uma vez transforma a situação. Obriga-os a refletir: "Saíram um a um a começar pelos mais velhos." Envergonhados, feridos na consciência, soltam as pedras ao chão. A graça não veio para condenar, mas para salvar: "Nem eu também te condeno; vai-te e não peques mais" Jo 8:11. A mulher profundamente agradecida sai correndo pelas ruas segurando suas vestes rasgadas.
A notícia deve ter se espalhado em Jerusalém, chegado aos ouvidos de seu marido. A Bíblia não menciona o que aconteceu com o casamento daquela mulher, mas vejo seu esposo "soltando as pedras", abraçando-a, perdoando-a. Assim creio porque Deus começou uma obra na vida dela e deve ter amparado-a em sua família.
Existem muitas lições nessa maravilhosa passagem das Escrituras, não me atrevo a enumera-las. Apenas oro para que o Espírito Santo fale aos corações revelando os mistérios da graça. Soli Deo Glória.
"Baseado em João 8:1-11.
Wilma Rejane"
"Baseado em João 8:1-11.
Filhos de Agar ou Herdeiros das Promessas?

" E o anjo disse a Agar, serva de Sarai, donde vens e para onde vais?" Gn 16:8
Quando conhecemos a Verdade Salvadora, presente em Cristo Jesus, nos enchemos de sonhos e também de certezas. Sabemos que aquela vida, reservada para nós, por Deus, nosso Pai, nos trará bem aventuranças: "Por causa da esperança que vos está reservada nos céus..." Cl 1:5. É como se estivéssemos caminhando em direção errada, rumo a um grande abismo, sem direito a resgate e de repente encontrássemos um mapa. Um mapa que nos indica: "Perigo a tantos metros, não siga em frente! Mude a rota!". Daí, bem ali, sentado à beira da estrada você obedece. Arruma sua mochila, guarda as instruções seguras em seu coração e segue confiante, rumo à terra prometida em que constam todas as promessas referentes à sua pessoa. O mapa, que salvou o andarilho, não só lhe apontou um Caminho sem enganos, sem armadilhas, mas representou um novo começo, um novo tempo. É assim também conosco: O andarilho perdido, em direção à morte, representa o homem inclinado à vontade da carne em direção ao inferno, filhos de Agar, herdeiros da desobediência. Agar era uma escrava egípcia que servia a Sara, esposa de Abraão. De tanto esperar a promessa de um filho, Sara que era estéril, impacientemente pediu ao esposo que coabitasse com Agar, dessa relação, nasce Ismael, a quem Paulo descreve no livro de Gálatas como "filho da escrava" Gl 4:22.
Cada vez que imitamos o andarilho fora da rota, podemos ser chamados de "filhos de Agar": Nos distanciamos das promessas de Deus para nós e confiados em nossos desejos, realizamos, através da força o que pede nosso impulsivo coração. Somos filhos de Agar por natureza, mas, essa natureza, necessita ser transformada. O Mapa. Ele nos indica a direção certa. Ele está escrito. Com letras Eternas. Quando obedeço às suas indicações, deixo de ser andarilho perdido e me torno cidadão dos céus, em uma viagem que me conduzirá ao Paraíso. No final do Mapa, uma indicação que me faz ter ânimo para caminhar, me faz ter vontade de seguir em frente: "E Deus limpará de seus olhos toda lágrima, e não haverá mais morte, nem pranto, nem clamor, nem dor, porque as primeiras coisas são passadas" Ap 21:4
Onde estamos na estrada da vida? Somos o andarilho perdido, como filhos de Agar? Somos o viajante confiante rumo ao Paraíso? O que somos? Caminho rumo às promessas ao Paraíso ou ao abismo? Já olhei o mapa? O Mapa é a Palavra de Deus, ao alcance de todos. Ele não é impossível de ser encontrado, para todo andarilho, Deus providenciou um. Ele nos deu o direito da partida, o nascimento foi a largada, onde está o seu mapa? Em sua eterna providencia e bondade, Deus enviou um mensageiro. A Este, concedeu ser um Mapa Mundi, estampado na História. Nenhum andarilho, peregrino, teria a desculpa de ser lançado ao abismo por não conhecê-Lo. Ele é Jesus. Aos que O seguirem, a certeza de direção segura. O abismo será um tormento distante, o fracasso, um vilarejo sombrio e abandonado à beira do caminho, deixado para trás.
"E porque sois filhos, Deus enviou aos vossos corações o Espírito de seu Filho, que clama Aba, Pai. Assim que já não és mais servo, mas filho: e se és filho, és também herdeiro de Deus por Cristo" Gl 4:6,7.
Pegue o Mapa, obedeça-o, mude de direção e passarás de Filho de Agar a Herdeiro das ricas e Eternas promessas de Deus.
"Wilma Rejane."
Aprendendo com Marta e Maria

Jesus, estava a caminho de Jerusalém. Muitos discípulos com Ele. Ao chegarem, na aldeia de Betânia, as pessoas se agitam. Correm para vê-Lo. Muitos, ali, já conheciam o Mestre. Haviam presenciado milagres. Testemunhos de curas e transformações, faziam de Jesus, um visitante, muito aguardado, no lugar. Mas, era na casa de Lázaro que Ele costumava passar mais vezes. Tinha se tornado, amigo da família. Marta, a mais velha, era a primeira a recebê-Lo.
Maria, embora ansiosa por Sua chegada, não se adiantava, à porta. Ao ver Jesus, tudo em Maria mudava. Seu rosto se tornava mais alegre. Seus gestos, transmitiam amor e carinho. Maria, anelava por aquela presença. Certa feita, ungiu a Jesus, com unguento precioso. Os longos cabelos de Maria, deslizavam nos pés do Mestre. O perfume, podia ser sentido de longe. Quanta gratidão havia em Maria. Quanta devoção. Quanto amor. Maria, representa, os verdadeiros adoradores. Os que encontram felicidade na presença de Jesus. Os que se entregam sem medida, na certeza de uma nova vida. Maria, prioriza o Reino de Deus. Ele, em primeiro lugar. Jesus, se alegrava com Maria.
Marta, não desfrutava da presença de Seu anfitrião. com muita disposição, servia água e comida para todos. Jesus, sentado. Os discípulos, a Seus pés. Ali também, Maria. Todos O ouviam. Marta, entrava e saia do recinto. Ocupada e afadigada. Por que deveria fazer tudo sozinha? Será que Jesus não via que enquanto ela trabalhava, Maria nada fazia? " Senhor, dispensa a Maria para que me ajudes, não te importas comigo"? Lc 10:40. Para Marta, ficar aos pés de Jesus, não era tão importante, quanto agradar os visitantes.
"Marta, Marta, estás ansiosa e afadigada com muitas coisas, mas uma só é necessária" Lc 10:41.
Marta não esperava ouvir isto de Jesus. O erro não seria de Maria, que não a ajudava? Marta tinha o dom de servir.Em João 12, lê-se: "Fizeram-lhe pois, ali uma ceia, e Marta servia"v(2) Trabalhadora e providente, sua casa era bem cuidada. Seus irmãos também. Porém, algo em Marta, precisaria ser mudado. Sua vida. Suas prioridades. Marta, é o exemplo da preocupação com o exterior, enquanto, Maria, representa o interior, o coração.
Marta, se parece muito, com os fariseus: Esperam alcançar o Reino, através das obras. Acreditam na justificação pelas obras. São obras, sem fé. Sem direção. O que ela fazia era importante? É claro que era. Jesus, não estava dizendo para Marta que ela não deveria servir o próximo. Mas que ela deveria buscar O reino. Isto, era o mais importante. Marta, precisaria conhecer a vontade de Jesus, para sua vida. Como agradá-Lo. Como atrair seus elogios. Como ter uma vida tranquila e produtiva.
Se estamos ocupados com muitas coisas, no dia a dia. Priorizando o secular. Negligenciando o relacionamento com Deus. Precisamos parar. Retomar a direção. Fadiga, ansiedade e murmuração, nos conduzem à carnalidade. Isso pode acontecer, até mesmo, com os que estão na igreja. Receberam Jesus, em suas casas. Porém, estão envolvidos em tantas atividades que não há tempo para investir em um relacionamento profundo com Jesus. A história de Marta e Maria, nos convida a uma vida equilibrada. Tendo Jesus como O Centro.
"Maria escolheu a boa parte, a qual não lhe será tirada" Lc 10:42.
Costumo me perguntar: Estou agindo como Marta ou como Maria? Se acordo pensando em mil coisas. Apressada para iniciar as atividades seculares. Dou uma parada. Me tranco no quarto, corro para os pés de Jesus: "Senhor, me nego a viver ansiosamente. Eis-me aqui. Quero passar algum tempo Contigo. Preciso, dizer-Te tudo quanto está em meu coração. Sem Ti, não tenho forças para prosseguir. És meu Refúgio, Fortaleza, Direção. Tranquiliza minha alma." Sei que as coisas, seguem de forma diferente após falar com Jesus. Falo com Ele, Ele comigo. Através da oração e leitura da Palavra se estabelecesse inesquecíveis momentos com Deus.
Que possamos ter a disposição de Marta, adorando como Maria. Que Cristo Jesus, seja O Centro de nossas vidas. Amém.
"Por:Wilma RejaneQue possamos ter a disposição de Marta, adorando como Maria. Que Cristo Jesus, seja O Centro de nossas vidas. Amém.
Citações:Bíblia Sagrada"
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