O reino de Babilônia era dividido em províncias. Daniel foi nomeado governador sobre todas as províncias e permaneceu na capital do império. Atendendo a um pedido seu, o rei concordou que seus companheiros assumissem cargos políticos importantes no reino e, por isso, separaram-se: “E pediu Daniel ao rei, e constituiu ele sobre os negócios da província de Babilônia a Sadraque, Mesaque e Abednego; mas Daniel permaneceu na porta do rei” (Dn 2.49).
A imagem do rei Nabucodonosor foi levantada no campo de Dura, distante cerca de dez quilômetros da Babilônia. Tudo indica que Daniel não estava presente ou foi dispensado de ter de demonstrar sua lealdade ao rei devido à sua elevada posição.
JESUS SEMPRE EXISTIU?
Sempre existiu. Como se lê em João, capítulo primeiro: "No princípio era o Verbo, e o Verbo estava com Deus, e o Verbo era Deus... o Verbo se fez carne e habitou entre nós". Logo, o Verbo, JESUS, no princípio estava com Deus e era Deus. Então, Deus se fez homem e viveu como homem em nosso meio. JESUS sabia que havia saído de Deus e ia para Deus (Jo 13.3). O próprio Jesus afirmou que voltaria para o Pai e prepararia nosso lugar nos céus (Jo 14.2-4)
"Porque um menino nos nasceu, um filho se nos deu. O principado está sobre os seus ombros, e o seu nome será: MARAVILHOSO, CONSELHEIRO, DEUS FORTE, PAI DA ETERNIDADE, PRÍNCIPE DA PAZ". Isaías 9.6. Uma das mais objetivas afirmações sobre a eternidade de Jesus está em Isaías 9.6:
"Porque um menino nos nasceu, um filho se nos deu. O principado está sobre os seus ombros, e o seu nome será: MARAVILHOSO, CONSELHEIRO, DEUS FORTE, PAI DA ETERNIDADE, PRÍNCIPE DA PAZ". Isaías 9.6. Uma das mais objetivas afirmações sobre a eternidade de Jesus está em Isaías 9.6:
sábado, 25 de fevereiro de 2012
A Superioridade de Cristo Lucas 9.18-22
Introdução:
As pessoas viam Jesus pregando e curando em vários lugares. Contudo, não sabiam muito bem quem ele era.
Os mais bem informados achavam que ele era filho de José, o carpinteiro. Alguns, mais espirituais, achavam que ele era um antigo profeta ressuscitado.
1- Opiniões bonitas, porém erradas.
Também nos nossos dias, as pessoas têm idéias erradas sobre Jesus. Dizem que ele é um mestre, um espírito iluminado, um revolucionário, fundador de uma religião.
2- Quem é Jesus?
Jesus é o filho de Deus. Ele é superior a todos os profetas e a todos aqueles que são considerados “deuses”, guias, anjos, santos ou entidades espirituais.
3- O que ele fez?
O texto fala sobre sua morte e ressurreição. Nenhum outro morreu por nós e, se morresse, não teria ressuscitado.
Conclusão:
Precisamos reconhecer a superioridade de Cristo, renunciar a outros “salvadores” e ídolos, aceitar o sacrifício de Cristo e fazer um compromisso com ele.
As pessoas viam Jesus pregando e curando em vários lugares. Contudo, não sabiam muito bem quem ele era.
Os mais bem informados achavam que ele era filho de José, o carpinteiro. Alguns, mais espirituais, achavam que ele era um antigo profeta ressuscitado.
1- Opiniões bonitas, porém erradas.
Também nos nossos dias, as pessoas têm idéias erradas sobre Jesus. Dizem que ele é um mestre, um espírito iluminado, um revolucionário, fundador de uma religião.
2- Quem é Jesus?
Jesus é o filho de Deus. Ele é superior a todos os profetas e a todos aqueles que são considerados “deuses”, guias, anjos, santos ou entidades espirituais.
3- O que ele fez?
O texto fala sobre sua morte e ressurreição. Nenhum outro morreu por nós e, se morresse, não teria ressuscitado.
Conclusão:
Precisamos reconhecer a superioridade de Cristo, renunciar a outros “salvadores” e ídolos, aceitar o sacrifício de Cristo e fazer um compromisso com ele.
Quem é o Moderno Fariseu?
O grupo religioso dos fariseus surgiu poucos séculos antes de Cristo com o objetivo de restaurar a obediência estrita à Palavra de Deus. Na época do Evangelho, eles são descritos por Paulo como a seita mais severa do judaísmo (Atos 26:5), e por Marcos como extremamente zelosos e minuciosos com sua tradição (Marcos 7:3-4). Outras passagens nos evangelhos confirmam estas características. Entretanto, nenhum outro grupo foi tão confrontado por Jesus enquanto este viveu na terra (veja Mateus 23).
Será que isto significa que Deus reprova a obediência estrita a Palavra? Que Jesus confrontou os fariseus porque eles obedeciam as Escrituras “ao pé da letra”? Não foi a obediência à Palavra que Jesus condenou nos fariseus, porque os fariseus não obedeciam à Palavra, mas às próprias tradições (Mateus 15:6,9; Mateus 23:23). O motivo pelo qual Jesus foi tão contra os fariseus é porque eles deixaram as Escrituras de lado, e passaram a seguir mandamentos de homens.
Portanto, devemos insistir na obediência ao Evangelho (João 4:34), na permanência dentro dos limites da doutrina (1 Coríntios 4:5; 2 João 9), no não medir esforços para tirar o pecado (cf. Mateus 18:8) e até mesmo em enfrentar as últimas consequências pela vontade de Deus (Mateus 26:39), pois isto não foi o que Jesus combateu, mas o que ele mesmo viveu, seguido pelos apóstolos (1 João 2:6; 1 Coríntios 11:1).
“Porque se a vossa justiça não exceder em muito a dos escribas e fariseus, jamais entrareis no reino dos céus” (Mateus 5:20).
Será que isto significa que Deus reprova a obediência estrita a Palavra? Que Jesus confrontou os fariseus porque eles obedeciam as Escrituras “ao pé da letra”? Não foi a obediência à Palavra que Jesus condenou nos fariseus, porque os fariseus não obedeciam à Palavra, mas às próprias tradições (Mateus 15:6,9; Mateus 23:23). O motivo pelo qual Jesus foi tão contra os fariseus é porque eles deixaram as Escrituras de lado, e passaram a seguir mandamentos de homens.
Portanto, devemos insistir na obediência ao Evangelho (João 4:34), na permanência dentro dos limites da doutrina (1 Coríntios 4:5; 2 João 9), no não medir esforços para tirar o pecado (cf. Mateus 18:8) e até mesmo em enfrentar as últimas consequências pela vontade de Deus (Mateus 26:39), pois isto não foi o que Jesus combateu, mas o que ele mesmo viveu, seguido pelos apóstolos (1 João 2:6; 1 Coríntios 11:1).
“Porque se a vossa justiça não exceder em muito a dos escribas e fariseus, jamais entrareis no reino dos céus” (Mateus 5:20).
Desperta Tu Que Dormes
Há alguns anos, perto das Cataratas do Niágara, havia um jovem que trabalhava como guia de turistas. Um dia, não tendo o que fazer, amarrou sua canoa num lugar bem acima das cataratas e deitou-se dentro dela para descansar. Embalado no seio das águas sempre agitadas, adormeceu. Julgava ter amarrado o barco com segurança, mas, com o constante balançar, a corda desprende-se, e finalmente, a canoa começou a ser levada pela correnteza, com seu tripulante inconsciente do que se passava. As pessoas que se encontravam na margem, percebendo o grave perigo em que o jovem se encontrava, gritavam em alta voz, na esperança de o acordar para que se salvasse, enquando a correnteza não fosse forte demais. Porém, foi em vão que se esforçaram.
Em dado momento o barco encalhou num rochedo que sobressaía no meio do rio. Ao notarem isso, os observadores redobraram seus esforços para despertar o adormecido, gritando freneticamente:
- Agarre no rochedo!! Salte para a rocha!!
Porém, o pobre rapaz continuou dormindo, inconsciente do perigo iminente que o ameaçava. Não demorou para que a força da correnteza afastasse o barco do rochedo e o levasse a grande velocidade para as cataratas. O infeliz só foi acordado pelo estrondo ensurdecedor das grandes massas de água, pelas quais foi arrastado para a morte.
Que horror! Dormingo na canoa! Tranquila e inconscientemente deslizando para as garras da morte! Só de pensar nisto já nos faz estremecer. Contudo, isto serve para descrever muito nitidamente a indiferença das pessoas em nossos dias, muitas das quais completamente despreocupadas quanto ao seu rumo fatal; profundamente adormecidas nos seus pecados, e talvez, embaladas na maré dos prazeres terrestes efêmeros ou encantadas por infundada confiança numa vida aparentemente sem defeito, ou numa religião professa. TODOS ESTÃO DORMINDO NA CANOA!
"O deus deste século cegou os entendimentos dos incrédulos, para que lhes não resplandeça a luz do evangelho da glória de Cristo, que é a imagem de Deus." - II Coríntios 4.4.
"Crê no senhor Jesus Cristo, e serás salvo, tu e a tua casa." - Atos 16.31.
Em dado momento o barco encalhou num rochedo que sobressaía no meio do rio. Ao notarem isso, os observadores redobraram seus esforços para despertar o adormecido, gritando freneticamente:
- Agarre no rochedo!! Salte para a rocha!!
Porém, o pobre rapaz continuou dormindo, inconsciente do perigo iminente que o ameaçava. Não demorou para que a força da correnteza afastasse o barco do rochedo e o levasse a grande velocidade para as cataratas. O infeliz só foi acordado pelo estrondo ensurdecedor das grandes massas de água, pelas quais foi arrastado para a morte.
Que horror! Dormingo na canoa! Tranquila e inconscientemente deslizando para as garras da morte! Só de pensar nisto já nos faz estremecer. Contudo, isto serve para descrever muito nitidamente a indiferença das pessoas em nossos dias, muitas das quais completamente despreocupadas quanto ao seu rumo fatal; profundamente adormecidas nos seus pecados, e talvez, embaladas na maré dos prazeres terrestes efêmeros ou encantadas por infundada confiança numa vida aparentemente sem defeito, ou numa religião professa. TODOS ESTÃO DORMINDO NA CANOA!
"O deus deste século cegou os entendimentos dos incrédulos, para que lhes não resplandeça a luz do evangelho da glória de Cristo, que é a imagem de Deus." - II Coríntios 4.4.
"Crê no senhor Jesus Cristo, e serás salvo, tu e a tua casa." - Atos 16.31.
Fofoca, uma arma diabólica para promover desunião entre irmãos
Texto: Sl. Cap. 34 Vers. 11 - 16
Fofocar: Ato ou efeito de espalhar noticias falsas, e que venha a denegrir a imagem e o caráter de alguém.
Introdução: Queridos irmãos infelizmente podemos ver que o opositor de Deus vem atuando de forma sutil e em muitas vezes eficaz entre os santos do Senhor. Ele tem usado de uma arma que poucos estão percebendo que lamentavelmente tem sido utilizada por alguns que vivem entre nós. Essa arma é a fofoca, que tem causado desunião, intrigas e amarguras na vida de alguns cristãos.
Vejamos abaixo como dete-las, neutralizá-las e vence-lás para glória de Deus :
1 – O que é um fofoqueiro ?
a)É uma pessoa super curiosa
b)É uma pessoa de dupla personalidade
2 – Como podemos identificar um fofoqueiro?
a)Quando ele não fala na frente da vítima
b)Quando ele não se responsabiliza com o que fala
3 – Quais os danos causados por um fofoqueiro?
a)Ele promove desunião até entre melhores amigos
b)Ele promove destituições de reputações
c)ele promove amargura em corações
4 – Como neutralizar o crescimento de um fofoqueiro?
a)Não dar credibilidade nas suas más conversações
b)Não deixá-lo espalhar as fofocas
c)Exigir que ele se retrate
5 – porque devemos proceder dessa forma?
a)Porque o inimigo, é o único interessado pela desunião
b)Porque Deus nos chamou para abençoar nosso irmão
c)Porque no céu não entrará fofoqueiro
Conclusão: Acima conseguimos, definir, conhecer e aprender como neutralizar uma das mais perigosas aramas utilizadas pelo diabo nesse século que é a fofoca. Fica uma pergunta em nossos corações, será que vale apena permitir que os fofoqueiros continuem inchertando as suas malicias na igreja de Deus? Não seria mais sensato deletá-los do meio dos salvos em Cristo. Sem dúvida que devemos excluí-lo de nosso meio, pois Deus tem nos dado armas ainda mais poderosas para banir a mentira, se deixarmos ela continuar progredindo, estaremos permitindo que o desânimo e sofrimento venham sobre as ovelhas do Senhor.
Lembre-se: Deus nos chamou para abençoar e não amaldiçoar o seu tão querido povo. Pense nisso!
Fofocar: Ato ou efeito de espalhar noticias falsas, e que venha a denegrir a imagem e o caráter de alguém.
Introdução: Queridos irmãos infelizmente podemos ver que o opositor de Deus vem atuando de forma sutil e em muitas vezes eficaz entre os santos do Senhor. Ele tem usado de uma arma que poucos estão percebendo que lamentavelmente tem sido utilizada por alguns que vivem entre nós. Essa arma é a fofoca, que tem causado desunião, intrigas e amarguras na vida de alguns cristãos.
Vejamos abaixo como dete-las, neutralizá-las e vence-lás para glória de Deus :
1 – O que é um fofoqueiro ?
a)É uma pessoa super curiosa
b)É uma pessoa de dupla personalidade
2 – Como podemos identificar um fofoqueiro?
a)Quando ele não fala na frente da vítima
b)Quando ele não se responsabiliza com o que fala
3 – Quais os danos causados por um fofoqueiro?
a)Ele promove desunião até entre melhores amigos
b)Ele promove destituições de reputações
c)ele promove amargura em corações
4 – Como neutralizar o crescimento de um fofoqueiro?
a)Não dar credibilidade nas suas más conversações
b)Não deixá-lo espalhar as fofocas
c)Exigir que ele se retrate
5 – porque devemos proceder dessa forma?
a)Porque o inimigo, é o único interessado pela desunião
b)Porque Deus nos chamou para abençoar nosso irmão
c)Porque no céu não entrará fofoqueiro
Conclusão: Acima conseguimos, definir, conhecer e aprender como neutralizar uma das mais perigosas aramas utilizadas pelo diabo nesse século que é a fofoca. Fica uma pergunta em nossos corações, será que vale apena permitir que os fofoqueiros continuem inchertando as suas malicias na igreja de Deus? Não seria mais sensato deletá-los do meio dos salvos em Cristo. Sem dúvida que devemos excluí-lo de nosso meio, pois Deus tem nos dado armas ainda mais poderosas para banir a mentira, se deixarmos ela continuar progredindo, estaremos permitindo que o desânimo e sofrimento venham sobre as ovelhas do Senhor.
Lembre-se: Deus nos chamou para abençoar e não amaldiçoar o seu tão querido povo. Pense nisso!
Do Céu da Boca de Deus ao Céu da Boca do Leão I Reis 13.1-26
TANTO A OBEDIÊNCIA A DEUS QUANTO A DESOBEDIÊNCIA TEM CONSEQÜÊNCIAS DIRETAS E IMEDIATAS EM NOSSA VIDA.
Esta é a história de um homem de Deus que, enquanto obedecia à Deus, "estava no céu", mas, quando desobedeceu foi parar no céu da boca de um leão. Por que? Porque tanto a obediência quanto a desobediência tem conseqüências diretas e imediatas em nossa vida:
1. AS CONSEQÜENCIAS DA OBEDIÊNCIA
Enquanto obedecia, o homem de Deus "estava no céu". Era só benção. Benção sobre benção:
a) Autoridade espiritual para profetizar contra os altares contaminados. Se fosse hoje, autoridade para profetizar contra as religiões, denominações e igrejas que se desviaram da verdade - vs 1-3.
b) Proteção divina (ao apontar para o profeta, ordenando sua prisão, a mão do rei se secou, congelando sua ameaça) - vs 4.
c) Confirmação divina às suas palavras (ele profetizou contra o altar e o altar fendeu, rachou) - vs 5.
d) Orações respondidas, milagres acontecendo (orou pelo rei e a mão de rei se soltou) - vs 6.
2. AS CONSEQÜENCIAS DA DESOBEDIÊNCIA
Ele bem sabia o que Deus havia lhe ordenado (vs 7-10), mas, a lisonja de um profeta velho o seduziu (vs 11-14). E bastou uma falsa revelação para demonstrar que era muito baixo o seu nível de comprometimento com Deus - vs 15-18.
As conseqüências da desobediência cairam sobre sua cabeça:
a) Ele perdeu a direção de Deus sobre a sua vida - vs 19.
b) Foi repreendido e amaldiçoado - vs 21-22.
c) Comeu o pão da amargura e a água do desespero, pois sabia o que lhe iria acontecer; sabia que não poderia se esconder de Deus - vs 23.
d) Pagou o salário do pecado: a morte - vs 24.
Conclusão:
A obediência irrestrita à Deus nos leva a provar bençãos sem medida, porém, com a mesma intensidade, mas, em sentido contrário, a desobediência nos leva a provar as amarguras do pecado.
Esta é a história de um homem de Deus que, enquanto obedecia à Deus, "estava no céu", mas, quando desobedeceu foi parar no céu da boca de um leão. Por que? Porque tanto a obediência quanto a desobediência tem conseqüências diretas e imediatas em nossa vida:
1. AS CONSEQÜENCIAS DA OBEDIÊNCIA
Enquanto obedecia, o homem de Deus "estava no céu". Era só benção. Benção sobre benção:
a) Autoridade espiritual para profetizar contra os altares contaminados. Se fosse hoje, autoridade para profetizar contra as religiões, denominações e igrejas que se desviaram da verdade - vs 1-3.
b) Proteção divina (ao apontar para o profeta, ordenando sua prisão, a mão do rei se secou, congelando sua ameaça) - vs 4.
c) Confirmação divina às suas palavras (ele profetizou contra o altar e o altar fendeu, rachou) - vs 5.
d) Orações respondidas, milagres acontecendo (orou pelo rei e a mão de rei se soltou) - vs 6.
2. AS CONSEQÜENCIAS DA DESOBEDIÊNCIA
Ele bem sabia o que Deus havia lhe ordenado (vs 7-10), mas, a lisonja de um profeta velho o seduziu (vs 11-14). E bastou uma falsa revelação para demonstrar que era muito baixo o seu nível de comprometimento com Deus - vs 15-18.
As conseqüências da desobediência cairam sobre sua cabeça:
a) Ele perdeu a direção de Deus sobre a sua vida - vs 19.
b) Foi repreendido e amaldiçoado - vs 21-22.
c) Comeu o pão da amargura e a água do desespero, pois sabia o que lhe iria acontecer; sabia que não poderia se esconder de Deus - vs 23.
d) Pagou o salário do pecado: a morte - vs 24.
Conclusão:
A obediência irrestrita à Deus nos leva a provar bençãos sem medida, porém, com a mesma intensidade, mas, em sentido contrário, a desobediência nos leva a provar as amarguras do pecado.
Oração de Jesus no Getsêmani Mt 26.36-45
INTRODUÇÃO:
Getsêmani era um pequeno jardim nas proximidades de Jerusalém, para onde Jesus inúmeras vezes se retraia para fugir da agitação das multidões. Ali, na solidão da noite, buscava intimidade com o Pai em preciosos momentos de meditação e oração. “Neste recanto solitário, havia recebido coragem e energias espirituais para enfrentar as lutas tremendas que lhe sobrevieram em seu santo ministério” (Notas e Comentários à Harmonia dos Evangelhos, Egídio Gioia, Editora Juerp, 1969, Vol. I, pág. 344). Getsêmani significa literalmente “lagar do óleo”. O lagar era o lugar onde as uvas eram pisadas, para a extração do suco. Vejamos alguns pontos de destaque na experiência do Senhor no Jardim do Getsêmani:
I. JESUS MANIFESTOU PROFUNDA TRISTEZA
1. V. 37, “começou a entristecer-se e a angustiar-se”. Entristecer-se – “tornar triste, afetar com tristeza, causar aflição, magoar, afligir, ofender tornar alguém preocupado, fazê-lo receoso”; Angustiar-se - “estar ansioso, em grande aflição ou angústia, deprimido”.
2. V. 38, “a minha alma está profundamente triste até à morte”. Observe, não apenas “triste”, mas “profundamente triste”. Ou seja, “dominado com pesar a ponto da tristeza causar a própria morte”.
3. A essência desta “profunda tristeza” do Senhor estava relacionada ao seu horror pelo pecado, não dEle próprio, mas de toda a humanidade que iria LHE cair sobre o seu corpo na cruz. Nas palavras de Pedro temos: “carregando ele mesmo em seu corpo, sobre o madeiro, os nossos pecados, para que nós, mortos para os pecados, vivamos para a justiça; por suas chagas, fostes sarados”, 1 Pe 2.24.
4. Ele podia sentir a realidade da maldição da cruz. Seria “maldito pela justíssima lei de Deus” (Notas e Comentários à Harmonia dos Evangelhos, Egídio Gioia, Editora Juerp, 1969, Vol. I, pág. 344). Paulo escrevendo aos gálatas pode dizer: “Cristo nos resgatou da maldição da lei, fazendo-se ele próprio maldição em nosso lugar (porque está escrito: Maldito todo aquele que for pendurado em madeiro)”, Gl 3.13.
II. JESUS SE SENTIU PROFUNDAMENTE SÓ
1. V. 36, “Jesus com eles a um lugar chamado Getsêmani”. O Senhor levou consigo os discípulos mais chegados – “a Pedro e aos dois filhos de Zebedeu”, v. 37, pois precisava de apoio num dos momentos mais importantes de todo o seu ministério terreno.
2. V. 38, “ficai aqui e vigiai comigo”. Aqui o Senhor reiterou sua carência de companhia.
3. V. 40, “nem uma hora pudestes vós vigiar comigo?”. Manifestou sua decepção.
4. Ao falar desta solidão do Senhor, e sua necessidade de apoio e companhia, Lucas menciona a vinda de um anjo para assisti-LO, uma providência do Pai: “Então, lhe apareceu um anjo do céu que o confortava”, Lc 22.43.
III. JESUS ESTAVA LIMITADO ÀS FRAGILIDADES HUMANAS
1. V. 41, “vigiai e orai, para que não entreis em tentação; o espírito, na verdade, está pronto, mas a carne é fraca”. Embora o Senhor esteja admoestando seus discípulos, ao expressar que a “carne é fraca”, estava também referindo à sua própria carne a qual estava sendo colocada à prova naquele momento.
2. V. 43, “E, voltando, achou-os outra vez dormindo; porque os seus olhos estavam pesados”. Sobre esta experiência Lucas afirma que os discípulos estavam “dormindo de tristeza”, Lc 22.45.
IV. JESUS ENTREGOU-SE À VONTADE DO PAI
1. V. 42, “Meu Pai, se não é possível passar de mim este cálice sem que eu o beba, faça-se a tua vontade”. A palavra “cálice” pode significar “porção ou experiência de alguém, seja prazenteira ou adversa”.
2. V. 45, “Eis que é chegada a hora, e o Filho do Homem está sendo entregue nas mãos de pecadores”. Sem perceber, Judas Iscariotes cumpre seu papel na traição de Jesus, mas somente pode concretizar seu plano em razão da auto-entrega do Senhor. “assim como o Pai me conhece a mim, e eu conheço o Pai; e dou a minha vida pelas ovelhas”, Jo 10.15. Paulo afirma: “o qual se entregou a si mesmo pelos nossos pecados, para nos desarraigar deste mundo perverso, segundo a vontade de nosso Deus e Pai”, Gl 1.4.
CONCLUSÃO:
Lucas 22.44, “E, estando em agonia, orava mais intensamente. E aconteceu que o seu suor se tornou como gotas de sangue caindo sobre a terra”. Temos aqui um fenômeno denominado pela ciência médica de “diapédesi”. Assim como as uvas eram moídas no lagar (Getsêmani – “lagar do óleo”) para a extração de seu suco, Cristo foi moído em sua alma a ponto dEle serem extraídas “gotas de sangue”.
Getsêmani era um pequeno jardim nas proximidades de Jerusalém, para onde Jesus inúmeras vezes se retraia para fugir da agitação das multidões. Ali, na solidão da noite, buscava intimidade com o Pai em preciosos momentos de meditação e oração. “Neste recanto solitário, havia recebido coragem e energias espirituais para enfrentar as lutas tremendas que lhe sobrevieram em seu santo ministério” (Notas e Comentários à Harmonia dos Evangelhos, Egídio Gioia, Editora Juerp, 1969, Vol. I, pág. 344). Getsêmani significa literalmente “lagar do óleo”. O lagar era o lugar onde as uvas eram pisadas, para a extração do suco. Vejamos alguns pontos de destaque na experiência do Senhor no Jardim do Getsêmani:
I. JESUS MANIFESTOU PROFUNDA TRISTEZA
1. V. 37, “começou a entristecer-se e a angustiar-se”. Entristecer-se – “tornar triste, afetar com tristeza, causar aflição, magoar, afligir, ofender tornar alguém preocupado, fazê-lo receoso”; Angustiar-se - “estar ansioso, em grande aflição ou angústia, deprimido”.
2. V. 38, “a minha alma está profundamente triste até à morte”. Observe, não apenas “triste”, mas “profundamente triste”. Ou seja, “dominado com pesar a ponto da tristeza causar a própria morte”.
3. A essência desta “profunda tristeza” do Senhor estava relacionada ao seu horror pelo pecado, não dEle próprio, mas de toda a humanidade que iria LHE cair sobre o seu corpo na cruz. Nas palavras de Pedro temos: “carregando ele mesmo em seu corpo, sobre o madeiro, os nossos pecados, para que nós, mortos para os pecados, vivamos para a justiça; por suas chagas, fostes sarados”, 1 Pe 2.24.
4. Ele podia sentir a realidade da maldição da cruz. Seria “maldito pela justíssima lei de Deus” (Notas e Comentários à Harmonia dos Evangelhos, Egídio Gioia, Editora Juerp, 1969, Vol. I, pág. 344). Paulo escrevendo aos gálatas pode dizer: “Cristo nos resgatou da maldição da lei, fazendo-se ele próprio maldição em nosso lugar (porque está escrito: Maldito todo aquele que for pendurado em madeiro)”, Gl 3.13.
II. JESUS SE SENTIU PROFUNDAMENTE SÓ
1. V. 36, “Jesus com eles a um lugar chamado Getsêmani”. O Senhor levou consigo os discípulos mais chegados – “a Pedro e aos dois filhos de Zebedeu”, v. 37, pois precisava de apoio num dos momentos mais importantes de todo o seu ministério terreno.
2. V. 38, “ficai aqui e vigiai comigo”. Aqui o Senhor reiterou sua carência de companhia.
3. V. 40, “nem uma hora pudestes vós vigiar comigo?”. Manifestou sua decepção.
4. Ao falar desta solidão do Senhor, e sua necessidade de apoio e companhia, Lucas menciona a vinda de um anjo para assisti-LO, uma providência do Pai: “Então, lhe apareceu um anjo do céu que o confortava”, Lc 22.43.
III. JESUS ESTAVA LIMITADO ÀS FRAGILIDADES HUMANAS
1. V. 41, “vigiai e orai, para que não entreis em tentação; o espírito, na verdade, está pronto, mas a carne é fraca”. Embora o Senhor esteja admoestando seus discípulos, ao expressar que a “carne é fraca”, estava também referindo à sua própria carne a qual estava sendo colocada à prova naquele momento.
2. V. 43, “E, voltando, achou-os outra vez dormindo; porque os seus olhos estavam pesados”. Sobre esta experiência Lucas afirma que os discípulos estavam “dormindo de tristeza”, Lc 22.45.
IV. JESUS ENTREGOU-SE À VONTADE DO PAI
1. V. 42, “Meu Pai, se não é possível passar de mim este cálice sem que eu o beba, faça-se a tua vontade”. A palavra “cálice” pode significar “porção ou experiência de alguém, seja prazenteira ou adversa”.
2. V. 45, “Eis que é chegada a hora, e o Filho do Homem está sendo entregue nas mãos de pecadores”. Sem perceber, Judas Iscariotes cumpre seu papel na traição de Jesus, mas somente pode concretizar seu plano em razão da auto-entrega do Senhor. “assim como o Pai me conhece a mim, e eu conheço o Pai; e dou a minha vida pelas ovelhas”, Jo 10.15. Paulo afirma: “o qual se entregou a si mesmo pelos nossos pecados, para nos desarraigar deste mundo perverso, segundo a vontade de nosso Deus e Pai”, Gl 1.4.
CONCLUSÃO:
Lucas 22.44, “E, estando em agonia, orava mais intensamente. E aconteceu que o seu suor se tornou como gotas de sangue caindo sobre a terra”. Temos aqui um fenômeno denominado pela ciência médica de “diapédesi”. Assim como as uvas eram moídas no lagar (Getsêmani – “lagar do óleo”) para a extração de seu suco, Cristo foi moído em sua alma a ponto dEle serem extraídas “gotas de sangue”.
As Boas Novas Que Você Ainda Não Conhecia
E aos pobres anuncia-se o evangelho” Lc 7.22b
Introdução – Quando lemos o evangelho de Jesus Cristo na visão sinóptica (Mateus, Marcos e Lucas) vemos essa passagem interessante e intrigante, sobre a prisão de João Batista, filho de Isabel e primo de Jesus, sendo ele mais velho que Jesus questão de meses e tendo também sobre si um ministério distinto e imprescindível (A voz que clama no deserto), dado por Deus, anunciado por um anjo e cumprido em um homem nele próprio, João Batista.
Este último profeta nunca teve medo e nem papas na língua ao anunciar o que de Deus recebia, chamava as pessoas de serpentes, os lideres de adúlteros e não se dobrava ao regime “religioso” que o judaísmo impunha aos seus membros, por isso perdeu a cabeça literalmente, mas antes disso João teve uma duvida estando setenciado e sabendo que sua sentença seria a morte por decapitação, a duvida consistia no seguinte quesito: És tu aquele que havia de vir, ou esperamos outro? Essa pergunta parece ser de alguém que lá no fundo não está acreditando no ministério de Jesus ou coisa parecida, por isso ele chama dois de seus discípulos e manda ir até Jesus com essa questão, então Jesus responde de outra maneira mais profunda ainda: Ide, e anunciai a João o que tendes visto e ouvido: que os cegos vêem, os coxos andam, os leprosos são purificados, os surdos ouvem, os mortos ressuscitam e aos pobres anuncia-se o evangelho.
Porque eu ressaltei o trecho final da resposta de Jesus e não outra parte da inusitada resposta, pelo simples fato de querer neste breve texto falar do evangelho, o evangelho não como biografia da historia de Jesus, nem dos atos milagrosos que o mesmo Jesus operava normalmente entre as pessoas, mas quero falar das BOAS NOVAS, as novas noticias que ninguém até então havia anunciado e isso deixava os clérigos malucos, os religiosos enfurecidos, o estado perplexo e o mundo admirado da sua doutrina, porque Ele (Jesus) não falava como homem, mas era o próprio Deus encarnado anunciando os mistérios do seu reino, "E o Verbo se fez carne, e habitou entre nós, e vimos a sua glória, como a glória do unigênito do Pai, cheio de graça e de verdade." (João 1 : 14)
E que boas novas eram aquelas? Quais seriam as boas noticias que abalavam o mundo? Não era a de que cegos viam, nem a de surdo que ouviam, nem de paralíticos andarem novamente, nem da ressurreição de mortos, pois todas essas coisas os judeus já haviam visto ou lido nos seus rolos da lei que tais obras já tinham sido operadas em outras épocas por profetas e sacerdotes, mas a mensagem do evangelho era a novidade, uma nova forma de se adorar a Deus, que era pregada agora aos pobres e você pode estar se perguntando e isso é que era as boas novas? Sim essa era a noticia que abalava as estruturas mortas da RELIGIOSIDADE MORTA, que pairava nos dias de Jesus, que havia UMA NOVA FORMA DE ADORAR A DEUS sem e a religiosidade imposta, bem para entender isso meu amado devemos ir até os dias de Jesus e entender como se celebrava um culto judaico e quais eram os meios pelos quais se chegava a Deus.
1) Tópico – O templo e suas três portas
O templo erguido por Herodes era do mesmo modelo de Salomão, tinha três portas na seguinte ordem:
1ª Porta – Porta formosa (A entrada do átrio onde qualquer pessoa podia entrar, porem os que tinham deformidades físicas ficavam no limiar da porta)
2ª Porta – Porta Dourada (A entrada para o local santo, onde só entrava sacerdotes da tribo de Levi, sendo todos homens, maiores de 14 anos e sem nenhum defeito físico ou pisquico)
3ª Porta – Porta Gloriosa – a entrada do santo dos santos , fechada pelo véu, só entrava o Koen Gadol (Sumo Sacerdote) uma vez ao ano, cheio de rituais e correndo o risco de ser exterminado pela ira do Senhor.
2) Tópico – A sinagoga
A sinagoga era um pequeno salão onde cabia no maximo 120 pessoas e era dedicada a pregação da lei, ao estudo judaico e aos cultos de celebração. Como funcionava a sinagoga?
1º Só havia culto se no mínimo 10 homens aptos (após o Bar Mitisva) estivessem presentes, o príncipe da sinagoga estiverem presente, e pelo menos um levita estivesse ali tambem.
2º As pessoas deformadas fisicamente, doentes, leprosos, impuros, com trajes indevidos ou que não fossem judeus não podiam entrar nem na sinagoga
3º Na porta ficava um levita para essa inspeção étnica e religiosa, concedendo o aval para uma pessoa entrar e vetando outras milhares a entrar na sinagoga.
Bem pode parecer um absurdo o que você leu acima, mas era assim mesmo, cheio de regras, leis, costumes e outras tradições. Isso não parece com algumas igrejas “evangélicas” de hoje em dia?
Percebe que sempre tem alguém te dizendo até onde você pode ir? De que jeito você deve se portar? Qual a maneira correta de servir ao Senhor?parece que fica alguém na porta dizendo quem pode e quem não pode servir a Deus dentro da igreja. E sabe porque isso? Porque o evangelho não está mais sendo pregado, o que vemos sendo pregado é uma mistura de regras, costumes, achismos, leis e tradições, feitas por homens, inspiradas pela carne e aperfeiçoadas pela astucia do Diabo, que tem sempre o desejo de te afastar da presença de Deus. (Lembra da história do sumo sacerdote Josué? Zacarias 3).
Mas Jesus veio com uma boa nova para a humanidade, para os judeus, samaritanos, gentios, e todos aqueles que de alguma maneira quer cultuar a pessoa bendita de Jesus e do Senhor: que com o seu sacrifício, sua morte e ressurreição, todo homem poderia se apresentar a Deus veja o que ele mesmo disse:
“Ó VÓS, todos os que tendes sede, vinde às águas, e os que não tendes dinheiro, vinde, comprai, e comei; sim, vinde, comprai, sem dinheiro e sem preço, vinho e leite.” Is 55.1
“Vinde a mim, todos os que estais cansados e oprimidos, e eu vos aliviarei. Tomai sobre vós o meu jugo, e aprendei de mim, que sou manso e humilde de coração; e encontrareis descanso para as vossas almas.Porque o meu jugo é suave e o meu fardo é leve.” Mt 11. 28-30
“Todo o que o Pai me dá virá a mim; e o que vem a mim de maneira nenhuma o lançarei fora. Porque eu desci do céu, não para fazer a minha vontade, mas a vontade daquele que me enviou. E a vontade do Pai que me enviou é esta: Que nenhum de todos aqueles que me deu se perca, mas que o ressuscite no último dia.Porquanto a vontade daquele que me enviou é esta: Que todo aquele que vê o Filho, e crê nele, tenha a vida eterna; e eu o ressuscitarei no último dia.” Jo 6. 37-40
A boa nova do evangelho é essa, que agora meu amado você pode entrar na presença de Deus, mesmo sendo ainda um drogado, um bêbado, um maltrapilho, uma prostituta, um homossexual, um devedor, um viciado em pornografia, um adultero ou seja lá o que for que você tenha feito e o diabo e alguns religiosos ainda te acusam, se você quiser mesmo entrar na presença de Deus para adorá-lo, servir a Jesus por gratidão, você não precisa ficar mais até o limite da porta, não precisa mais se esconder atrás de uma roupagem de santidade, atrás de uma perfeição que no fundo ninguém, absolutamente ninguém tem, não precisamos mais nos prender nas tradições do legalismo, na hipocrisia da falsa santidade, você pode ser o que você é, pode vir como você está, não precisa deixar lá fora seus vícios, decepções, traumas e frustrações, venha com todos esses males à Ele, e creia, pois quem se aproxima dEle não continua como era, quem vem a beira das águas desse rio sempre sai mais limpo do que estava (Lembre-se da historia do leproso, que interpelando Jesus ao pé do monte lhe disse “Se quiser podes me deixar limpo, e Jesus disse Eu quero, seja tu limpo.) a lei dizia que qualquer pessoa que tocasse num leproso seria imundo como o leproso, mas ao tocar em Jesus você vai ser limpo como Jesus o é, a mulher do fluxo de sangue lembra? A imunda que toca no santo, não deixa o que é santo imundo mas ao contrario, ela sai santificada do encontro. Porque nenhum pecado pode manchar a santidade de Jesus, mas o seu perdão pode nos clarear como nunca, nos tornar mais alvos que a neve. “Vinde então, e argüi-me, diz o SENHOR: ainda que os vossos pecados sejam como a escarlata, eles se tornarão brancos como a neve; ainda que sejam vermelhos como o carmesim, se tornarão como a branca lã.” Is 1.18.
Que Deus em Cristo vos abençoe.
Daquele que ouviu, viu e vive nas verdades da boa nova!
Introdução – Quando lemos o evangelho de Jesus Cristo na visão sinóptica (Mateus, Marcos e Lucas) vemos essa passagem interessante e intrigante, sobre a prisão de João Batista, filho de Isabel e primo de Jesus, sendo ele mais velho que Jesus questão de meses e tendo também sobre si um ministério distinto e imprescindível (A voz que clama no deserto), dado por Deus, anunciado por um anjo e cumprido em um homem nele próprio, João Batista.
Este último profeta nunca teve medo e nem papas na língua ao anunciar o que de Deus recebia, chamava as pessoas de serpentes, os lideres de adúlteros e não se dobrava ao regime “religioso” que o judaísmo impunha aos seus membros, por isso perdeu a cabeça literalmente, mas antes disso João teve uma duvida estando setenciado e sabendo que sua sentença seria a morte por decapitação, a duvida consistia no seguinte quesito: És tu aquele que havia de vir, ou esperamos outro? Essa pergunta parece ser de alguém que lá no fundo não está acreditando no ministério de Jesus ou coisa parecida, por isso ele chama dois de seus discípulos e manda ir até Jesus com essa questão, então Jesus responde de outra maneira mais profunda ainda: Ide, e anunciai a João o que tendes visto e ouvido: que os cegos vêem, os coxos andam, os leprosos são purificados, os surdos ouvem, os mortos ressuscitam e aos pobres anuncia-se o evangelho.
Porque eu ressaltei o trecho final da resposta de Jesus e não outra parte da inusitada resposta, pelo simples fato de querer neste breve texto falar do evangelho, o evangelho não como biografia da historia de Jesus, nem dos atos milagrosos que o mesmo Jesus operava normalmente entre as pessoas, mas quero falar das BOAS NOVAS, as novas noticias que ninguém até então havia anunciado e isso deixava os clérigos malucos, os religiosos enfurecidos, o estado perplexo e o mundo admirado da sua doutrina, porque Ele (Jesus) não falava como homem, mas era o próprio Deus encarnado anunciando os mistérios do seu reino, "E o Verbo se fez carne, e habitou entre nós, e vimos a sua glória, como a glória do unigênito do Pai, cheio de graça e de verdade." (João 1 : 14)
E que boas novas eram aquelas? Quais seriam as boas noticias que abalavam o mundo? Não era a de que cegos viam, nem a de surdo que ouviam, nem de paralíticos andarem novamente, nem da ressurreição de mortos, pois todas essas coisas os judeus já haviam visto ou lido nos seus rolos da lei que tais obras já tinham sido operadas em outras épocas por profetas e sacerdotes, mas a mensagem do evangelho era a novidade, uma nova forma de se adorar a Deus, que era pregada agora aos pobres e você pode estar se perguntando e isso é que era as boas novas? Sim essa era a noticia que abalava as estruturas mortas da RELIGIOSIDADE MORTA, que pairava nos dias de Jesus, que havia UMA NOVA FORMA DE ADORAR A DEUS sem e a religiosidade imposta, bem para entender isso meu amado devemos ir até os dias de Jesus e entender como se celebrava um culto judaico e quais eram os meios pelos quais se chegava a Deus.
1) Tópico – O templo e suas três portas
O templo erguido por Herodes era do mesmo modelo de Salomão, tinha três portas na seguinte ordem:
1ª Porta – Porta formosa (A entrada do átrio onde qualquer pessoa podia entrar, porem os que tinham deformidades físicas ficavam no limiar da porta)
2ª Porta – Porta Dourada (A entrada para o local santo, onde só entrava sacerdotes da tribo de Levi, sendo todos homens, maiores de 14 anos e sem nenhum defeito físico ou pisquico)
3ª Porta – Porta Gloriosa – a entrada do santo dos santos , fechada pelo véu, só entrava o Koen Gadol (Sumo Sacerdote) uma vez ao ano, cheio de rituais e correndo o risco de ser exterminado pela ira do Senhor.
2) Tópico – A sinagoga
A sinagoga era um pequeno salão onde cabia no maximo 120 pessoas e era dedicada a pregação da lei, ao estudo judaico e aos cultos de celebração. Como funcionava a sinagoga?
1º Só havia culto se no mínimo 10 homens aptos (após o Bar Mitisva) estivessem presentes, o príncipe da sinagoga estiverem presente, e pelo menos um levita estivesse ali tambem.
2º As pessoas deformadas fisicamente, doentes, leprosos, impuros, com trajes indevidos ou que não fossem judeus não podiam entrar nem na sinagoga
3º Na porta ficava um levita para essa inspeção étnica e religiosa, concedendo o aval para uma pessoa entrar e vetando outras milhares a entrar na sinagoga.
Bem pode parecer um absurdo o que você leu acima, mas era assim mesmo, cheio de regras, leis, costumes e outras tradições. Isso não parece com algumas igrejas “evangélicas” de hoje em dia?
Percebe que sempre tem alguém te dizendo até onde você pode ir? De que jeito você deve se portar? Qual a maneira correta de servir ao Senhor?parece que fica alguém na porta dizendo quem pode e quem não pode servir a Deus dentro da igreja. E sabe porque isso? Porque o evangelho não está mais sendo pregado, o que vemos sendo pregado é uma mistura de regras, costumes, achismos, leis e tradições, feitas por homens, inspiradas pela carne e aperfeiçoadas pela astucia do Diabo, que tem sempre o desejo de te afastar da presença de Deus. (Lembra da história do sumo sacerdote Josué? Zacarias 3).
Mas Jesus veio com uma boa nova para a humanidade, para os judeus, samaritanos, gentios, e todos aqueles que de alguma maneira quer cultuar a pessoa bendita de Jesus e do Senhor: que com o seu sacrifício, sua morte e ressurreição, todo homem poderia se apresentar a Deus veja o que ele mesmo disse:
“Ó VÓS, todos os que tendes sede, vinde às águas, e os que não tendes dinheiro, vinde, comprai, e comei; sim, vinde, comprai, sem dinheiro e sem preço, vinho e leite.” Is 55.1
“Vinde a mim, todos os que estais cansados e oprimidos, e eu vos aliviarei. Tomai sobre vós o meu jugo, e aprendei de mim, que sou manso e humilde de coração; e encontrareis descanso para as vossas almas.Porque o meu jugo é suave e o meu fardo é leve.” Mt 11. 28-30
“Todo o que o Pai me dá virá a mim; e o que vem a mim de maneira nenhuma o lançarei fora. Porque eu desci do céu, não para fazer a minha vontade, mas a vontade daquele que me enviou. E a vontade do Pai que me enviou é esta: Que nenhum de todos aqueles que me deu se perca, mas que o ressuscite no último dia.Porquanto a vontade daquele que me enviou é esta: Que todo aquele que vê o Filho, e crê nele, tenha a vida eterna; e eu o ressuscitarei no último dia.” Jo 6. 37-40
A boa nova do evangelho é essa, que agora meu amado você pode entrar na presença de Deus, mesmo sendo ainda um drogado, um bêbado, um maltrapilho, uma prostituta, um homossexual, um devedor, um viciado em pornografia, um adultero ou seja lá o que for que você tenha feito e o diabo e alguns religiosos ainda te acusam, se você quiser mesmo entrar na presença de Deus para adorá-lo, servir a Jesus por gratidão, você não precisa ficar mais até o limite da porta, não precisa mais se esconder atrás de uma roupagem de santidade, atrás de uma perfeição que no fundo ninguém, absolutamente ninguém tem, não precisamos mais nos prender nas tradições do legalismo, na hipocrisia da falsa santidade, você pode ser o que você é, pode vir como você está, não precisa deixar lá fora seus vícios, decepções, traumas e frustrações, venha com todos esses males à Ele, e creia, pois quem se aproxima dEle não continua como era, quem vem a beira das águas desse rio sempre sai mais limpo do que estava (Lembre-se da historia do leproso, que interpelando Jesus ao pé do monte lhe disse “Se quiser podes me deixar limpo, e Jesus disse Eu quero, seja tu limpo.) a lei dizia que qualquer pessoa que tocasse num leproso seria imundo como o leproso, mas ao tocar em Jesus você vai ser limpo como Jesus o é, a mulher do fluxo de sangue lembra? A imunda que toca no santo, não deixa o que é santo imundo mas ao contrario, ela sai santificada do encontro. Porque nenhum pecado pode manchar a santidade de Jesus, mas o seu perdão pode nos clarear como nunca, nos tornar mais alvos que a neve. “Vinde então, e argüi-me, diz o SENHOR: ainda que os vossos pecados sejam como a escarlata, eles se tornarão brancos como a neve; ainda que sejam vermelhos como o carmesim, se tornarão como a branca lã.” Is 1.18.
Que Deus em Cristo vos abençoe.
Daquele que ouviu, viu e vive nas verdades da boa nova!
Clama a Mim e Responder-te-ei
Meus amados e queridos irmãos em Cristo Jesus, a Paz do Senhor!
Vamos meditar hoje na seguinte mensagem bíblica:
"Clama a mim e responder-te-ei, anunciar-te-ei coisas grandes e firmes que não sabes".(Jr 33:3)
Pela luz das Escrituras, podemos entender que a ação do Homem provoca a reação de Deus e que a fé não é apenas um sentimento de motivação ou simples emoção, mas ela pode mover o poder de Deus quando acompanhada pelas ações.
Foi o próprio Senhor Jesus que disse em Mateus7:7-8 "Pedí, e dar-se- vos-á, buscai e acharás, batei, e abrir-se-vos-á. Pois todo aquele que pede recebe, e quem busca acha e ao que bate, abrir-se-lhe-á".
Mas é hábito do Homem chorar e lamentar se dos seus próprios problemas e necessidades mesmo sabendo que isso resultará em nada.
Mas como está escrito: as coisas que o olho não viu, e o ouvido não ouviu, e não subiram ao coração do Homem, são as que Deus preparou para os que o amam.( I Co 2:9).
Podemos contemplar as maravilhas do mundo, o nascer e o pôr do sol, o brilho das estrelas, a beleza da natureza, mas isso tudo não se compara com o que Deus preparou para os que o ama, Ele conhece as nossas necessidades, mas também exige que clamemos a Ele.
"... porque o vosso Pai sabe o que vos é necessário, antes de vós lho pedirdes"
Será que seria realmente melhor, em algum momento de nossa vida, que o Senhor nos revelasse tudo aquilo que Ele tem reservado para o nosso futuro? Até que ponto não conhecer o futuro prejudica o planejamento adequado de nossa vida?
Na promessa de Jeová a Jeremias, Ele garante “anunciar coisas grandes e firmes, que não sabes”. Só que a coisa não é automática. No início da promessa, Ele institui o profeta: “clama a mim”.
Este verso concorda com todo o contexto bíblico, que afirma que nosso futuro somente está garantido, por causa do amor e da providência do Senhor. Em outras palavras, nossa parte não é a de manter comunhão com o Senhor do futuro.
Aos Seus discípulos Jesus disse: “há muita coisa que Eu ainda não lhes direi, porque vocês não estão preparados para receber”.
Porém, Ele garantiu: “o Espírito lhes dirá todas as coisas”. Fiquemos, pois, com o Senhor – no tempo próprio, Ele nos mostrará coisas que não sabemos.
Deus quer que nós O busquemos e clamemos por Ele. Ele quer nos responder e nos contar coisas além da compreensão humana. Ele anseia chegar mais perto de nós para que possamos conhecê-lo.
Como uma criança amedrontada chama um pai amoroso no quarto ao lado, nós também podemos chamá-lo, sabendo que nosso Pai nos responderá, nos protegerá e nos confortará.
Mais do que isso, nosso Pai nos revelará coisas que seriam impossíveis nós sabermos sem a graça dele. Todo Poderoso e Aba Pai, eu quero Lhe conhecer e ser conhecido pelo Senhor.
Sim, há coisas no meu coração e na minha vida que gostaria que não existissem em mim. Mas eu conheço a Sua graça e estou confiante que o Senhor conhece meu coração e meu desejo de refletir a Sua glória, compartilhar a Sua graça e mostrar o Seu caráter.
Obrigado pelo presente de ser Seu filho e ter meu futuro assegurado. Em nome de Jesus. Amém.
Vamos meditar hoje na seguinte mensagem bíblica:
"Clama a mim e responder-te-ei, anunciar-te-ei coisas grandes e firmes que não sabes".(Jr 33:3)
Pela luz das Escrituras, podemos entender que a ação do Homem provoca a reação de Deus e que a fé não é apenas um sentimento de motivação ou simples emoção, mas ela pode mover o poder de Deus quando acompanhada pelas ações.
Foi o próprio Senhor Jesus que disse em Mateus7:7-8 "Pedí, e dar-se- vos-á, buscai e acharás, batei, e abrir-se-vos-á. Pois todo aquele que pede recebe, e quem busca acha e ao que bate, abrir-se-lhe-á".
Mas é hábito do Homem chorar e lamentar se dos seus próprios problemas e necessidades mesmo sabendo que isso resultará em nada.
Mas como está escrito: as coisas que o olho não viu, e o ouvido não ouviu, e não subiram ao coração do Homem, são as que Deus preparou para os que o amam.( I Co 2:9).
Podemos contemplar as maravilhas do mundo, o nascer e o pôr do sol, o brilho das estrelas, a beleza da natureza, mas isso tudo não se compara com o que Deus preparou para os que o ama, Ele conhece as nossas necessidades, mas também exige que clamemos a Ele.
"... porque o vosso Pai sabe o que vos é necessário, antes de vós lho pedirdes"
Será que seria realmente melhor, em algum momento de nossa vida, que o Senhor nos revelasse tudo aquilo que Ele tem reservado para o nosso futuro? Até que ponto não conhecer o futuro prejudica o planejamento adequado de nossa vida?
Na promessa de Jeová a Jeremias, Ele garante “anunciar coisas grandes e firmes, que não sabes”. Só que a coisa não é automática. No início da promessa, Ele institui o profeta: “clama a mim”.
Este verso concorda com todo o contexto bíblico, que afirma que nosso futuro somente está garantido, por causa do amor e da providência do Senhor. Em outras palavras, nossa parte não é a de manter comunhão com o Senhor do futuro.
Aos Seus discípulos Jesus disse: “há muita coisa que Eu ainda não lhes direi, porque vocês não estão preparados para receber”.
Porém, Ele garantiu: “o Espírito lhes dirá todas as coisas”. Fiquemos, pois, com o Senhor – no tempo próprio, Ele nos mostrará coisas que não sabemos.
Deus quer que nós O busquemos e clamemos por Ele. Ele quer nos responder e nos contar coisas além da compreensão humana. Ele anseia chegar mais perto de nós para que possamos conhecê-lo.
Como uma criança amedrontada chama um pai amoroso no quarto ao lado, nós também podemos chamá-lo, sabendo que nosso Pai nos responderá, nos protegerá e nos confortará.
Mais do que isso, nosso Pai nos revelará coisas que seriam impossíveis nós sabermos sem a graça dele. Todo Poderoso e Aba Pai, eu quero Lhe conhecer e ser conhecido pelo Senhor.
Sim, há coisas no meu coração e na minha vida que gostaria que não existissem em mim. Mas eu conheço a Sua graça e estou confiante que o Senhor conhece meu coração e meu desejo de refletir a Sua glória, compartilhar a Sua graça e mostrar o Seu caráter.
Obrigado pelo presente de ser Seu filho e ter meu futuro assegurado. Em nome de Jesus. Amém.
sexta-feira, 24 de fevereiro de 2012
Restauração, uma necessidade urgente
Referência: Salmo 126
INTRODUÇÃO
A minha vida, a sua vida, a nossa família, a nossa igreja estão precisando de restauração. Não estamos sendo tudo o que deveríamos ser. Algo está faltando: está faltando poder espiritual, unção do Espírito Santo, fome de Deus, paixão pelas almas perdidas. Precisamos de restauração.
NARRAÇÃO
Este Salmo 126 fala-nos de Restauração. Ele descreve três períodos na vida do povo de Israel.
1) O passado (v. 1-3) – Temos uma história de salvação a contar, um passado de glória a agradecer;
2) O presente (v. 4) – Temos um desafio presente a enfrentar, um presente de crise;
3) O futuro (v. 5,6) – Temos um investimento futuro a fazer: um futuro de investimento e promessa.
O mesmo Deus que agiu no passado, é o Deus que age no presente. O mesmo Deus que restaurou no passado é o Deus que restaura no presente. O mesmo Deus que tirou o seu povo dos grilhões da escravidão e o restaurou à sua terra, é o mesmo que pode mudar a nossa sorte.
I.AS MARAVILHA QUE DEU FEZ ONTEM DEVEM NOS INSPIRAR A BUSCAR A DEUS COM MAIS FERVOR HOJE (V.1-3)
1. Nós somos uma igreja histórica, mas não vivemos apenas de história. Nós não moramos no passado. O nosso Deus fez, faz e fará maravilhas. Não vivemos apenas de lembranças. A intervenção de Deus é contemporânea.
2. A intervenção de Deus é maior que a nossa expectativa (v.1)
a) O povo tinha perdido a liberdade, a Pátria, o templo, a família, o culto, as festas. O cerco, a fome, a espada, o opróbrio, a escravidão.
b) O povo estava entregue:
1) À crise da desinstalação – “Às margens dos rios da Babilônia”. Foram arrancados do lar. Seus vínculos foram quebrados. Perderam seus bens, família. Estão aonde não gostariam de estar.
2) A crise da apatia coletiva – “Nós nos assentávamos”. Apatia é desânimo crônico. É morte da esperança. É apostar que a crise é imutável. É aceitar o caos. Todos estão apáticos.
3) A crise da melancolia – “… e chorávamos”. Juntos eles faziam o coral do gemido, a orquestra do lamento, a sinfonia do soluço. Eles não cantavam, não sonhavam, não reagiam à crise.
4) A crise da nostalgia – “… lembrando-nos de Sião”. Eles estão amargos com o presente porque não largaram o passado. Eles só cantam os cânticos de Sião em Sião. Eles dependuraram as harpas.
5) A crise da mágoa incurável – No Salmo 137:5,6 diz que eles olhavam para o futuro apenas para pedir um holocausto, para pedir vingança.
c) Deus quebrou o orgulho de Nabucodonosor. Deus abriu o coração do rei medo-persa. Deus abriu as portas do cativeiro. A libertação não é obra humana. É intervenção sobrenatural de Deus. É Deus quem restaura. É Deus quem nos tira da cova. É ele quem nos põe de pé. É ele quem nos faz sonhar de novo. É ele quem nos enche de poder. Não se contente com migalhas!
3. A intervenção de Deus produz alegria indizível (v. 2).
4. A intervenção de Deus produz impacto nos outros e torna-se um poderoso testemunho entre as nações (v. 2b).
5. A intervenção de Deus gera reconhecimento sincero (v. 3)
a) Foram grandes coisas que foram feitas;
b) Foi o Senhor quem as fez;
c) Essas grandes coisas foram feitas por nós e não contra nós.
II. OS LUGARES SECOS DO AGORA PODEM SER FONTES ABUNDANTES DE VIDA AMANHÃ (V. 4)
1. Um passado de glória não é garantia de um presente glorioso
Eles estão alegres pelas vitórias do ontem, mas ao olharem para o presente, a vida está como um deserto.
As vitórias do ontem não são suficientes para hoje. Temos que andar com Deus hoje. Temos que ser cheios do Espírito Santo hoje. Temos que evangelizar hoje. Temos que investir na família hoje. Não podemos apenas celebrar as vitórias do passado.
Antigas bênçãos não são suficientes para a vida hoje, assim como antigas mágoas não devem estragar o presente. Sansão eram um jovem cheio do Espírito Santo, mas cedeu ao pecado e terminou sua vida preso e cego. Davi era um homem segundo o coração de Deus, mas por não vigiar, adulterou, mentiu e assassinou.
Os lugares dos grandes avivamentos ontem hoje são palcos de igrejas mortas: a) Igreja de Éfeso; b) Igreja Presbiteriana John Calvino em Toronto.
Quem sabe ontem você foi um homem cheio do Espírito Santo, uma bênção, mas o coração agora está murcho, seco, vazio.
Ilustração: Falta pão na casa do pão = reunimo-nos para contar que havia pão… a) Quando falta pão na casa do pão o povo foge; b) Quando falta pão na casa do pão, o povo perece; c) Quando tem pão na casa do pão o povo retorna.
2. A sequidão hoje não é motivo de desânimo, mas para um clamor
É tempo da igreja clamar como Isaías: “Ah, se os céus fendessem e tu descesses!”.
É tempo da igreja fazer como Elias – subir à presença de Deus e meter a cabeça entre os joelhos para orar até chegar o tempo de restauração.
Os avivamentos nasceram no ventre da crise:
a) Atos 2 – Os discípulos estão com as portas trancadas, com medo, mas o Espírito Santo veio e eles se levantaram.
b) Inglaterra no século XVIII – A decadência moral e espiritual era gritante. O clube santo na cidade de Oxford na vigília de 31 de dezembro de 1739 mudou a história da nação.
c) Evan Roberts – 1904 no País de Gales.
d) Erlo Stegen – 1966 na África do Sul.
3. A restauração é obra soberana de Deus
Nós não restauramos a igreja com decretos e leis.
Não produzimos avivamento, ele vem do céu.
“Nós procuramos melhores métodos e Deus procura melhores homens” E. M. Bounds.
Ezequiel 37 – “Senhor, poderão reviver esses ossos?” – “Senhor, tu o sabes”.
4. A restauração é fruto da oração fervorosa
Hoje temos fome de livro, mas não temos fome de Deus.
Lemos livros sobre oração, pregamos sobre oração, temos uma boa teologia sobre oração, mas oramos pouco.
Jesus orou e o céu se abriu.
A igreja orou e o Espírito Santo foi derramado.
Elias subiu e a chuva caiu.
Spurgeon – o segredo do meu ministério é a igreja em oração.
Koréia do Sul – Igrejas presbiterianas que crescem. Paul Young Cho: 70% do tempo em oração. O telefonema do presidente da Koréia.
Esse é um tempo de orarmos pela restauração da nossa família, filhos. Exemplo: Pastor Tim Cimbala orando pela filha.
5. A restauração é um milagre de Deus
O Neguev é o maior deserto da Judéia.
O deserto fica 11 meses seco. Mas no mês das chuvas, as águas correm das montanhas e formas wadis e correntes fluentes de águas e abrem as areias do deserto.
Onde tem água, toda a terra é terra boa.
Deus pode fazer os rios do ES brotarem no deserto da nossa vida.
O Deus que fez a vara seca de Arão florescer pode fazer o seu deserto tornar-se uma fonte.
Ezequiel 47 – águas nos artelhos, joelhos, lombos e um rio caudaloso.
Isaías 44.3-5.
III. A SEMEADURA COM LÁGRIMAS É O PRELÚDIO CERTO DE UMA COLHEITA ABUNDANTE (V.5,6).
1. A semeadura é dinâmica. Exige: sair, andar e chorar.
2. Precisamos pregar aos ouvidos e aos olhos: Antonio Vieira, fala sobre as razões do pequeno resultado da pregação.
a) David Hume
b) Magready Garrick
3. Precisamos regar o solo com as lágrimas. Precisamos aprender o evangelismo das lágrimas com Jesus, Paulo, Mackeyne, William Booth.
4. A colheita é certa, feliz e abundante:
a) João Miguel Corpas
b) Alexandre Duff.
INTRODUÇÃO
A minha vida, a sua vida, a nossa família, a nossa igreja estão precisando de restauração. Não estamos sendo tudo o que deveríamos ser. Algo está faltando: está faltando poder espiritual, unção do Espírito Santo, fome de Deus, paixão pelas almas perdidas. Precisamos de restauração.
NARRAÇÃO
Este Salmo 126 fala-nos de Restauração. Ele descreve três períodos na vida do povo de Israel.
1) O passado (v. 1-3) – Temos uma história de salvação a contar, um passado de glória a agradecer;
2) O presente (v. 4) – Temos um desafio presente a enfrentar, um presente de crise;
3) O futuro (v. 5,6) – Temos um investimento futuro a fazer: um futuro de investimento e promessa.
O mesmo Deus que agiu no passado, é o Deus que age no presente. O mesmo Deus que restaurou no passado é o Deus que restaura no presente. O mesmo Deus que tirou o seu povo dos grilhões da escravidão e o restaurou à sua terra, é o mesmo que pode mudar a nossa sorte.
I.AS MARAVILHA QUE DEU FEZ ONTEM DEVEM NOS INSPIRAR A BUSCAR A DEUS COM MAIS FERVOR HOJE (V.1-3)
1. Nós somos uma igreja histórica, mas não vivemos apenas de história. Nós não moramos no passado. O nosso Deus fez, faz e fará maravilhas. Não vivemos apenas de lembranças. A intervenção de Deus é contemporânea.
2. A intervenção de Deus é maior que a nossa expectativa (v.1)
a) O povo tinha perdido a liberdade, a Pátria, o templo, a família, o culto, as festas. O cerco, a fome, a espada, o opróbrio, a escravidão.
b) O povo estava entregue:
1) À crise da desinstalação – “Às margens dos rios da Babilônia”. Foram arrancados do lar. Seus vínculos foram quebrados. Perderam seus bens, família. Estão aonde não gostariam de estar.
2) A crise da apatia coletiva – “Nós nos assentávamos”. Apatia é desânimo crônico. É morte da esperança. É apostar que a crise é imutável. É aceitar o caos. Todos estão apáticos.
3) A crise da melancolia – “… e chorávamos”. Juntos eles faziam o coral do gemido, a orquestra do lamento, a sinfonia do soluço. Eles não cantavam, não sonhavam, não reagiam à crise.
4) A crise da nostalgia – “… lembrando-nos de Sião”. Eles estão amargos com o presente porque não largaram o passado. Eles só cantam os cânticos de Sião em Sião. Eles dependuraram as harpas.
5) A crise da mágoa incurável – No Salmo 137:5,6 diz que eles olhavam para o futuro apenas para pedir um holocausto, para pedir vingança.
c) Deus quebrou o orgulho de Nabucodonosor. Deus abriu o coração do rei medo-persa. Deus abriu as portas do cativeiro. A libertação não é obra humana. É intervenção sobrenatural de Deus. É Deus quem restaura. É Deus quem nos tira da cova. É ele quem nos põe de pé. É ele quem nos faz sonhar de novo. É ele quem nos enche de poder. Não se contente com migalhas!
3. A intervenção de Deus produz alegria indizível (v. 2).
4. A intervenção de Deus produz impacto nos outros e torna-se um poderoso testemunho entre as nações (v. 2b).
5. A intervenção de Deus gera reconhecimento sincero (v. 3)
a) Foram grandes coisas que foram feitas;
b) Foi o Senhor quem as fez;
c) Essas grandes coisas foram feitas por nós e não contra nós.
II. OS LUGARES SECOS DO AGORA PODEM SER FONTES ABUNDANTES DE VIDA AMANHÃ (V. 4)
1. Um passado de glória não é garantia de um presente glorioso
Eles estão alegres pelas vitórias do ontem, mas ao olharem para o presente, a vida está como um deserto.
As vitórias do ontem não são suficientes para hoje. Temos que andar com Deus hoje. Temos que ser cheios do Espírito Santo hoje. Temos que evangelizar hoje. Temos que investir na família hoje. Não podemos apenas celebrar as vitórias do passado.
Antigas bênçãos não são suficientes para a vida hoje, assim como antigas mágoas não devem estragar o presente. Sansão eram um jovem cheio do Espírito Santo, mas cedeu ao pecado e terminou sua vida preso e cego. Davi era um homem segundo o coração de Deus, mas por não vigiar, adulterou, mentiu e assassinou.
Os lugares dos grandes avivamentos ontem hoje são palcos de igrejas mortas: a) Igreja de Éfeso; b) Igreja Presbiteriana John Calvino em Toronto.
Quem sabe ontem você foi um homem cheio do Espírito Santo, uma bênção, mas o coração agora está murcho, seco, vazio.
Ilustração: Falta pão na casa do pão = reunimo-nos para contar que havia pão… a) Quando falta pão na casa do pão o povo foge; b) Quando falta pão na casa do pão, o povo perece; c) Quando tem pão na casa do pão o povo retorna.
2. A sequidão hoje não é motivo de desânimo, mas para um clamor
É tempo da igreja clamar como Isaías: “Ah, se os céus fendessem e tu descesses!”.
É tempo da igreja fazer como Elias – subir à presença de Deus e meter a cabeça entre os joelhos para orar até chegar o tempo de restauração.
Os avivamentos nasceram no ventre da crise:
a) Atos 2 – Os discípulos estão com as portas trancadas, com medo, mas o Espírito Santo veio e eles se levantaram.
b) Inglaterra no século XVIII – A decadência moral e espiritual era gritante. O clube santo na cidade de Oxford na vigília de 31 de dezembro de 1739 mudou a história da nação.
c) Evan Roberts – 1904 no País de Gales.
d) Erlo Stegen – 1966 na África do Sul.
3. A restauração é obra soberana de Deus
Nós não restauramos a igreja com decretos e leis.
Não produzimos avivamento, ele vem do céu.
“Nós procuramos melhores métodos e Deus procura melhores homens” E. M. Bounds.
Ezequiel 37 – “Senhor, poderão reviver esses ossos?” – “Senhor, tu o sabes”.
4. A restauração é fruto da oração fervorosa
Hoje temos fome de livro, mas não temos fome de Deus.
Lemos livros sobre oração, pregamos sobre oração, temos uma boa teologia sobre oração, mas oramos pouco.
Jesus orou e o céu se abriu.
A igreja orou e o Espírito Santo foi derramado.
Elias subiu e a chuva caiu.
Spurgeon – o segredo do meu ministério é a igreja em oração.
Koréia do Sul – Igrejas presbiterianas que crescem. Paul Young Cho: 70% do tempo em oração. O telefonema do presidente da Koréia.
Esse é um tempo de orarmos pela restauração da nossa família, filhos. Exemplo: Pastor Tim Cimbala orando pela filha.
5. A restauração é um milagre de Deus
O Neguev é o maior deserto da Judéia.
O deserto fica 11 meses seco. Mas no mês das chuvas, as águas correm das montanhas e formas wadis e correntes fluentes de águas e abrem as areias do deserto.
Onde tem água, toda a terra é terra boa.
Deus pode fazer os rios do ES brotarem no deserto da nossa vida.
O Deus que fez a vara seca de Arão florescer pode fazer o seu deserto tornar-se uma fonte.
Ezequiel 47 – águas nos artelhos, joelhos, lombos e um rio caudaloso.
Isaías 44.3-5.
III. A SEMEADURA COM LÁGRIMAS É O PRELÚDIO CERTO DE UMA COLHEITA ABUNDANTE (V.5,6).
1. A semeadura é dinâmica. Exige: sair, andar e chorar.
2. Precisamos pregar aos ouvidos e aos olhos: Antonio Vieira, fala sobre as razões do pequeno resultado da pregação.
a) David Hume
b) Magready Garrick
3. Precisamos regar o solo com as lágrimas. Precisamos aprender o evangelismo das lágrimas com Jesus, Paulo, Mackeyne, William Booth.
4. A colheita é certa, feliz e abundante:
a) João Miguel Corpas
b) Alexandre Duff.
Restauração
Referência: Zacarias 3.1-7
INTRODUÇÃO
1. O cativeiro babilônico havia terminado, mas a restauração do povo ainda não havia acontecido. O povo voltou para Jerusalém, mas não para Deus. Eles estavam fazendo a obra de Deus, mas não da maneira que agradava a Deus.
2. Os mais de 4 mil sacerdotes que haviam voltado com Zorobabel (Ed 2:36-39) encontravam-se em estado deplorável. Na época de Neemias os sacerdotes deixaram o sacerdócio e foram para o campo. A Casa de Deus estava desamparada: havia casamentos mistos, divórcios. Na época de Malaquias a situação era ainda pior. O profeta Malaquias diz que os sacerdotes desprezavam o nome de Deus. Diziam que a mesa do Senhor era imunda. Traziam animais cegos, aleijados e dilacerados para oferecerem como sacrifícios. Eles deixaram de ensinar a lei e fizeram a muitos tropeçar.
3. Deus então tornou esses sacerdotes indignos diante do povo e amaldiçoou suas bênçãos. A despeito desse quadro, há uma promessa de restauração.
4. A cena é de um tribunal onde aparece: 1) O ofensor: Josué. Ele é culpado e está diante do juiz para ser julgado. 2) O Acusador: Satanás se opõe a Josué conhecendo seus pecados. 3) O advogado: O próprio Anjo do Senhor, o próprio Senhor usa argumentos irresistíveis em sua defesa: o escolheu e o remiu. 4) A decisão: justificação e santificação.
5. Zacarias registrou essa mesma crise. Porém, quando tudo parecia perdido, quando a cidade de Jerusalém estava debaixo de opróbrio, Deus disse: “Jerusalém será habitada como as aldeias sem muros…Eu lhe serei um muro de fogo em redor, e eu mesmo serei, no meio dela, a sua glória” (2:4,5). Deus estava disposto a avivar aquela cidade e o seu povo. Ele disse: “Canta e exulta, ó filha de Sião, porque eis que venho, e habitarei no meio de ti” (2:10).
6. Vejamos a restauração do sacerdócio:
I. A NECESSIDADE DA RESTAURAÇÃO
1. O pecado do sacerdote – v. 3
“Ora, Josué, trajado de vestes sujas” (v. 3).
Josué estava no altar, mas com vestes sujas. AS vestes sujas externas refletem a vida interna. Ele estava fazendo a obra do Senhor, mas de forma indigna. Deus está mais interessado em quem nós somos do que no que nós fazemos. A vida vem antes do ministério. A vida do líder é a vida da sua liderança.
Isaías estava no templo, na Casa de Deus. Até então, ele havia pronunciado uma série de ais: 1) Ai dos que ajuntam casa a casa; 2) Ai dos seguem a bebedice; 3) Ai dos que vivem na iniquidade; 4) Ai dos que ao mal chamam bem e ao bem mal; 5) Ai dos que são sábios aos seus próprios olhos; 6) Ai dos que são heróis para beber vinho; 7) Mas agora, diz: Ai de mim porque sou homem de lábios impuros.
Josué estava no templo, no altar, orando pelo povo, mas suas vestes estavam sujas. Havia pecado na sua vida, sujeira nas suas mãos, impureza na sua mente, cobiça nos seus olhos, injustiça nos seus atos.
Hoje somos uma raça de sacerdotes: o que Deus está vendo em nossa vida? O que fazer? Renunciar o sacerdócio? Abandonar a Deus? Deixar a igreja? Abjurar a fé? Não, mil vezes não!
A Bíblia diz: “Em todo o tempo sejam alvas as tuas vestes e não falte óleo sobre a tua cabeça” (Ec 9:8).
2. Falta de autoridade espiritual – v. 5
Turbante sujo significa falta de autoridade. O pecado lança opróprio, tira a autoridade, tira a unção. Josué estava sendo desqualificado pelo seu pecado. O pecado estava contaminando sua cabeça. Seu turbante, símbolo da autoridade estava sujo.
O pecado rouba do crente a autoridade espiritual. Perdemos a alegria da salvação. Perdemos a unção do Espírito. Perdemos o poder para fazer a obra. Perdemos o sorriso de Deus!
3. A oposição de Satanás – v. 1
Satanás está tentando a pessoa de maior destaque: o sumo sacerdote. Satanás está tentando no contexto mais sagrado: no templo. Satanás está tentando no lugar mais estratégico: do lado direito. Satanás esta tentando na hora mais importante: quando o sacerdote estava orando pelo povo.
Satanás nos espiona vinte e quatro horas por dia. Ele procura uma brecha. Ele procura uma fenda em nossa vida para colocar uma cunha e nos acusar e se opôr a nós. Satanás acusa o pecado do líder e do povo a quem o sumo sacerdote representa.
Esse adversário descobre os pontos fracos do caráter e os ataca; os defeitos secretos dos santos, e os proclama; o menor indício de deslealdade e o exibe. Ele joga lama nas pessoas. Ele as acusa e as condena.
Quando oramos, ele nos ataca. Quando nos achegamos à mesa d Senhor, vê a frieza do nosso coração e palte palmas. Ele nos acusa até quando estamos vivendo uma vida santa: “Porventura, Jó debalde serve a Deus?”.
Satanás não pode atingir Jesus, então, ele tenta nos atingir.
II. A POSSIBILIDADE DA RESTAURAÇÃO
1. A restauração é baseada na presença de Deus – v. 1
“Josué estava diante do Anjo do Senhor”.
Esse Anjo do Senhor era o próprio Senhor. Sempre que estamos diante de Deus há chance de restauração. Ele é rico em misericórdia. Ele conhece a nossa estrutura e sabe que somos pó. Ele se compadece de nós como um Pai se compadece dos seus filhos.
Cura-me e serei curado. Há perdão, há restauração. Deus tem prazer na misericórdia. Ele é rico em perdoar. Ele mesmo é quem cura a nossa infideldade.
2. A restauração é baseada na repreensão de Satanás – v. 2
Satanás não tem poder sobre nós, quando buscamos o refúgio de Cristo. Ele é o nosso Advogado. Deus mesmo é quem repreende Satanás. O Senhor é o nosso escudo. Ele é quem sai em nossa defesa. Deus mesmo é quem nos dá a vitória.
Satanás é acusador, mas Jesus é o seu advogado. Satanás veio para lhe destruir, mas Jesus veio para lhe dar vida abundante. Satanás veio para acusar, mas Jesus veio para lhe defender.
Como sacerdote araônico, Cristo morreu; mas como sacerdote da ordem de Melquisedeque, ele vive para sempre, intercedendo em nosso favor. Quando o inimigo lança os torpedos contra nós, Cristo os apanha na rede da sua intercessão e tira-lhes o poder de nos ferir.
Paulo pergunta: Rm 8:33,34: “Quem intentará acusação contra os eleitos de Deus? É Deus quem os justifica. Quem os condenará? É Cristo quem morreu, ressuscitou, o qual está à direta de Deus e também intercede por nós.
3. A restauração é baseada na graça eletiva de Deus – v. 2
Antes de ter nos escolhido ele sabia quem éramos, nossos pecados, nossas fraquezas, nossos fracassos, nossos deslizes. Ele não nos escolheu porque éramos especiais. Somos espeiciais porque ele nos escolheu.
Leia Dt 7:7,8: “Não vos teve o Senhor afeição nem vos escolheu porque fôsseis mais numerosos do que qualquer povo, pois éreis o menor de todos os povos, mas porque o Senhor vos amava…vos resgatou da casa da servidão”.
Ele nos amou quando éramos indignos. Ele nos amou quando éramos pecadores.
Deus não escolheu você, porque você era perfeito, mas para ser perfeito.
Deus não escolheu você, porque você era santo, mas para ser santo.
Deus não escolheu você, porque você era obediente, mas para a obediência.
Deus não escolheu você, porque você creu, para para você crer.
Deus não escolheu você, porque você praticava boas obras, mas para praticá-las. Deus não escolheu você porque você era digno, ele escolheu por amor de si mesmo.
4. A restauração está baseada no resgate – v. 2
O Senhor foi longe demais para voltar atrás. Deus arrancou Josué da fornalha do pecado. O povo tinha sofrido o chicote da disciplina, o cativeiro, o desespero. Mas, Deus jamais permite que seu povo seja destruído. Ele estava encarvoado, esturricado, chamuscado como um tição tirado do fogo, mas Deus o resgatou e não vai destruí-lo.
Você tem valor para Deus. Você custou um alto preço para Deus. Ele pagou por você tudo. Ele comprou você com o sangue de Jesus.
Todo aquele por quem Cristo verteu o seu sangue, jamais vai perecer. Diz o apóstolo Paulo: “Aos que Deus predestinou, também chamou, aos que chamou, também os justificou, aos que justificou, também os glorificou. Se Deus é por nós, quem será contra nós?” (Rm 8:30,31).
III. O PROCESSO DA RESTAURAÇÃO
1. A purificação – v. 4
“Tirai-lhe as vestes sujas”.
Não podemos continuar na presença Deus, fazendo a obra de Deus, com vestes sujas, com vida impura.
Josué não podia purificar a si mesmo. As vestes sujas lhe foram tiradas. Deus é quem nos limpa e nos purifica. Só o sangue de Jesus pode nos lavar. Só Deus pode restaurar a nossa alma, purificar a nossa consciência, o nosso coração, a nossa vida.
“E te vestirei de finos trajes”.
O mesmo Deus que nos purifica é o que nos justifica. Nossa justiça é como trapo de imundícia. A justiça de Cristo em nós é que nos capacita a estarmos no altar. É o ouro cobrindo a madeira de acácia. É a glória de Deus tragando nossa fraqueza. São os méritos de Cristo imputados a nós. É roupa branca, de linho finíssimo nos cobrindo.
2. A restauração da autoridade espiritual – v. 5
“Ponham-lhe um turbante limpo sobre a cabeça”.
Deus não apenas apaga as nossas transgressões, mas nos devolve a alegria da salvação e a autoridade espiritual. O filho pródigo pensou apenas em ser tratado como um escravo, mas o Pai lhe devolveu a posição de filho. Pedro foi restaurado, depois de negar o seu Senhor, e tornou-se um poderoso pregador do evangelho. O diabo quer manter você de cabeça baixa, envergonhado. Mas Deus restaura plenamente sua vida!
3. O perdão dos pecados – v. 4
“Eis que tenho feito que passe de ti a tua iniquidade”.
O pecado nos amarra. O pecado nos deixa desanimados. O pecado nos cansa. O pecado nos desmotiva. O pecado nos faz amargos, críticos, trôpegos, vazios.
O pecado é que impede a igreja de crescer. O pecado é que nos adoece espiritualmente. Deus, contudo, intervém e perdoa. Deus cancela a dívida. Deus apaga as transgressões como névoa. Joga os nossos pecados no profundo dos mares. Ele cobre o nosso pecado com o sangue do seu Filho e dele não mais se lembra.
Davi caiu, reconheceu o seu pecado, pediu perdão e Deus o perdoou.
Pedro negou a Jesus, chorou e Jesus o perdoou.
A mulher pecadora: Vai e não peques mais.
IV. IMPLICAÇÕES DA RESTAURAÇÃO
1. Condições para a restauração
a) Andar nos caminhos de Deus (v. 7) – Deus requer obediência! Não podemos ter o coração dividido. Não podemos servir a Deus e ao mundo ao mesmo tempo. Não podemos pôr a mão no arado e olhar para trás. Precisamos levar Deus a sério. Precisamos ser totalmente do Senhor.
b) Observar os preceitos de Deus (v. 7) – para observar é preciso conhecer, para conhecer é preciso estudar. Precisamos andar de acordo com o ensino da Palavra. A Bíblia deve reger nossa conduta.
2. Resultados da restauração
a) Julgaremos a Casa de Deus (v. 7) – Deus nos dará autoridade para exercermos o nosso ministério. Seremos, então, instrumentos nas mãos de Deus.
b) Acesso à presença de Deus (v. 7) – Teremos intimidade com Deus, vida plena de oração, deleitar-nos-emos em Deus. Depois teremos êxito em nosso trabalho diante dos homens. Só prevalece em público diante dos homens aqueles que prevalecem em secreto diante de Deus. A batalha é ganha na vida intima com Deus. Jesus, muitas vezes, deixou a multidão para buscar o Pai em oração. Intimidade com o Pai era mais importante do que sucesso no ministério. Vida com Deus é mais importante do que trabalho para Deus.
CONCLUSÃO
Este texto termina apontando para o futuro, para a vinda de Jesus, o servo, a rocha, aquele que faria a expiação dos nossos pecados e nos lavaria com o seu sangue: 1) O tempo da sua vinda foi divinamente fixado; 2) O caráter do seu trabalho foi divinamente apontado; 3) Os resultados do seu ministério foi divinamente estabelecido.
A nossa restauração vem de Cristo, do que ele fez por nós. Fomos justificados uma vez por todas.
Somos lavados continuamente, sempre que nos chegamos a ele para confessarmos os nossos pecados.
Somos restaurados com base na eleição e na redenção!
INTRODUÇÃO
1. O cativeiro babilônico havia terminado, mas a restauração do povo ainda não havia acontecido. O povo voltou para Jerusalém, mas não para Deus. Eles estavam fazendo a obra de Deus, mas não da maneira que agradava a Deus.
2. Os mais de 4 mil sacerdotes que haviam voltado com Zorobabel (Ed 2:36-39) encontravam-se em estado deplorável. Na época de Neemias os sacerdotes deixaram o sacerdócio e foram para o campo. A Casa de Deus estava desamparada: havia casamentos mistos, divórcios. Na época de Malaquias a situação era ainda pior. O profeta Malaquias diz que os sacerdotes desprezavam o nome de Deus. Diziam que a mesa do Senhor era imunda. Traziam animais cegos, aleijados e dilacerados para oferecerem como sacrifícios. Eles deixaram de ensinar a lei e fizeram a muitos tropeçar.
3. Deus então tornou esses sacerdotes indignos diante do povo e amaldiçoou suas bênçãos. A despeito desse quadro, há uma promessa de restauração.
4. A cena é de um tribunal onde aparece: 1) O ofensor: Josué. Ele é culpado e está diante do juiz para ser julgado. 2) O Acusador: Satanás se opõe a Josué conhecendo seus pecados. 3) O advogado: O próprio Anjo do Senhor, o próprio Senhor usa argumentos irresistíveis em sua defesa: o escolheu e o remiu. 4) A decisão: justificação e santificação.
5. Zacarias registrou essa mesma crise. Porém, quando tudo parecia perdido, quando a cidade de Jerusalém estava debaixo de opróbrio, Deus disse: “Jerusalém será habitada como as aldeias sem muros…Eu lhe serei um muro de fogo em redor, e eu mesmo serei, no meio dela, a sua glória” (2:4,5). Deus estava disposto a avivar aquela cidade e o seu povo. Ele disse: “Canta e exulta, ó filha de Sião, porque eis que venho, e habitarei no meio de ti” (2:10).
6. Vejamos a restauração do sacerdócio:
I. A NECESSIDADE DA RESTAURAÇÃO
1. O pecado do sacerdote – v. 3
“Ora, Josué, trajado de vestes sujas” (v. 3).
Josué estava no altar, mas com vestes sujas. AS vestes sujas externas refletem a vida interna. Ele estava fazendo a obra do Senhor, mas de forma indigna. Deus está mais interessado em quem nós somos do que no que nós fazemos. A vida vem antes do ministério. A vida do líder é a vida da sua liderança.
Isaías estava no templo, na Casa de Deus. Até então, ele havia pronunciado uma série de ais: 1) Ai dos que ajuntam casa a casa; 2) Ai dos seguem a bebedice; 3) Ai dos que vivem na iniquidade; 4) Ai dos que ao mal chamam bem e ao bem mal; 5) Ai dos que são sábios aos seus próprios olhos; 6) Ai dos que são heróis para beber vinho; 7) Mas agora, diz: Ai de mim porque sou homem de lábios impuros.
Josué estava no templo, no altar, orando pelo povo, mas suas vestes estavam sujas. Havia pecado na sua vida, sujeira nas suas mãos, impureza na sua mente, cobiça nos seus olhos, injustiça nos seus atos.
Hoje somos uma raça de sacerdotes: o que Deus está vendo em nossa vida? O que fazer? Renunciar o sacerdócio? Abandonar a Deus? Deixar a igreja? Abjurar a fé? Não, mil vezes não!
A Bíblia diz: “Em todo o tempo sejam alvas as tuas vestes e não falte óleo sobre a tua cabeça” (Ec 9:8).
2. Falta de autoridade espiritual – v. 5
Turbante sujo significa falta de autoridade. O pecado lança opróprio, tira a autoridade, tira a unção. Josué estava sendo desqualificado pelo seu pecado. O pecado estava contaminando sua cabeça. Seu turbante, símbolo da autoridade estava sujo.
O pecado rouba do crente a autoridade espiritual. Perdemos a alegria da salvação. Perdemos a unção do Espírito. Perdemos o poder para fazer a obra. Perdemos o sorriso de Deus!
3. A oposição de Satanás – v. 1
Satanás está tentando a pessoa de maior destaque: o sumo sacerdote. Satanás está tentando no contexto mais sagrado: no templo. Satanás está tentando no lugar mais estratégico: do lado direito. Satanás esta tentando na hora mais importante: quando o sacerdote estava orando pelo povo.
Satanás nos espiona vinte e quatro horas por dia. Ele procura uma brecha. Ele procura uma fenda em nossa vida para colocar uma cunha e nos acusar e se opôr a nós. Satanás acusa o pecado do líder e do povo a quem o sumo sacerdote representa.
Esse adversário descobre os pontos fracos do caráter e os ataca; os defeitos secretos dos santos, e os proclama; o menor indício de deslealdade e o exibe. Ele joga lama nas pessoas. Ele as acusa e as condena.
Quando oramos, ele nos ataca. Quando nos achegamos à mesa d Senhor, vê a frieza do nosso coração e palte palmas. Ele nos acusa até quando estamos vivendo uma vida santa: “Porventura, Jó debalde serve a Deus?”.
Satanás não pode atingir Jesus, então, ele tenta nos atingir.
II. A POSSIBILIDADE DA RESTAURAÇÃO
1. A restauração é baseada na presença de Deus – v. 1
“Josué estava diante do Anjo do Senhor”.
Esse Anjo do Senhor era o próprio Senhor. Sempre que estamos diante de Deus há chance de restauração. Ele é rico em misericórdia. Ele conhece a nossa estrutura e sabe que somos pó. Ele se compadece de nós como um Pai se compadece dos seus filhos.
Cura-me e serei curado. Há perdão, há restauração. Deus tem prazer na misericórdia. Ele é rico em perdoar. Ele mesmo é quem cura a nossa infideldade.
2. A restauração é baseada na repreensão de Satanás – v. 2
Satanás não tem poder sobre nós, quando buscamos o refúgio de Cristo. Ele é o nosso Advogado. Deus mesmo é quem repreende Satanás. O Senhor é o nosso escudo. Ele é quem sai em nossa defesa. Deus mesmo é quem nos dá a vitória.
Satanás é acusador, mas Jesus é o seu advogado. Satanás veio para lhe destruir, mas Jesus veio para lhe dar vida abundante. Satanás veio para acusar, mas Jesus veio para lhe defender.
Como sacerdote araônico, Cristo morreu; mas como sacerdote da ordem de Melquisedeque, ele vive para sempre, intercedendo em nosso favor. Quando o inimigo lança os torpedos contra nós, Cristo os apanha na rede da sua intercessão e tira-lhes o poder de nos ferir.
Paulo pergunta: Rm 8:33,34: “Quem intentará acusação contra os eleitos de Deus? É Deus quem os justifica. Quem os condenará? É Cristo quem morreu, ressuscitou, o qual está à direta de Deus e também intercede por nós.
3. A restauração é baseada na graça eletiva de Deus – v. 2
Antes de ter nos escolhido ele sabia quem éramos, nossos pecados, nossas fraquezas, nossos fracassos, nossos deslizes. Ele não nos escolheu porque éramos especiais. Somos espeiciais porque ele nos escolheu.
Leia Dt 7:7,8: “Não vos teve o Senhor afeição nem vos escolheu porque fôsseis mais numerosos do que qualquer povo, pois éreis o menor de todos os povos, mas porque o Senhor vos amava…vos resgatou da casa da servidão”.
Ele nos amou quando éramos indignos. Ele nos amou quando éramos pecadores.
Deus não escolheu você, porque você era perfeito, mas para ser perfeito.
Deus não escolheu você, porque você era santo, mas para ser santo.
Deus não escolheu você, porque você era obediente, mas para a obediência.
Deus não escolheu você, porque você creu, para para você crer.
Deus não escolheu você, porque você praticava boas obras, mas para praticá-las. Deus não escolheu você porque você era digno, ele escolheu por amor de si mesmo.
4. A restauração está baseada no resgate – v. 2
O Senhor foi longe demais para voltar atrás. Deus arrancou Josué da fornalha do pecado. O povo tinha sofrido o chicote da disciplina, o cativeiro, o desespero. Mas, Deus jamais permite que seu povo seja destruído. Ele estava encarvoado, esturricado, chamuscado como um tição tirado do fogo, mas Deus o resgatou e não vai destruí-lo.
Você tem valor para Deus. Você custou um alto preço para Deus. Ele pagou por você tudo. Ele comprou você com o sangue de Jesus.
Todo aquele por quem Cristo verteu o seu sangue, jamais vai perecer. Diz o apóstolo Paulo: “Aos que Deus predestinou, também chamou, aos que chamou, também os justificou, aos que justificou, também os glorificou. Se Deus é por nós, quem será contra nós?” (Rm 8:30,31).
III. O PROCESSO DA RESTAURAÇÃO
1. A purificação – v. 4
“Tirai-lhe as vestes sujas”.
Não podemos continuar na presença Deus, fazendo a obra de Deus, com vestes sujas, com vida impura.
Josué não podia purificar a si mesmo. As vestes sujas lhe foram tiradas. Deus é quem nos limpa e nos purifica. Só o sangue de Jesus pode nos lavar. Só Deus pode restaurar a nossa alma, purificar a nossa consciência, o nosso coração, a nossa vida.
“E te vestirei de finos trajes”.
O mesmo Deus que nos purifica é o que nos justifica. Nossa justiça é como trapo de imundícia. A justiça de Cristo em nós é que nos capacita a estarmos no altar. É o ouro cobrindo a madeira de acácia. É a glória de Deus tragando nossa fraqueza. São os méritos de Cristo imputados a nós. É roupa branca, de linho finíssimo nos cobrindo.
2. A restauração da autoridade espiritual – v. 5
“Ponham-lhe um turbante limpo sobre a cabeça”.
Deus não apenas apaga as nossas transgressões, mas nos devolve a alegria da salvação e a autoridade espiritual. O filho pródigo pensou apenas em ser tratado como um escravo, mas o Pai lhe devolveu a posição de filho. Pedro foi restaurado, depois de negar o seu Senhor, e tornou-se um poderoso pregador do evangelho. O diabo quer manter você de cabeça baixa, envergonhado. Mas Deus restaura plenamente sua vida!
3. O perdão dos pecados – v. 4
“Eis que tenho feito que passe de ti a tua iniquidade”.
O pecado nos amarra. O pecado nos deixa desanimados. O pecado nos cansa. O pecado nos desmotiva. O pecado nos faz amargos, críticos, trôpegos, vazios.
O pecado é que impede a igreja de crescer. O pecado é que nos adoece espiritualmente. Deus, contudo, intervém e perdoa. Deus cancela a dívida. Deus apaga as transgressões como névoa. Joga os nossos pecados no profundo dos mares. Ele cobre o nosso pecado com o sangue do seu Filho e dele não mais se lembra.
Davi caiu, reconheceu o seu pecado, pediu perdão e Deus o perdoou.
Pedro negou a Jesus, chorou e Jesus o perdoou.
A mulher pecadora: Vai e não peques mais.
IV. IMPLICAÇÕES DA RESTAURAÇÃO
1. Condições para a restauração
a) Andar nos caminhos de Deus (v. 7) – Deus requer obediência! Não podemos ter o coração dividido. Não podemos servir a Deus e ao mundo ao mesmo tempo. Não podemos pôr a mão no arado e olhar para trás. Precisamos levar Deus a sério. Precisamos ser totalmente do Senhor.
b) Observar os preceitos de Deus (v. 7) – para observar é preciso conhecer, para conhecer é preciso estudar. Precisamos andar de acordo com o ensino da Palavra. A Bíblia deve reger nossa conduta.
2. Resultados da restauração
a) Julgaremos a Casa de Deus (v. 7) – Deus nos dará autoridade para exercermos o nosso ministério. Seremos, então, instrumentos nas mãos de Deus.
b) Acesso à presença de Deus (v. 7) – Teremos intimidade com Deus, vida plena de oração, deleitar-nos-emos em Deus. Depois teremos êxito em nosso trabalho diante dos homens. Só prevalece em público diante dos homens aqueles que prevalecem em secreto diante de Deus. A batalha é ganha na vida intima com Deus. Jesus, muitas vezes, deixou a multidão para buscar o Pai em oração. Intimidade com o Pai era mais importante do que sucesso no ministério. Vida com Deus é mais importante do que trabalho para Deus.
CONCLUSÃO
Este texto termina apontando para o futuro, para a vinda de Jesus, o servo, a rocha, aquele que faria a expiação dos nossos pecados e nos lavaria com o seu sangue: 1) O tempo da sua vinda foi divinamente fixado; 2) O caráter do seu trabalho foi divinamente apontado; 3) Os resultados do seu ministério foi divinamente estabelecido.
A nossa restauração vem de Cristo, do que ele fez por nós. Fomos justificados uma vez por todas.
Somos lavados continuamente, sempre que nos chegamos a ele para confessarmos os nossos pecados.
Somos restaurados com base na eleição e na redenção!
Quando o povo de Deus desiste de cantar Quando o povo de Deus desiste de cantar
Referência: Salmos 137.1-9
INTRODUÇÃO
Um escritor afirmou: “Antigas bênçãos não são suficientes para a vida de hoje nem antigas mágoas devem estragar o presente”.
Este texto fala do cativeiro babilônico. A gloriosa cidade de Jerusalém havia sido invadida, saqueada e destruída por Nabucodonosor em 586 antes de Cristo. O povo de Judá por não ouvir a voz de Deus e por se corromper moral e espiritualmente foi levado cativo.
Foi um cerco doloroso. Os jovens foram esmagados e passados ao fio da espada. As crianças esmagadas sob as pedras. As jovens foram forçadas. Os morreram à espada foram mais felizes do que aqueles que morreram de fome dentro das muralhas. Os que tentavam escapar do cerco da morte eram encurralados pelos Edomitas que festejavam a ruína de Jerusalém.
O povo viveu no cativeiro setenta anos. Aqueles que voltaram estão relembrando o passado. Eles estão vivendo de reminiscências amargas. Eles desenterrando o passado de dor. Estão fazendo incursões pelos corredores sombrios das lembranças que um dia os fizeram sofrer. Eles se lembram quando deixaram de cantar. Eles se lembram quando dependuraram suas harpas. O cativeiro havia passado, mas as memórias amargas não.
De vez em quando somos também assaltados por crises medonhas. A vida fica estranha. Perdemos a doçura da vida. Ficamos amargos, azedos, fechados. Deixamos que as circunstâncias determinem nossas emoções. Deixamos de cantar. Tornamo-nos um poço de amargura.
É fácil cantar em Sião, os cânticos de Sião. Mas, somos chamados a entoar os cânticos do Senhor no cativeiro, no aperto, debaixo da opressão, na dor, no luto, no prejuízo, na afronta, na enfermidade. Não podemos deixar que a crise nos endureça e nos torne secos.
Nossa espiritualidade não pode ficar presa só no contexto do sagrado. Tem gente que é uma bênção na igreja, canta os cânticos de Sião com exultação em Sião, mas ficam amargos e duros e praguejam diante da adversidade, dos problemas e do estranho.
Devemos cantar como Jó: mesmo no prejuízo financeiro, mesmo surrado pela dor luto, mesmo na agonia da enfermidade, mesmo diante da incompreensão conjugal, mesmo que os amigos nos façam acusações levianas. Jó disse: “O Senhor Deus deu, o Senhor Deus tomou, bendito seja o nome do Senhor”.
I. DESISTINDO DE CANTAR POR CAUSA DAS LEMBRANÇAS AMARGAS DA CRISE (Sl 137.1-4)
Judá tinha se desviado de Deus. Homens maus se levantaram em Jerusalém como Acaz e Manassés. O povo deixou a lei de Deus. Deus levantou profetas, mas o povo perseguiu a uns e matou a outros. A nação se corrompeu. Os ricos oprimiam os pobres; os juízes por suborno vendiam sentenças para oprimir os fracos. Então, Deus trouxe a Babilônia e entregou Jerusalém nas mãos de Nabucodonosor. O povo foi levado para uma terra estranha. Eles perderam suas terras, sua pátria, sua liberdade, sua famílias. São agora escravos em terra estrangeira. Que tipo de crise eles enfrentaram?
1. Enfrentaram a crise da desinstalação (Sl 137.1)
“Às margens dos rios da Babilônia”.
Eles estão onde não gostariam de estar, pisando um chão onde não gostariam de pisar. Eles foram arrancados do seu lar. Seus vínculos foram quebrados. Tudo que eles amavam foi violentado. Perderam suas raízes.
A vontade deles não foi respeitada. Não são livres. São tratados como coisas, como objetos. Perderam seus bens, suas casas, suas famílias, seu templo, sua cidade, sua cidadania. Foram despojados.
O verso 3 diz: “… aqueles que nos levaram cativos”. Eles se tornaram impotentes para reverter a situação.
“… os nossos opressores” = Opressão é serviço pesado, ausência de riso, é cerco permanente, é muro por todos os lados, é esgotamento de todos os recursos.
Talvez você também desistiu de cantar e dependurou suas harpas porque você está onde não gostaria de estar, fazendo o que não gostaria de fazer. Sua vida foi virada de cabeça para baixo.
2. Enfrentaram a crise da apatia coletiva (Sl 137.1)
“Nós nos assentávamos…”.
Apatia é desânimo crônico. É morte da esperança. É aceitação passiva da derrota. É a decretação do fracasso. Apatia é desistir de lutar, é se dar por vencido. É aceitar o caos com naturalidade.
Apatia é apostar que a crise é imutável, que as tragédias são irremediáveis, que nada nem ninguém dá jeito no caos.
Eles não se assentam para formularem uma estratégia de reação diante do barbarismo histórico. Eles se assentam para contemplarem a tragédia, para flertarem com a miséria. Eles só olham na direção do nada. Eles se assentam para achar que não existe mais solução; não existe mais volta nem retorno.
Falta sonho para sonhar. Falta esperança para esperar. Falta amanhã na tragédia do hoje. Sentar-se desse jeito é adaptar-se ao desespero, é acomodar-se a um suicídio cotidiano.
A apatia era coletiva. Não é uma pessoa apenas, mas todos estão apáticos. Não existe ninguém para desneurotizar essa gente. Todos estão desanimados.
3. Enfrentaram a crise da melancolia (Sl 137.1)
“… e chorávamos”.
Tudo ao redor deles estava empapuçado de dor e tensão. Juntos, eles fazem o coral do gemido, a orquestra do lamento, a sinfonia do soluço. Eles não cantam. Eles não sonham. Eles não planejam. Eles não reagem. Eles se entregam. Eles se capitulam. Eles só sabem curtir a sua dor incurável.
Tem gente que não reage diante da dor da vida. Só vive lamentando, chorando, curtindo suas mágoas.
4. Enfrentaram a crise da nostalgia (Sl 137.1)
“… lembrando-nos de Sião”.
Esses israelitas não fizeram como Daniel. Este deixou marcas de Deus na terra da idolatria. Daniel resolveu ser uma bênção da Babilônia antes da Babilônia azedar sua alma. A espiritualidade de Daniel não era geográfica. Não se limitava a Sião, à igreja, ao templo. Ele não vivia de saudosismo. Ele não sacralizou o passado nem satanizou o presente. Ele resolveu andar com Deus na Babilônia e cantar os cânticos do Senhor em terra estranha.
Os israelitas deixaram de cantar e testemunhar na Babilônia porque a nostalgia de Sião os dominou. Eles estão amargos com o presente porque não deixaram o passado no passado.
Deixar de cantar na crise é negar a fé, é renunciar o testemunho, é viver o projeto da anti-espiritualidade.
II. DESISTINDO DE CANTAR POR CAUSA DA FALTA DE PERDÃO (Sl 137.5-9)
Se a minha espiritualidade interrompe o meu cântico diante da injustiça e da opressão; se dependuro minhas harpas em terra estranha; se minha liturgia só é prestada dentro dos muros de Sião, ela não passa de uma espiritualidade teatral e cênica.
Há muitos hoje que vivem uma espiritualidade mística, de monte, de vigília, de acampamento, de congressos, mas que não traduz essa espiritualidade em vida na hora da opressão. Só cantam os cânticos de Sião em Sião.
Os versículos 5-9 revelam que eles desistem de cantar porque desistem de perdoar. O texto está empapuçado de violência, do desejo de vingança. Eles ficaram amargos, revoltados, cheios de ódio. Até seus opressores pediram para eles serem alegres. Eles estão como um boldo existencial, vivendo a espiritualidade do absinto.
Eles vivem em função do que foi, do que era, do que passou, aconteceu, mas que já deixou de ser.
Eles moram na SAUDADE. Vivem de reminiscências. Só curtem o passado, enfurnados num tempo que o vento levou. Agora tudo está sem gosto. Eles vivem o saudosismo de Casimiro de Abreu:
Oh! Que saudades que eu tenho
Da aurora da minha vida
Da minha infância querida
Que os anos não trazem mais.
Tem gente que vive só do passado. A lembrança nostálgica do ontem lhes rouba o entusiasmo para viver hoje. Nada mais vale a pena, nada desafia. Entra-se na neurose da lembrança de pessoas, de circunstâncias e de coisas que já não voltam mais.
O povo judeu tinha uma religiosidade forte. Tinha o melhor sistema doutrinário do mundo. Tinha uma teologia da História. Conhecia as intervenções libertárias de Deus, mas agora, sua religiosidade está morta, não cantam na crise.
Eles só cantam em Sião quando tudo está bem. Eles não sabem cantar em terra estranha. Eles não sabem celebrar no aperto da história.
No versículo 2, eles aposentam as harpas, instrumentos usados para cantar canções de alegria e festividade. A fé deles é circunstancial. Só cantam em Sião.
1. A primeira vez que olham para o futuro é para desejar a tragédia e destruição de seus inimigos (Sl 137.8)
Eles viviam o tempo todo ligados à nostalgia (v. 1), lembrando de Sião.
Eles agora olham para o amanhã e fazem do mesmo sócio da tragédia = querem que o amanhã chegue de mãos dadas com o que mata, arrasa, destrói. Eles querem um HOLOCAUSTO.
Seu futuro é de ódio. Por isso profetizam o trágico, de forma irremediável. “Que hás de ser destruída”.
Eles não deixam a possibilidade de mudança de arrependimento para a Babilônia.
Eles sonham com o caos irremediável. Eles se colocam na contramão de toda espiritualidade. Eles perdem a capacidade de amar e perdoar.
2. Eles registram psicologicamente o trágico e vivem presos historicamente a ele (Sl 137.7)
“… do dia de Jerusalém”.
Eles estão presos ao DIA da tragédia, ao dia da dor, do saque, da espoliação, do massacre, da desinstalação de Sião. Eles se lembram da covardia dos Edomitas que os esperavam nas encruzilhadas para matá-las em sua fuga desesperada. Eles se lembravam das palavras de alegria dos Edomitas enquanto eles eram perseguidos e mortos.
Eles não perdoam. Eles não têm paz. Eles não esquecem esse dia que foram agredidos. A ferida está aberta e sangrando.
3. Eles registram não apenas o dia da tragédia como também as verbalizações de agressividade dirigidas a eles (Sl 137.7b)
“… arrasai, arrasai-a até os fundamentos”.
Eles guardaram no cofre da psique tudo que foi falada contra eles.
Hoje tem muita gente presa ao DIA em que o marido agrediu, bateu, machucou, saiu de casa. Gente presa ao dia em que descobriu que a esposa tinha um caso, que o filho estava envolvido com drogas, que o amigo tinha traído, que o sócio deu um prejuízo.
Tem gente que vive agendando o dia da desgraça na vida dos outros.
4. Eles acabam tendo um conceito estúpido do que significa ser feliz na vida (Sl 137.8,9)
A violência é motivo para chorar, para se entristecer, e não para ficar alegre e feliz.
Essa é uma inversão de valores e da espiritualidade. Os israelitas tornaram-se duros, desumanos, cruéis, iguais aos seus inimigos.
a) Eles vivem a neurose da vingança (Sl 137.8)
Eles querem vencer o mal com o mal.
Eles querem pagar o ódio com o ódio.
Quem odeia, quem não perdoa não consegue cantar.
b) Eles desejam o mal até mesmo contra quem não tinha feito nada contra eles (Sl 137.9)
Eles querem que os filhos dos babilônicos sejam trucidados, esquartejados. Eles transferem seu ódio para uma outra geração. Eles projetam sua mágoa para aqueles que não lhes fizera nenhum mal.
Quem nutre ódio não sabe nada de louvor ao Deus de amor.
5. Eles estão com as harpas dependuradas, sem os cânticos de Sião, cheios de ódio e desejo de vingança porque tinham uma relação institucional com Deus e não pessoal (Sl 137.5,6)
Eles vivem a institucionalização da fé. Tudo tem a ver com Jerusalém, com Sião. A maior alegria deles não é Deus, é Jerusalém. A saudade deles não é de Deus, é de Sião (v.1).
A destruição de Jerusalém passou por uma confiança errada e falsa no templo, no culto, nas cerimônias em vez de colocarem sua confiança em Deus (Jr 7.4-7).
A única vez que eles se lembram de Deus é para pedir destruição para fazê-lo sócio de seus sonhos de vingança (v. 7).
Tem muita gente amarga hoje, que morre pela igreja, mas não vive para o Senhor. Defende até à morte sua religião, mas desempenha uma intimidade com Deus. Exemplo: Os fariseus acusavam Jesus de querem a lei, curando no sábado na sinagoga mas não se apercebiam que estavam cheios de ódio tramando a morte de Jesus na sinagoga.
Ilustração: Dona Beija em Araxá, MG, recebe de sua desafeta uma. Bandeja de estrume e devolve um bouquet de flor, com o bilhete: “Querida, na vida cada um dá o que tem”.
III. OBSERVANDO MOTIVOS NA VIDA PARA CANTAR
1. Eles estavam às margens dos rios da Babilônia (Sl 137.1)
Eles não estavam num deserto. Estavam perto dos rios (Eufrates e Tigre), lugares férteis, cheios de verdor e de fartura. A vida não estava tão dura assim. Eles é que estavam duros. Estavam olhando para a vida de forma vesga.
Os recursos não haviam se esgotado. Eles tinham água, tinham vida, tinha sobrevivência.
2. Eles tinham sombra para o descanso (Sl 137.2)
Eles tinham sombra, descanso, refrigério. Os salgueiros eram árvores frondosas das grandes e úmidas planícies da Babilônia. Eles não vêem a bondade de Deus nem discernem o propósito da disciplina de Deus.
Olhe ao seu redor. Deixe de reclamar. Pare de murmurar. Dê um basta nesta hemorragia de murmuração.
Isaías 54.1 diz: “Canta alegremente, ó estéril” = Deus nos convida a cantar no estranho, na agenda do absurdo.
Marcos 14.22-26, Jesus cantou um hino na cena da Ceia. A hora era dramática. Era o momento dele entregar seu corpo, dar o seu sangue, enfrentar a traição, viver a ausência da amizade, ser escarnecido, espancado. Ainda assim, ele canta em vez de praguejar.
Atos 16.25 = Paulo e Silas mesmo surrados, esfolados e agredidos cantam na cadeia sem mágoa porque sabiam que Deus converte até as tragédias para o nosso bem.
A última palavra é de Deus e não do carrasco. Não perca a doçura da vida. Deus é quem dirige tudo. Faça da vida uma canção de glória ao Salvador. Tire agora mesmo as suas harpas dos salgueiros e entoe uma canção ao Senhor!
INTRODUÇÃO
Um escritor afirmou: “Antigas bênçãos não são suficientes para a vida de hoje nem antigas mágoas devem estragar o presente”.
Este texto fala do cativeiro babilônico. A gloriosa cidade de Jerusalém havia sido invadida, saqueada e destruída por Nabucodonosor em 586 antes de Cristo. O povo de Judá por não ouvir a voz de Deus e por se corromper moral e espiritualmente foi levado cativo.
Foi um cerco doloroso. Os jovens foram esmagados e passados ao fio da espada. As crianças esmagadas sob as pedras. As jovens foram forçadas. Os morreram à espada foram mais felizes do que aqueles que morreram de fome dentro das muralhas. Os que tentavam escapar do cerco da morte eram encurralados pelos Edomitas que festejavam a ruína de Jerusalém.
O povo viveu no cativeiro setenta anos. Aqueles que voltaram estão relembrando o passado. Eles estão vivendo de reminiscências amargas. Eles desenterrando o passado de dor. Estão fazendo incursões pelos corredores sombrios das lembranças que um dia os fizeram sofrer. Eles se lembram quando deixaram de cantar. Eles se lembram quando dependuraram suas harpas. O cativeiro havia passado, mas as memórias amargas não.
De vez em quando somos também assaltados por crises medonhas. A vida fica estranha. Perdemos a doçura da vida. Ficamos amargos, azedos, fechados. Deixamos que as circunstâncias determinem nossas emoções. Deixamos de cantar. Tornamo-nos um poço de amargura.
É fácil cantar em Sião, os cânticos de Sião. Mas, somos chamados a entoar os cânticos do Senhor no cativeiro, no aperto, debaixo da opressão, na dor, no luto, no prejuízo, na afronta, na enfermidade. Não podemos deixar que a crise nos endureça e nos torne secos.
Nossa espiritualidade não pode ficar presa só no contexto do sagrado. Tem gente que é uma bênção na igreja, canta os cânticos de Sião com exultação em Sião, mas ficam amargos e duros e praguejam diante da adversidade, dos problemas e do estranho.
Devemos cantar como Jó: mesmo no prejuízo financeiro, mesmo surrado pela dor luto, mesmo na agonia da enfermidade, mesmo diante da incompreensão conjugal, mesmo que os amigos nos façam acusações levianas. Jó disse: “O Senhor Deus deu, o Senhor Deus tomou, bendito seja o nome do Senhor”.
I. DESISTINDO DE CANTAR POR CAUSA DAS LEMBRANÇAS AMARGAS DA CRISE (Sl 137.1-4)
Judá tinha se desviado de Deus. Homens maus se levantaram em Jerusalém como Acaz e Manassés. O povo deixou a lei de Deus. Deus levantou profetas, mas o povo perseguiu a uns e matou a outros. A nação se corrompeu. Os ricos oprimiam os pobres; os juízes por suborno vendiam sentenças para oprimir os fracos. Então, Deus trouxe a Babilônia e entregou Jerusalém nas mãos de Nabucodonosor. O povo foi levado para uma terra estranha. Eles perderam suas terras, sua pátria, sua liberdade, sua famílias. São agora escravos em terra estrangeira. Que tipo de crise eles enfrentaram?
1. Enfrentaram a crise da desinstalação (Sl 137.1)
“Às margens dos rios da Babilônia”.
Eles estão onde não gostariam de estar, pisando um chão onde não gostariam de pisar. Eles foram arrancados do seu lar. Seus vínculos foram quebrados. Tudo que eles amavam foi violentado. Perderam suas raízes.
A vontade deles não foi respeitada. Não são livres. São tratados como coisas, como objetos. Perderam seus bens, suas casas, suas famílias, seu templo, sua cidade, sua cidadania. Foram despojados.
O verso 3 diz: “… aqueles que nos levaram cativos”. Eles se tornaram impotentes para reverter a situação.
“… os nossos opressores” = Opressão é serviço pesado, ausência de riso, é cerco permanente, é muro por todos os lados, é esgotamento de todos os recursos.
Talvez você também desistiu de cantar e dependurou suas harpas porque você está onde não gostaria de estar, fazendo o que não gostaria de fazer. Sua vida foi virada de cabeça para baixo.
2. Enfrentaram a crise da apatia coletiva (Sl 137.1)
“Nós nos assentávamos…”.
Apatia é desânimo crônico. É morte da esperança. É aceitação passiva da derrota. É a decretação do fracasso. Apatia é desistir de lutar, é se dar por vencido. É aceitar o caos com naturalidade.
Apatia é apostar que a crise é imutável, que as tragédias são irremediáveis, que nada nem ninguém dá jeito no caos.
Eles não se assentam para formularem uma estratégia de reação diante do barbarismo histórico. Eles se assentam para contemplarem a tragédia, para flertarem com a miséria. Eles só olham na direção do nada. Eles se assentam para achar que não existe mais solução; não existe mais volta nem retorno.
Falta sonho para sonhar. Falta esperança para esperar. Falta amanhã na tragédia do hoje. Sentar-se desse jeito é adaptar-se ao desespero, é acomodar-se a um suicídio cotidiano.
A apatia era coletiva. Não é uma pessoa apenas, mas todos estão apáticos. Não existe ninguém para desneurotizar essa gente. Todos estão desanimados.
3. Enfrentaram a crise da melancolia (Sl 137.1)
“… e chorávamos”.
Tudo ao redor deles estava empapuçado de dor e tensão. Juntos, eles fazem o coral do gemido, a orquestra do lamento, a sinfonia do soluço. Eles não cantam. Eles não sonham. Eles não planejam. Eles não reagem. Eles se entregam. Eles se capitulam. Eles só sabem curtir a sua dor incurável.
Tem gente que não reage diante da dor da vida. Só vive lamentando, chorando, curtindo suas mágoas.
4. Enfrentaram a crise da nostalgia (Sl 137.1)
“… lembrando-nos de Sião”.
Esses israelitas não fizeram como Daniel. Este deixou marcas de Deus na terra da idolatria. Daniel resolveu ser uma bênção da Babilônia antes da Babilônia azedar sua alma. A espiritualidade de Daniel não era geográfica. Não se limitava a Sião, à igreja, ao templo. Ele não vivia de saudosismo. Ele não sacralizou o passado nem satanizou o presente. Ele resolveu andar com Deus na Babilônia e cantar os cânticos do Senhor em terra estranha.
Os israelitas deixaram de cantar e testemunhar na Babilônia porque a nostalgia de Sião os dominou. Eles estão amargos com o presente porque não deixaram o passado no passado.
Deixar de cantar na crise é negar a fé, é renunciar o testemunho, é viver o projeto da anti-espiritualidade.
II. DESISTINDO DE CANTAR POR CAUSA DA FALTA DE PERDÃO (Sl 137.5-9)
Se a minha espiritualidade interrompe o meu cântico diante da injustiça e da opressão; se dependuro minhas harpas em terra estranha; se minha liturgia só é prestada dentro dos muros de Sião, ela não passa de uma espiritualidade teatral e cênica.
Há muitos hoje que vivem uma espiritualidade mística, de monte, de vigília, de acampamento, de congressos, mas que não traduz essa espiritualidade em vida na hora da opressão. Só cantam os cânticos de Sião em Sião.
Os versículos 5-9 revelam que eles desistem de cantar porque desistem de perdoar. O texto está empapuçado de violência, do desejo de vingança. Eles ficaram amargos, revoltados, cheios de ódio. Até seus opressores pediram para eles serem alegres. Eles estão como um boldo existencial, vivendo a espiritualidade do absinto.
Eles vivem em função do que foi, do que era, do que passou, aconteceu, mas que já deixou de ser.
Eles moram na SAUDADE. Vivem de reminiscências. Só curtem o passado, enfurnados num tempo que o vento levou. Agora tudo está sem gosto. Eles vivem o saudosismo de Casimiro de Abreu:
Oh! Que saudades que eu tenho
Da aurora da minha vida
Da minha infância querida
Que os anos não trazem mais.
Tem gente que vive só do passado. A lembrança nostálgica do ontem lhes rouba o entusiasmo para viver hoje. Nada mais vale a pena, nada desafia. Entra-se na neurose da lembrança de pessoas, de circunstâncias e de coisas que já não voltam mais.
O povo judeu tinha uma religiosidade forte. Tinha o melhor sistema doutrinário do mundo. Tinha uma teologia da História. Conhecia as intervenções libertárias de Deus, mas agora, sua religiosidade está morta, não cantam na crise.
Eles só cantam em Sião quando tudo está bem. Eles não sabem cantar em terra estranha. Eles não sabem celebrar no aperto da história.
No versículo 2, eles aposentam as harpas, instrumentos usados para cantar canções de alegria e festividade. A fé deles é circunstancial. Só cantam em Sião.
1. A primeira vez que olham para o futuro é para desejar a tragédia e destruição de seus inimigos (Sl 137.8)
Eles viviam o tempo todo ligados à nostalgia (v. 1), lembrando de Sião.
Eles agora olham para o amanhã e fazem do mesmo sócio da tragédia = querem que o amanhã chegue de mãos dadas com o que mata, arrasa, destrói. Eles querem um HOLOCAUSTO.
Seu futuro é de ódio. Por isso profetizam o trágico, de forma irremediável. “Que hás de ser destruída”.
Eles não deixam a possibilidade de mudança de arrependimento para a Babilônia.
Eles sonham com o caos irremediável. Eles se colocam na contramão de toda espiritualidade. Eles perdem a capacidade de amar e perdoar.
2. Eles registram psicologicamente o trágico e vivem presos historicamente a ele (Sl 137.7)
“… do dia de Jerusalém”.
Eles estão presos ao DIA da tragédia, ao dia da dor, do saque, da espoliação, do massacre, da desinstalação de Sião. Eles se lembram da covardia dos Edomitas que os esperavam nas encruzilhadas para matá-las em sua fuga desesperada. Eles se lembravam das palavras de alegria dos Edomitas enquanto eles eram perseguidos e mortos.
Eles não perdoam. Eles não têm paz. Eles não esquecem esse dia que foram agredidos. A ferida está aberta e sangrando.
3. Eles registram não apenas o dia da tragédia como também as verbalizações de agressividade dirigidas a eles (Sl 137.7b)
“… arrasai, arrasai-a até os fundamentos”.
Eles guardaram no cofre da psique tudo que foi falada contra eles.
Hoje tem muita gente presa ao DIA em que o marido agrediu, bateu, machucou, saiu de casa. Gente presa ao dia em que descobriu que a esposa tinha um caso, que o filho estava envolvido com drogas, que o amigo tinha traído, que o sócio deu um prejuízo.
Tem gente que vive agendando o dia da desgraça na vida dos outros.
4. Eles acabam tendo um conceito estúpido do que significa ser feliz na vida (Sl 137.8,9)
A violência é motivo para chorar, para se entristecer, e não para ficar alegre e feliz.
Essa é uma inversão de valores e da espiritualidade. Os israelitas tornaram-se duros, desumanos, cruéis, iguais aos seus inimigos.
a) Eles vivem a neurose da vingança (Sl 137.8)
Eles querem vencer o mal com o mal.
Eles querem pagar o ódio com o ódio.
Quem odeia, quem não perdoa não consegue cantar.
b) Eles desejam o mal até mesmo contra quem não tinha feito nada contra eles (Sl 137.9)
Eles querem que os filhos dos babilônicos sejam trucidados, esquartejados. Eles transferem seu ódio para uma outra geração. Eles projetam sua mágoa para aqueles que não lhes fizera nenhum mal.
Quem nutre ódio não sabe nada de louvor ao Deus de amor.
5. Eles estão com as harpas dependuradas, sem os cânticos de Sião, cheios de ódio e desejo de vingança porque tinham uma relação institucional com Deus e não pessoal (Sl 137.5,6)
Eles vivem a institucionalização da fé. Tudo tem a ver com Jerusalém, com Sião. A maior alegria deles não é Deus, é Jerusalém. A saudade deles não é de Deus, é de Sião (v.1).
A destruição de Jerusalém passou por uma confiança errada e falsa no templo, no culto, nas cerimônias em vez de colocarem sua confiança em Deus (Jr 7.4-7).
A única vez que eles se lembram de Deus é para pedir destruição para fazê-lo sócio de seus sonhos de vingança (v. 7).
Tem muita gente amarga hoje, que morre pela igreja, mas não vive para o Senhor. Defende até à morte sua religião, mas desempenha uma intimidade com Deus. Exemplo: Os fariseus acusavam Jesus de querem a lei, curando no sábado na sinagoga mas não se apercebiam que estavam cheios de ódio tramando a morte de Jesus na sinagoga.
Ilustração: Dona Beija em Araxá, MG, recebe de sua desafeta uma. Bandeja de estrume e devolve um bouquet de flor, com o bilhete: “Querida, na vida cada um dá o que tem”.
III. OBSERVANDO MOTIVOS NA VIDA PARA CANTAR
1. Eles estavam às margens dos rios da Babilônia (Sl 137.1)
Eles não estavam num deserto. Estavam perto dos rios (Eufrates e Tigre), lugares férteis, cheios de verdor e de fartura. A vida não estava tão dura assim. Eles é que estavam duros. Estavam olhando para a vida de forma vesga.
Os recursos não haviam se esgotado. Eles tinham água, tinham vida, tinha sobrevivência.
2. Eles tinham sombra para o descanso (Sl 137.2)
Eles tinham sombra, descanso, refrigério. Os salgueiros eram árvores frondosas das grandes e úmidas planícies da Babilônia. Eles não vêem a bondade de Deus nem discernem o propósito da disciplina de Deus.
Olhe ao seu redor. Deixe de reclamar. Pare de murmurar. Dê um basta nesta hemorragia de murmuração.
Isaías 54.1 diz: “Canta alegremente, ó estéril” = Deus nos convida a cantar no estranho, na agenda do absurdo.
Marcos 14.22-26, Jesus cantou um hino na cena da Ceia. A hora era dramática. Era o momento dele entregar seu corpo, dar o seu sangue, enfrentar a traição, viver a ausência da amizade, ser escarnecido, espancado. Ainda assim, ele canta em vez de praguejar.
Atos 16.25 = Paulo e Silas mesmo surrados, esfolados e agredidos cantam na cadeia sem mágoa porque sabiam que Deus converte até as tragédias para o nosso bem.
A última palavra é de Deus e não do carrasco. Não perca a doçura da vida. Deus é quem dirige tudo. Faça da vida uma canção de glória ao Salvador. Tire agora mesmo as suas harpas dos salgueiros e entoe uma canção ao Senhor!
O que fazer quando todos os fundamentos são destruídos?
Referência: Salmos 11.1-7
INTRODUÇÃO
1. Os fundamentos da nossa civilização estão destruídos
1. Inversão de Valores - Estamos vivendo a inversão dos valores na sociedade contemporânea: chamam o mal de bem e o bem de mal; chamam luz de trevas e trevas de luz; chamam o doce de amargo e o amargo de doce (Is 5.20). A profecia de Rui Barbosa está se cumprindo: As pessoas parecem que têm vergonha de ser honestas. Esta semana vimos o principal traficante do Brasil sendo transportado de jato particular debaixo dos holofotes da imprensa para uma audiência, num gasto de R$ 41.000,00 reais sendo que as pessoas honestas são desamparadas e morrem à míngua.
A violência chegou a um nível insuportável. No Rio de Janeiro quatro jovens arrastaram um menino de seis anos pelas ruas da cidade preso ao sinto de segurança por sete quilômetros. Detalhe: o menino era da Igreja Presbiteriana da Barra da Tijuca e o líder dos bandidos freqüentava igreja evangélica. Uma gangue invadiu esta semana uma escola pública da nossa cidade para matar três alunos. As igrejas estão sendo hoje um dos principais alvos dos bandidos para assaltos.
1. Vivemos numa sociedade onde a criminalidade parece estar fora de controle. O tráfico é um poder paralelo que desafio o Estado de direito.
2. O mundo fala de paz, mas gasta mais com a guerra.
3. As nações poderosas se fortalecem explorando as pobres.
2. A infidelidade
4. Vivemos numa sociedade onde a fidelidade parece ser uma virtude pré-histórica. A infidelidade conjugal está chegando a níveis intoleráveis. Onde escasseiam as famílias onde reina a harmonia, onde um deputado acaba de se eleger por um partido e muda de partido no dia seguinte.
3.A corrupção moral
5. Vivemos num país onde a corrupção é endêmica e sistêmica a ponto da três classes que deveriam ser o principal referencial de ética no país, são as três classes mais desacreditadas da nação: POLÍTICOS, POLÍCIA E PASTORES.
6. O homossexualismo que até a poucos anos era um assunto escondido, hoje a televisão faz apologia em suas novelas e documentários.
4. A decadência espiritual das igrejas
7. As igrejas evangélicas até alguns anos eram guardiãs dos valores absolutos, hoje muitas igrejas tornam-se covil de salteadores. A igreja está sendo mais conhecida nas páginas policiais do que pela sua vida piedosa.
8. O povo chamado cristão era considerado até a alguns anos como referência de honestidade, hoje ser evangélico está se tornando sinônimo de caloteiro, de mal pagador, de mau caráter. Muitas empresas já ficam com o pé atrás de contratar funcionários crentes.
5. Quando os fundamentos estão destruídos, a população se desespera
9. Davi estava sendo perseguido por Saul. Saul queria matar Davi e o procurava pelas cidades, campos, desertos e cavernas. Ele era o rei, ele era a lei, ele era a força. Ele não tinha a quem prestar contas. Ele era absoluto. Ele oprimiu, perseguiu e matou. Ele estava acima da lei. Quando reina a opressão, o povo se desespera. Quando faltam critérios de justiça o povo geme. Quando os valores estão invertidos, a população se desespera.
10. No Brasil alguns políticos, que foram acusados de corrupção, com provas fartas de sua implicação, foram reconduzidos ao poder, alguns com uma votação majestosa. Estamos ensinando as novas gerações que o crime compensa.
I. O PROCESSO DA DESTRUIÇÃO DOS FUNDAMENTOS
Toda a era moderna foi uma tentativa de destruir os fundamentos antigos e erigir em seu lugar novos fundamentos. Jesus, porém, alertou: “Aquele que ouve a sua Palavra e não a coloca em prática é como um homem que constrói sua casa sobre a areia”.
A HISTÓRIA DO PENSAMENTO MODERNO consiste na sucessão de fundamentos: 1) DO RACIONALISMO AO ILUMINISMO; 2) DO EMOCIONALISMO AO EXISTENCIALISMO; 3) DO EXISTENCIALISMO AO EXPERIENCIALISMO. Mas, quando a chuva cai, o vento sopra e os rios batem nesses alicerces eles entram em colapso.
A era moderna durou apenas 200 anos: Da queda da Bastilha em 1789 a 1989 com queda do Muro de Berlim. Desde 1989 nós vivemos o tempo da Pós-Modernidade: PLURALIZAÇÃO, PRIVATIZAÇÃO E SECULARIZAÇÃO. A proposta da pós-modernidade é construir sem fundamentos, construir sobre o caos.
Nossa sociedade não tem verdade absoluta. Acabaram os limites. Acabaram os princípios. Os marcos antigos foram removidos. Voltamos ao período dos Juízes de Israel, cada um faz o acha que deve fazer. A própria Igreja Evangélica está confusa. Na década de 1990 a 2000 crescemos 58% no Brasil, mas o país não mudou. As pessoas entram na igreja, mas não são transformadas. Constroem sobre a areia. O evangelho não está presente mais nos púlpitos. Os pregadores estão atrás de aplausos e riqueza em vez de buscarem a glória de Deus e a salvação dos perdidos.
No passado, as pessoas argumentavam em torno do que é certo e errado; do que é verdadeiro e falso. Hoje as pessoas negam o conceito de moralidade e verdade. Eles colocam seus sentimentos acima da verdade de Deus.
O PRAGMATISMO domina a ação do governo, das instituições de ensino e também das igrejas. O importante é levar vantagem. O importante é o sucesso. O que importa é não é a verdade, mas o que funciona. Não me interesso pelo certo, mas pelo que dá certo. O que importa é fazer a igreja crescer, mesmo que para isso eu precise mudar a mensagem. O que importa é agradar a clientela, mas que para isso eu sacrifique a verdade.
O pragmatismo está dominando as igrejas. Estamos vendo hoje o evangelho de consumo. As pessoas pregam o que o povo quer ouvir. Não há mais pregação poderosa; o povo quer testemunhos. As pessoas não querem mais a exposição das Escrituras, mas a revelação profética das últimas novidades.
ESSA QUESTÃO DA DESTRUIÇÃO DOS FUNDAMEMNTOS NÃO É UMA QUESTÃO NOVA
11. Na época de Davi os fundamentos estavam sendo destruídos. Saul era a lei e agia ao arrepio da lei.
12. Na época do Império Romano a sociedade era pluralista. Os romanos eram tolerantes com todas as religiões. Os cristãos só foram perseguidos porque criam numa verdade absoluta.
13. Durante o período do Iluminismo o mundo passou a desprezar a Bíblia. Muitas igrejas deixaram de crer no sobrenatural.
14. No século XIX o Liberalismo devastou os fundamentos e desprezou a infalibilidade, a inerrância e a suficiência das Escrituras.
15. No Século XX o Misticismo tomou conta das igrejas. As pessoas correm atrás de experiências, de milagres, de sinais, de profetas, de cura, de prosperidade. Buscam sentir-se bem e não a Deus. Estão atrás de emoções fortes e não da verdade. Estão centradas no homem e não em Cristo. Os fundamentos estão sendo destruídos.
16. No Século XXI temos assistido um esforço concentrado de pseudo-cientistas e escritores cheios de empáfia lançar seu veneno contra a fidedignidade dos relatos bíblicos, sobretudo, acerca de Jesus.
II. O CONSELHO INSENSATO DOS MEDROSOS (V.2)
17. Os amigos de Davi lhe aconselham: FUJA! ESCAPE! Não enfrente o inimigo, esta é uma causa perdida. Não há chance de sair vitorioso. Muitas vezes somos tentados a desistir, a desanimar, a entregar os pontos, a parar de lutar. Somos tentados a fugir como os soldados de Saul fugiram de Golias, fugir da escola, do trabalho, da empresa, da igreja, do casamento, da cidade, do país.
18. Os conselheiros de Davi argumentam com FATOS:
1) A violência do inimigo é implacável – Eles já armaram o arco e estão com a flecha pronta para atirar;
2) A política do inimigo é enganadora – Eles agem traiçoeiramente, na escuridão. É uma conspiração velada. É uma trama invisível. É uma armadilha fatal;
3) A ação do inimigo é demolidora – Os ímpios destruíram os fundamentos. Eles colocaram por terra os valores absolutos. Eles arrancaram os marcos antigos. Eles viveram os valores de ponta cabeça.
19. Fugir não é solução:
1) O profeta Jeremias queria fugir do ministério: “eu não vou mais falar no teu nome” (20.9).
2) O profeta Elias queria fugir da perseguição de Jezabel (19.10).
3) Jonas tentou fugir de Deus indo para Társis.
4) Pedro tentou levar Jesus a fugir da cruz.
III. O QUE FAZER QUANDO OS FUNDAMENTOS ESTÃO SENDO DESTRUÍDOS (v. 4-7)
20. Este Salmo fala de duas teologias:
1) A SEGURANÇA SÓ PODE SER ENCONTRADA NA FUGA – Se você está ameaçado, abandone as causas justas e fuja. Salve a sua pele. Proteja-se;
2) A SEGURANÇA É ENCONTRADA PELA CONFIANÇA NO CUIDADO PROTETOR DE DEUS (v.1) – Fugir é covardia. É negar nossa confiança em Deus. Davi encontrou quatro razões para triunfar sobre o medo. A cena sombria dos versos a 1 a 3 se desfaz diante do Senhor. Esse Rei está ocupando o seu lugar e não refugiado. Sua cidade tem alicerces (Hb 11.10). Quais são as razões que a fé encontra para triunfar sobre o medo?
1. A soberania de Deus (v. 4)
A resposta de Davi diante do conselho dos amigos para fugir e se esconder é que Deus reina. Ele está no trono. Ele não apenas reina no céu e a partir do céu. Mas também ele reina na terra. Ele está no seu santo templo, a igreja. Ele habita com a igreja e na igreja.
Ainda que a cultura destrua os fundamentos da sociedade, o povo de Deus está seguro. Deus está presente e não fugindo. Ele está no trono. Ele governa. Ele reina. A história não é uma nave espacial sem rumo. Deus está no controle de todas as coisas.
Deus conhece nossos inimigos, conhece suas estratégias. Ele nos guarda e nos dá a vitória. O mal não triunfará para sempre. Os ímpios não prevalecerão.
O Salmista olha os fundamentos destruídos debaixo dos seus pés, mas vê o trono inabalável de Deus acima da sua cabeça. A terra pode estar em crise, mas não o céu. O mundo pode estar transtornado, mas não o trono do Deus Todo-poderoso.
2. O conhecimento de Deus (v. 5)
O senhor prova os corações dos homens. Ele conhece suas intenções, seus projetos. Ninguém escapará do escrutínio de Deus e do seu julgamento.
a) O Senhor põe à prova ao justo para abençoá-lo – Deus fez isto com Abraão, Deus fez isto com os amigos de Daniel, Deus fez isto com Jó. O Senhor nos prova para nos fortalecer e nos colocar mais perto dele e mais dependentes dele.
b) O Senhor põe à prova o ímpio e sua alma o abomina – As intenções do ímpio são arrogantes e Deus resiste ao soberbo.
3. O juízo de Deus (v. 6)
Os ímpios que tramam, que corrompem, que destroem os fundamentos não escaparão do juízo de Deus. Podem escapar do juízo dos homens, mas jamais do juízo divino.
Eles serão banidos para sempre da face de Deus para o fogo eterno. Fogo e enxofre é uma alusão à destruição de Sodoma e Gomorra (Gn 19.24). Enquanto o Senhor distingue os justos e lhes dá morada eterna e comunhão, os ímpios recebem a chuva do juízo.
Deus mandou o seu juízo no dilúvio, em Sodoma, na Torre de Babel, no desalojamento das nações cananitas, na queda de Jerusalém, na queda da Babilônia, dos grandes impérios. Ah, mas o maior juízo de Deus será derramado no dia do juízo final. Todos vão ter que comparecer perante o tribunal de Deus e terão ser julgados segundo as suas obras.
4. A recompensa de Deus (v. 7)
O Salmo termina como começou, com o Senhor. Sua soberania, sua intervenção e suas recompensas são uma resposta ao medo do verso 3 e à frustração do verso 3b.
Davi olhou não para a sociedade sem fundamentos, mas para Deus. Ele viu não o poder do inimigo, mas a majestade de Deus. Em vez de buscar falsos refúgios, buscou a Deus.
Davi encontrou paz no meio da tempestade. Ilustração: Um dia de domingo eu cheguei na igreja e vi dois pássaros cantando na copa da mangueira defronte do nosso templo. Então, comecei a meditar sobre o que estavam cantando. Um conversava com outro ao ver os crentes entrando para o templo preocupados, ansiosos e com medo. Um perguntou: Por que eles estão preocupados e com medo? O outro respondeu: É por que eles não têm o Pai que nós temos ou pensam que não têm.
A maior recompensa do salvo é contemplar a face daquele que nos contempla todos os dias e nos sonda. Veremos o Senhor face a face e reinaremos com ele. Ah! O seu trono jamais será abalado e nessa cidade onde vamos morar os fundamentos jamais serão destruídos!
INTRODUÇÃO
1. Os fundamentos da nossa civilização estão destruídos
1. Inversão de Valores - Estamos vivendo a inversão dos valores na sociedade contemporânea: chamam o mal de bem e o bem de mal; chamam luz de trevas e trevas de luz; chamam o doce de amargo e o amargo de doce (Is 5.20). A profecia de Rui Barbosa está se cumprindo: As pessoas parecem que têm vergonha de ser honestas. Esta semana vimos o principal traficante do Brasil sendo transportado de jato particular debaixo dos holofotes da imprensa para uma audiência, num gasto de R$ 41.000,00 reais sendo que as pessoas honestas são desamparadas e morrem à míngua.
A violência chegou a um nível insuportável. No Rio de Janeiro quatro jovens arrastaram um menino de seis anos pelas ruas da cidade preso ao sinto de segurança por sete quilômetros. Detalhe: o menino era da Igreja Presbiteriana da Barra da Tijuca e o líder dos bandidos freqüentava igreja evangélica. Uma gangue invadiu esta semana uma escola pública da nossa cidade para matar três alunos. As igrejas estão sendo hoje um dos principais alvos dos bandidos para assaltos.
1. Vivemos numa sociedade onde a criminalidade parece estar fora de controle. O tráfico é um poder paralelo que desafio o Estado de direito.
2. O mundo fala de paz, mas gasta mais com a guerra.
3. As nações poderosas se fortalecem explorando as pobres.
2. A infidelidade
4. Vivemos numa sociedade onde a fidelidade parece ser uma virtude pré-histórica. A infidelidade conjugal está chegando a níveis intoleráveis. Onde escasseiam as famílias onde reina a harmonia, onde um deputado acaba de se eleger por um partido e muda de partido no dia seguinte.
3.A corrupção moral
5. Vivemos num país onde a corrupção é endêmica e sistêmica a ponto da três classes que deveriam ser o principal referencial de ética no país, são as três classes mais desacreditadas da nação: POLÍTICOS, POLÍCIA E PASTORES.
6. O homossexualismo que até a poucos anos era um assunto escondido, hoje a televisão faz apologia em suas novelas e documentários.
4. A decadência espiritual das igrejas
7. As igrejas evangélicas até alguns anos eram guardiãs dos valores absolutos, hoje muitas igrejas tornam-se covil de salteadores. A igreja está sendo mais conhecida nas páginas policiais do que pela sua vida piedosa.
8. O povo chamado cristão era considerado até a alguns anos como referência de honestidade, hoje ser evangélico está se tornando sinônimo de caloteiro, de mal pagador, de mau caráter. Muitas empresas já ficam com o pé atrás de contratar funcionários crentes.
5. Quando os fundamentos estão destruídos, a população se desespera
9. Davi estava sendo perseguido por Saul. Saul queria matar Davi e o procurava pelas cidades, campos, desertos e cavernas. Ele era o rei, ele era a lei, ele era a força. Ele não tinha a quem prestar contas. Ele era absoluto. Ele oprimiu, perseguiu e matou. Ele estava acima da lei. Quando reina a opressão, o povo se desespera. Quando faltam critérios de justiça o povo geme. Quando os valores estão invertidos, a população se desespera.
10. No Brasil alguns políticos, que foram acusados de corrupção, com provas fartas de sua implicação, foram reconduzidos ao poder, alguns com uma votação majestosa. Estamos ensinando as novas gerações que o crime compensa.
I. O PROCESSO DA DESTRUIÇÃO DOS FUNDAMENTOS
Toda a era moderna foi uma tentativa de destruir os fundamentos antigos e erigir em seu lugar novos fundamentos. Jesus, porém, alertou: “Aquele que ouve a sua Palavra e não a coloca em prática é como um homem que constrói sua casa sobre a areia”.
A HISTÓRIA DO PENSAMENTO MODERNO consiste na sucessão de fundamentos: 1) DO RACIONALISMO AO ILUMINISMO; 2) DO EMOCIONALISMO AO EXISTENCIALISMO; 3) DO EXISTENCIALISMO AO EXPERIENCIALISMO. Mas, quando a chuva cai, o vento sopra e os rios batem nesses alicerces eles entram em colapso.
A era moderna durou apenas 200 anos: Da queda da Bastilha em 1789 a 1989 com queda do Muro de Berlim. Desde 1989 nós vivemos o tempo da Pós-Modernidade: PLURALIZAÇÃO, PRIVATIZAÇÃO E SECULARIZAÇÃO. A proposta da pós-modernidade é construir sem fundamentos, construir sobre o caos.
Nossa sociedade não tem verdade absoluta. Acabaram os limites. Acabaram os princípios. Os marcos antigos foram removidos. Voltamos ao período dos Juízes de Israel, cada um faz o acha que deve fazer. A própria Igreja Evangélica está confusa. Na década de 1990 a 2000 crescemos 58% no Brasil, mas o país não mudou. As pessoas entram na igreja, mas não são transformadas. Constroem sobre a areia. O evangelho não está presente mais nos púlpitos. Os pregadores estão atrás de aplausos e riqueza em vez de buscarem a glória de Deus e a salvação dos perdidos.
No passado, as pessoas argumentavam em torno do que é certo e errado; do que é verdadeiro e falso. Hoje as pessoas negam o conceito de moralidade e verdade. Eles colocam seus sentimentos acima da verdade de Deus.
O PRAGMATISMO domina a ação do governo, das instituições de ensino e também das igrejas. O importante é levar vantagem. O importante é o sucesso. O que importa é não é a verdade, mas o que funciona. Não me interesso pelo certo, mas pelo que dá certo. O que importa é fazer a igreja crescer, mesmo que para isso eu precise mudar a mensagem. O que importa é agradar a clientela, mas que para isso eu sacrifique a verdade.
O pragmatismo está dominando as igrejas. Estamos vendo hoje o evangelho de consumo. As pessoas pregam o que o povo quer ouvir. Não há mais pregação poderosa; o povo quer testemunhos. As pessoas não querem mais a exposição das Escrituras, mas a revelação profética das últimas novidades.
ESSA QUESTÃO DA DESTRUIÇÃO DOS FUNDAMEMNTOS NÃO É UMA QUESTÃO NOVA
11. Na época de Davi os fundamentos estavam sendo destruídos. Saul era a lei e agia ao arrepio da lei.
12. Na época do Império Romano a sociedade era pluralista. Os romanos eram tolerantes com todas as religiões. Os cristãos só foram perseguidos porque criam numa verdade absoluta.
13. Durante o período do Iluminismo o mundo passou a desprezar a Bíblia. Muitas igrejas deixaram de crer no sobrenatural.
14. No século XIX o Liberalismo devastou os fundamentos e desprezou a infalibilidade, a inerrância e a suficiência das Escrituras.
15. No Século XX o Misticismo tomou conta das igrejas. As pessoas correm atrás de experiências, de milagres, de sinais, de profetas, de cura, de prosperidade. Buscam sentir-se bem e não a Deus. Estão atrás de emoções fortes e não da verdade. Estão centradas no homem e não em Cristo. Os fundamentos estão sendo destruídos.
16. No Século XXI temos assistido um esforço concentrado de pseudo-cientistas e escritores cheios de empáfia lançar seu veneno contra a fidedignidade dos relatos bíblicos, sobretudo, acerca de Jesus.
II. O CONSELHO INSENSATO DOS MEDROSOS (V.2)
17. Os amigos de Davi lhe aconselham: FUJA! ESCAPE! Não enfrente o inimigo, esta é uma causa perdida. Não há chance de sair vitorioso. Muitas vezes somos tentados a desistir, a desanimar, a entregar os pontos, a parar de lutar. Somos tentados a fugir como os soldados de Saul fugiram de Golias, fugir da escola, do trabalho, da empresa, da igreja, do casamento, da cidade, do país.
18. Os conselheiros de Davi argumentam com FATOS:
1) A violência do inimigo é implacável – Eles já armaram o arco e estão com a flecha pronta para atirar;
2) A política do inimigo é enganadora – Eles agem traiçoeiramente, na escuridão. É uma conspiração velada. É uma trama invisível. É uma armadilha fatal;
3) A ação do inimigo é demolidora – Os ímpios destruíram os fundamentos. Eles colocaram por terra os valores absolutos. Eles arrancaram os marcos antigos. Eles viveram os valores de ponta cabeça.
19. Fugir não é solução:
1) O profeta Jeremias queria fugir do ministério: “eu não vou mais falar no teu nome” (20.9).
2) O profeta Elias queria fugir da perseguição de Jezabel (19.10).
3) Jonas tentou fugir de Deus indo para Társis.
4) Pedro tentou levar Jesus a fugir da cruz.
III. O QUE FAZER QUANDO OS FUNDAMENTOS ESTÃO SENDO DESTRUÍDOS (v. 4-7)
20. Este Salmo fala de duas teologias:
1) A SEGURANÇA SÓ PODE SER ENCONTRADA NA FUGA – Se você está ameaçado, abandone as causas justas e fuja. Salve a sua pele. Proteja-se;
2) A SEGURANÇA É ENCONTRADA PELA CONFIANÇA NO CUIDADO PROTETOR DE DEUS (v.1) – Fugir é covardia. É negar nossa confiança em Deus. Davi encontrou quatro razões para triunfar sobre o medo. A cena sombria dos versos a 1 a 3 se desfaz diante do Senhor. Esse Rei está ocupando o seu lugar e não refugiado. Sua cidade tem alicerces (Hb 11.10). Quais são as razões que a fé encontra para triunfar sobre o medo?
1. A soberania de Deus (v. 4)
A resposta de Davi diante do conselho dos amigos para fugir e se esconder é que Deus reina. Ele está no trono. Ele não apenas reina no céu e a partir do céu. Mas também ele reina na terra. Ele está no seu santo templo, a igreja. Ele habita com a igreja e na igreja.
Ainda que a cultura destrua os fundamentos da sociedade, o povo de Deus está seguro. Deus está presente e não fugindo. Ele está no trono. Ele governa. Ele reina. A história não é uma nave espacial sem rumo. Deus está no controle de todas as coisas.
Deus conhece nossos inimigos, conhece suas estratégias. Ele nos guarda e nos dá a vitória. O mal não triunfará para sempre. Os ímpios não prevalecerão.
O Salmista olha os fundamentos destruídos debaixo dos seus pés, mas vê o trono inabalável de Deus acima da sua cabeça. A terra pode estar em crise, mas não o céu. O mundo pode estar transtornado, mas não o trono do Deus Todo-poderoso.
2. O conhecimento de Deus (v. 5)
O senhor prova os corações dos homens. Ele conhece suas intenções, seus projetos. Ninguém escapará do escrutínio de Deus e do seu julgamento.
a) O Senhor põe à prova ao justo para abençoá-lo – Deus fez isto com Abraão, Deus fez isto com os amigos de Daniel, Deus fez isto com Jó. O Senhor nos prova para nos fortalecer e nos colocar mais perto dele e mais dependentes dele.
b) O Senhor põe à prova o ímpio e sua alma o abomina – As intenções do ímpio são arrogantes e Deus resiste ao soberbo.
3. O juízo de Deus (v. 6)
Os ímpios que tramam, que corrompem, que destroem os fundamentos não escaparão do juízo de Deus. Podem escapar do juízo dos homens, mas jamais do juízo divino.
Eles serão banidos para sempre da face de Deus para o fogo eterno. Fogo e enxofre é uma alusão à destruição de Sodoma e Gomorra (Gn 19.24). Enquanto o Senhor distingue os justos e lhes dá morada eterna e comunhão, os ímpios recebem a chuva do juízo.
Deus mandou o seu juízo no dilúvio, em Sodoma, na Torre de Babel, no desalojamento das nações cananitas, na queda de Jerusalém, na queda da Babilônia, dos grandes impérios. Ah, mas o maior juízo de Deus será derramado no dia do juízo final. Todos vão ter que comparecer perante o tribunal de Deus e terão ser julgados segundo as suas obras.
4. A recompensa de Deus (v. 7)
O Salmo termina como começou, com o Senhor. Sua soberania, sua intervenção e suas recompensas são uma resposta ao medo do verso 3 e à frustração do verso 3b.
Davi olhou não para a sociedade sem fundamentos, mas para Deus. Ele viu não o poder do inimigo, mas a majestade de Deus. Em vez de buscar falsos refúgios, buscou a Deus.
Davi encontrou paz no meio da tempestade. Ilustração: Um dia de domingo eu cheguei na igreja e vi dois pássaros cantando na copa da mangueira defronte do nosso templo. Então, comecei a meditar sobre o que estavam cantando. Um conversava com outro ao ver os crentes entrando para o templo preocupados, ansiosos e com medo. Um perguntou: Por que eles estão preocupados e com medo? O outro respondeu: É por que eles não têm o Pai que nós temos ou pensam que não têm.
A maior recompensa do salvo é contemplar a face daquele que nos contempla todos os dias e nos sonda. Veremos o Senhor face a face e reinaremos com ele. Ah! O seu trono jamais será abalado e nessa cidade onde vamos morar os fundamentos jamais serão destruídos!
Jesus Cristo, nosso único mediador
Jesus Cristo é a segunda Pessoa da Trindade, o Eterno que entrou no tempo, o Infinito e Imenso que se esvaziou, o Deus que se fez homem, o Senhor do universo que se fez servo. Sendo bendito fez-se maldição, para que nós, filhos da ira, fôssemos abençoados com toda sorte de bênção. Sendo santo fez-se pecado para que fôssemos resgatados da condenação, do poder e da presença do pecado. Jesus é o Verbo que se fez carne e vestiu pele humana para revelar-nos a graça e a glória do Pai. Jesus é o Caminho que nos conduz a Deus. É a porta de entrada do céu. É o Mediador que nos reconcilia com o Pai. Jesus é singular tanto pela natureza de sua Pessoa como pela exclusividade da sua obra.
No mundo inteiro e em todos os tempos, as religiões engendradas pelo homem, se esforçam para abrir caminhos para Deus. Buscam agradar a divindade por meio de obras, rituais e sacrifícios. É uma tentativa desesperada e inócua de abrir caminhos da terra para o céu. Nomeiam uma infinidade de mediadores entre Deus e os homens, no propósito fracassado de conseguir o favor divino. As Escrituras, porém, são categóricas em nos dizer que há um só Deus e um só Mediador entre Deus e os homens, Jesus Cristo Homem. Só há um caminho que leva o homem a Deus e esse Caminho é Jesus. Só há uma porta de acesso ao céu e essa Porta é Jesus. Há outros caminhos que parecem ser caminhos de vida, mas no final são caminhos de morte.
Jesus Cristo é o nosso único e suficiente Mediador, e isso por algumas razões:
1. Jesus é o único Mediador entre Deus e os homens porque Ele é Deus-Homem. Jesus é Deus e Homem ao mesmo tempo. Ele é perfeitamente Deus e perfeitamente Homem. É uma só Pessoa, mas com duas naturezas distintas. Jesus não deixou de ser Deus ao tornar-se Homem. Aquele que nem o céu dos céus pode contê-lo, desceu da glória, esvaziou-se e fez-se carne. Vestiu a nossa pele, nasceu numa manjedoura, cresceu numa carpintaria e morreu numa cruz. Ele é a ponte que nos liga a Deus, o caminho que nos dá acesso ao Pai e a porta de entrada da bem-aventurança eterna.
2. Jesus é o único Mediador entre Deus e os homens porque é o nosso representante e fiador. Jesus veio ao mundo para ser nosso representante e fiador. Não veio apenas para estar ao nosso lado, mas em nosso lugar. Não veio apenas para falar por nós, mas para morrer por nós. Não veio apenas para nos defender, mas para nos substituir. Sua morte na cruz foi um sacrifício, um sacrifício substitutivo. Ele morreu a nossa morte. Ele pagou a nossa dívida. Ele sofreu o duro golpe da lei que deveríamos sofrer. Ele sorveu sozinho o cálice amargo da ira de Deus que nós deveríamos beber. Ele recebeu em si mesmo a merecida punição do nosso pecado. Ele cumpriu com todas as demandas da justiça divina ao morrer em nosso lugar, em nosso favor, para nos oferecer perdão e vida eterna.
3. Jesus é o único Mediador entre Deus e os homens porque ressuscitou, venceu a morte, triunfou sobre os principados e potestades e nos fez assentar com ele nas regiões celestes. A morte de Cristo na cruz não foi um sinal de fraqueza e derrota, mas de retumbante vitória. Ele matou a morte e arrancou seu aguilhão, quando ressuscitou dentre os mortos. A vitória de Cristo é a nossa vitória. Morremos com ele e com ele ressuscitamos. Estamos escondidos com Cristo em Deus. Estamos assentados com ele nas regiões celestes, acima de todo principado e potestade. Nele somos mais do que vencedores. Por meio dele temos livre acesso ao trono da graça e chegaremos ao Céu, ao Paraíso, ao Seio de Abraão, à Casa do Pai, à Cidade Santa, à Nova Jerusalém. Ele é nosso irmão mais velho e seguindo suas pegadas, entraremos pelos portais da glória trajando vestes alvas e com palmas em nossas mãos. Com ele, assentar-nos-emos em tronos e, com ele, reinaremos em seu reino de glória, para todo o sempre. Porque Cristo foi tudo para nós na terra, no tempo, na vida e na morte, ele será tudo para nós no céu, na glória e isso, por toda a eternidade.
No mundo inteiro e em todos os tempos, as religiões engendradas pelo homem, se esforçam para abrir caminhos para Deus. Buscam agradar a divindade por meio de obras, rituais e sacrifícios. É uma tentativa desesperada e inócua de abrir caminhos da terra para o céu. Nomeiam uma infinidade de mediadores entre Deus e os homens, no propósito fracassado de conseguir o favor divino. As Escrituras, porém, são categóricas em nos dizer que há um só Deus e um só Mediador entre Deus e os homens, Jesus Cristo Homem. Só há um caminho que leva o homem a Deus e esse Caminho é Jesus. Só há uma porta de acesso ao céu e essa Porta é Jesus. Há outros caminhos que parecem ser caminhos de vida, mas no final são caminhos de morte.
Jesus Cristo é o nosso único e suficiente Mediador, e isso por algumas razões:
1. Jesus é o único Mediador entre Deus e os homens porque Ele é Deus-Homem. Jesus é Deus e Homem ao mesmo tempo. Ele é perfeitamente Deus e perfeitamente Homem. É uma só Pessoa, mas com duas naturezas distintas. Jesus não deixou de ser Deus ao tornar-se Homem. Aquele que nem o céu dos céus pode contê-lo, desceu da glória, esvaziou-se e fez-se carne. Vestiu a nossa pele, nasceu numa manjedoura, cresceu numa carpintaria e morreu numa cruz. Ele é a ponte que nos liga a Deus, o caminho que nos dá acesso ao Pai e a porta de entrada da bem-aventurança eterna.
2. Jesus é o único Mediador entre Deus e os homens porque é o nosso representante e fiador. Jesus veio ao mundo para ser nosso representante e fiador. Não veio apenas para estar ao nosso lado, mas em nosso lugar. Não veio apenas para falar por nós, mas para morrer por nós. Não veio apenas para nos defender, mas para nos substituir. Sua morte na cruz foi um sacrifício, um sacrifício substitutivo. Ele morreu a nossa morte. Ele pagou a nossa dívida. Ele sofreu o duro golpe da lei que deveríamos sofrer. Ele sorveu sozinho o cálice amargo da ira de Deus que nós deveríamos beber. Ele recebeu em si mesmo a merecida punição do nosso pecado. Ele cumpriu com todas as demandas da justiça divina ao morrer em nosso lugar, em nosso favor, para nos oferecer perdão e vida eterna.
3. Jesus é o único Mediador entre Deus e os homens porque ressuscitou, venceu a morte, triunfou sobre os principados e potestades e nos fez assentar com ele nas regiões celestes. A morte de Cristo na cruz não foi um sinal de fraqueza e derrota, mas de retumbante vitória. Ele matou a morte e arrancou seu aguilhão, quando ressuscitou dentre os mortos. A vitória de Cristo é a nossa vitória. Morremos com ele e com ele ressuscitamos. Estamos escondidos com Cristo em Deus. Estamos assentados com ele nas regiões celestes, acima de todo principado e potestade. Nele somos mais do que vencedores. Por meio dele temos livre acesso ao trono da graça e chegaremos ao Céu, ao Paraíso, ao Seio de Abraão, à Casa do Pai, à Cidade Santa, à Nova Jerusalém. Ele é nosso irmão mais velho e seguindo suas pegadas, entraremos pelos portais da glória trajando vestes alvas e com palmas em nossas mãos. Com ele, assentar-nos-emos em tronos e, com ele, reinaremos em seu reino de glória, para todo o sempre. Porque Cristo foi tudo para nós na terra, no tempo, na vida e na morte, ele será tudo para nós no céu, na glória e isso, por toda a eternidade.
Restaura, Senhor, a nossa sorte
O Salmo 126 descreve a vida do povo de Deus em três perspectivas distintas: Passado (v. 1-3), Presente (v. 4) e Futuro (v. 5,6). Ao olharem para o passado, eles exultavam pelo livramento do exílio. Ao olharem para o presente, viam-se áridos como o deserto do Negueve. Ao olharem para o futuro, sentiam-se desafiados a sair e semear, ainda que precisassem regar o solo duro com suas lágrimas, na certeza de que voltariam com júbilo trazendo seus feixes.
Concentrando-nos apenas no versículo 4, destacaremos neste artigo, a necessidade da restauração da igreja. Os tempos passaram, mas as necessidades da igreja contemporânea são as mesmas do povo de Deus do longínquo passado. Destacaremos, aqui cinco verdades:
Em primeiro lugar, um passado de glória não é garantia de presente glorioso. O povo saiu do cativeiro, rompeu os grilhões do exílio e voltou para sua terra depois de setenta anos na Babilônia. Deus fez coisas portentosas e eles estavam alegres por isso. As nações testemunharam os grandes feitos de Deus na vida deles. Mas, as vitórias do passado não serviam mais para viverem vitoriosamente no presente. Precisavam de restauração. Estavam tão árido como um deserto. Não moramos no passado. Somos uma igreja histórica, mas não vivemos apenas da história. Precisamos andar com Deus hoje. Nossas vitórias do passado são medidas mínimas do que Deus pode fazer em nossa vida hoje.
Em segundo lugar, a sequidão hoje não é motivo de desânimo, mas de clamor. Ao olharem para o presente e verem o deserto instalado na vida deles, não ficaram rendidos a uma nostalgia doentia, mas cobraram ânimo para clamarem a Deus por restauração. Deus também fez coisas grandes por nossos pais no passado. Aconteceram portentosos avivamentos. Mas, hoje, o cenário parece cinzento. A crise nos mostra sua carranca. Em vez de ficarmos desalentados, porém, devemos nos levantar e clamar: Ó Senhor, restaura a nossa sorte!
Em terceiro lugar, a restauração é uma obra soberana de Deus. O Salmista clamou: “Restaura, Senhor, a nossa sorte como as torrentes do Negueve”. Não produzimos nossa própria restauração. O remédio para uma igreja enferma não está na panaceia das novidades do mercado da fé, mas no próprio Senhor. O reavivamento da igreja vem do próprio Deus. Só ele pode restaurar nossa sorte. Só de Deus vem nossa cura. Só o Senhor pode levantar um exército poderoso de um vale de ossos secos. Correr atrás de novidades e abraçar doutrinas estranhas às Escrituras longe de trazer revitalização da igreja, a adoece e a debilita ainda mais. Deus é a fonte da nossa restauração.
Em quarto lugar, a restauração é resultado da oração. O Salmista clamou: “Restaura, Senhor, a nossa sorte”. O fervor espiritual da igreja vem de Deus por meio da oração. Em vez de ficarmos lamentando nossa condição, devemos dobrar nossos joelhos e levantar nossas mãos ao Senhor em profundo clamor: “Restaura, Senhor, a nossa sorte”. O reavivamento espiritual vem como resposta da oração. Quando o incenso da oração sobe, a restauração desce. Quando nos curvamos diante de Deus, o próprio Senhor nos levanta diante dos homens. Quando a igreja ora, o braço de Deus age em seu favor.
Em quinto lugar, a restauração é um milagre de Deus. O Salmista roga a Deus para fazer na vida do povo o mesmo que faz na natureza: “Restaura, Senhor, a nossa sorte como as torrentes no Negueve”. O deserto do Negueve é o maior deserto da Judéia, com montes e vales de areias escaldantes. Naquela sequidão estéril, um fenômeno acontece. De vez em quando, as chuvas invernais, abrem sulcos nas areias, e as torrentes correm dos montes para os vales e por onde essas torrentes passam tudo é restaurado. O Salmista pede para Deus fazer o mesmo milagre na vida do seu povo. O deserto pode florescer, os vales áridos podem se tornar fontes de vida. Do mesmo modo, a igreja pode ser restaurada!
Concentrando-nos apenas no versículo 4, destacaremos neste artigo, a necessidade da restauração da igreja. Os tempos passaram, mas as necessidades da igreja contemporânea são as mesmas do povo de Deus do longínquo passado. Destacaremos, aqui cinco verdades:
Em primeiro lugar, um passado de glória não é garantia de presente glorioso. O povo saiu do cativeiro, rompeu os grilhões do exílio e voltou para sua terra depois de setenta anos na Babilônia. Deus fez coisas portentosas e eles estavam alegres por isso. As nações testemunharam os grandes feitos de Deus na vida deles. Mas, as vitórias do passado não serviam mais para viverem vitoriosamente no presente. Precisavam de restauração. Estavam tão árido como um deserto. Não moramos no passado. Somos uma igreja histórica, mas não vivemos apenas da história. Precisamos andar com Deus hoje. Nossas vitórias do passado são medidas mínimas do que Deus pode fazer em nossa vida hoje.
Em segundo lugar, a sequidão hoje não é motivo de desânimo, mas de clamor. Ao olharem para o presente e verem o deserto instalado na vida deles, não ficaram rendidos a uma nostalgia doentia, mas cobraram ânimo para clamarem a Deus por restauração. Deus também fez coisas grandes por nossos pais no passado. Aconteceram portentosos avivamentos. Mas, hoje, o cenário parece cinzento. A crise nos mostra sua carranca. Em vez de ficarmos desalentados, porém, devemos nos levantar e clamar: Ó Senhor, restaura a nossa sorte!
Em terceiro lugar, a restauração é uma obra soberana de Deus. O Salmista clamou: “Restaura, Senhor, a nossa sorte como as torrentes do Negueve”. Não produzimos nossa própria restauração. O remédio para uma igreja enferma não está na panaceia das novidades do mercado da fé, mas no próprio Senhor. O reavivamento da igreja vem do próprio Deus. Só ele pode restaurar nossa sorte. Só de Deus vem nossa cura. Só o Senhor pode levantar um exército poderoso de um vale de ossos secos. Correr atrás de novidades e abraçar doutrinas estranhas às Escrituras longe de trazer revitalização da igreja, a adoece e a debilita ainda mais. Deus é a fonte da nossa restauração.
Em quarto lugar, a restauração é resultado da oração. O Salmista clamou: “Restaura, Senhor, a nossa sorte”. O fervor espiritual da igreja vem de Deus por meio da oração. Em vez de ficarmos lamentando nossa condição, devemos dobrar nossos joelhos e levantar nossas mãos ao Senhor em profundo clamor: “Restaura, Senhor, a nossa sorte”. O reavivamento espiritual vem como resposta da oração. Quando o incenso da oração sobe, a restauração desce. Quando nos curvamos diante de Deus, o próprio Senhor nos levanta diante dos homens. Quando a igreja ora, o braço de Deus age em seu favor.
Em quinto lugar, a restauração é um milagre de Deus. O Salmista roga a Deus para fazer na vida do povo o mesmo que faz na natureza: “Restaura, Senhor, a nossa sorte como as torrentes no Negueve”. O deserto do Negueve é o maior deserto da Judéia, com montes e vales de areias escaldantes. Naquela sequidão estéril, um fenômeno acontece. De vez em quando, as chuvas invernais, abrem sulcos nas areias, e as torrentes correm dos montes para os vales e por onde essas torrentes passam tudo é restaurado. O Salmista pede para Deus fazer o mesmo milagre na vida do seu povo. O deserto pode florescer, os vales áridos podem se tornar fontes de vida. Do mesmo modo, a igreja pode ser restaurada!
quinta-feira, 16 de fevereiro de 2012
Por Que Jesus Proibia que Pessoas Falassem Sobre Ele?
Depois de curar um leproso, Jesus disse: “Olha, não digas nada a ninguém...” (Marcos 1:44). Outro relato diz: “E ele curou muitos doentes de toda sorte de enfermidades; também expeliu muitos demônios, não lhes permitindo que falassem, porque sabiam quem ele era” (Marcos 1:34). Estas ordens parecem muito estranhas para nós, porque entendemos que o evangelho é importantíssimo para a salvação. Sabemos que Deus quer a salvação de todos (2 Pedro 3:9). Por que, então, Jesus proibia que algumas pessoas falassem dele?
Continuando a leitura em Marcos, descobrimos o motivo desse mandamento estranho na explicação do efeito da desobediência do homem curado: “Mas, tendo ele saído, entrou a propalar muitas coisas e a divulgar a notícia, a ponto de não mais poder Jesus entrar publicamente em qualquer cidade, mas permanecia fora, em lugares ermos; e de toda parte vinham ter com ele” (Marcos 1:45). Nas regiões onde Jesus já era bem conhecido, ele não precisava de ajuda! O propósito dele, durante o ministério na terra, não era de ficar num lugar para edificar uma congregação grande. Ele queria introduzir a mensagem da salvação em muitos lugares. Ele estava plantando a semente que produziria fruto mais tarde.
Quando este homem desobedeceu à palavra de Jesus, ele atrapalhou o trabalho do Senhor. A constante presença das multidões tirou a liberdade de Jesus de entrar nas cidades. Já no capítulo 2 de Marcos, o relato diz que não houve espaço suficiente na casa em Cafarnaum para receber as pessoas interessadas.
Em outras circunstâncias, Jesus fazia diferente. Por exemplo, quando ele expulsou os demônios de um geraseno, o homem queria o acompanhar. Jesus não o deixou, dizendo: “Vai para tua casa, para os teus. Anuncia-lhes tudo o que o Senhor te fez e como teve compaixão de ti” (Marcos 5:19). Os gerasenos haviam rejeitado Jesus. Ele não foi seguido por multidões naquela região. Por isso, ele deixou uma pessoa para divulgar a notícia em toda a região de Decápolis.
Podemos observar outro fato importante no evangelho de João. Desde o primeiro milagre, Jesus mostrou que estava trabalhando dentro de um determinado horário, e as outras pessoas, às vezes, atrapalharam esse plano (João 2:4; 7:6,8,30; 8:20; 12:23; 13:1; 17:1). É fascinante traçar estes comentários ao longo dos relatos de João para ver como Jesus andava ciente do seu propósito maior e determinado a chegar à culminação do plano eterno no momento certo. Ele veio para ser preso, mas não antes da hora determinada pelo Pai (João 7:30; 8:20; 10:39). Na hora certa, Jesus se entregou voluntariamente às autoridades que vieram prendê-lo (João 18:3-8). Jesus veio para morrer na hora certa e da maneira predeterminada, mas não permitiu que fosse apedrejado pela multidão (João 8:59). Ele deu a vida voluntariamente e derramou seu sangue na cruz do Calvário (João 10:15-18; 19:17-18).
Jesus veio ao mundo com uma missão. Ele controlava seu próprio trabalho e sabia onde e quando falar. Ele mandou outros a pregarem ou a se calarem, conforme o seu plano. E Jesus, por sua vez, trabalhou dentro do plano dado pelo Pai: “Eu te glorifiquei na terra, consumando a obra que me confiaste para fazer” (João 17:4).
Hoje, vivemos num mundo que precisa saber de Jesus Cristo. Ele não pede o nosso silêncio, e a divulgação do evangelho na sua pureza não atrapalhará os planos de Deus. O apóstolo Paulo, um dos homens que mais se dedicou à divulgação da palavra de Deus, disse: “Pois não me envergonho do evangelho, porque é o poder de Deus para a salvação de todo aquele que crê, primeiro do judeu e também do grego” (Romanos 1:16). Em outra epístola, ele acrescentou: “Isto é bom e aceitável diante de Deus, nosso Salvador, o qual deseja que todos os homens sejam salvos e cheguem ao pleno conhecimento da verdade. Porquanto há um só Deus e um só Mediador entre Deus e os homens, Cristo Jesus, homem, o qual a si mesmo se deu em resgate por todos: testemunho que se deve prestar em tempos oportunos” (1 Timóteo 2:3-6). Se você já teve o privilégio de ouvir de Jesus Cristo, fale aos outros!
Continuando a leitura em Marcos, descobrimos o motivo desse mandamento estranho na explicação do efeito da desobediência do homem curado: “Mas, tendo ele saído, entrou a propalar muitas coisas e a divulgar a notícia, a ponto de não mais poder Jesus entrar publicamente em qualquer cidade, mas permanecia fora, em lugares ermos; e de toda parte vinham ter com ele” (Marcos 1:45). Nas regiões onde Jesus já era bem conhecido, ele não precisava de ajuda! O propósito dele, durante o ministério na terra, não era de ficar num lugar para edificar uma congregação grande. Ele queria introduzir a mensagem da salvação em muitos lugares. Ele estava plantando a semente que produziria fruto mais tarde.
Quando este homem desobedeceu à palavra de Jesus, ele atrapalhou o trabalho do Senhor. A constante presença das multidões tirou a liberdade de Jesus de entrar nas cidades. Já no capítulo 2 de Marcos, o relato diz que não houve espaço suficiente na casa em Cafarnaum para receber as pessoas interessadas.
Em outras circunstâncias, Jesus fazia diferente. Por exemplo, quando ele expulsou os demônios de um geraseno, o homem queria o acompanhar. Jesus não o deixou, dizendo: “Vai para tua casa, para os teus. Anuncia-lhes tudo o que o Senhor te fez e como teve compaixão de ti” (Marcos 5:19). Os gerasenos haviam rejeitado Jesus. Ele não foi seguido por multidões naquela região. Por isso, ele deixou uma pessoa para divulgar a notícia em toda a região de Decápolis.
Podemos observar outro fato importante no evangelho de João. Desde o primeiro milagre, Jesus mostrou que estava trabalhando dentro de um determinado horário, e as outras pessoas, às vezes, atrapalharam esse plano (João 2:4; 7:6,8,30; 8:20; 12:23; 13:1; 17:1). É fascinante traçar estes comentários ao longo dos relatos de João para ver como Jesus andava ciente do seu propósito maior e determinado a chegar à culminação do plano eterno no momento certo. Ele veio para ser preso, mas não antes da hora determinada pelo Pai (João 7:30; 8:20; 10:39). Na hora certa, Jesus se entregou voluntariamente às autoridades que vieram prendê-lo (João 18:3-8). Jesus veio para morrer na hora certa e da maneira predeterminada, mas não permitiu que fosse apedrejado pela multidão (João 8:59). Ele deu a vida voluntariamente e derramou seu sangue na cruz do Calvário (João 10:15-18; 19:17-18).
Jesus veio ao mundo com uma missão. Ele controlava seu próprio trabalho e sabia onde e quando falar. Ele mandou outros a pregarem ou a se calarem, conforme o seu plano. E Jesus, por sua vez, trabalhou dentro do plano dado pelo Pai: “Eu te glorifiquei na terra, consumando a obra que me confiaste para fazer” (João 17:4).
Hoje, vivemos num mundo que precisa saber de Jesus Cristo. Ele não pede o nosso silêncio, e a divulgação do evangelho na sua pureza não atrapalhará os planos de Deus. O apóstolo Paulo, um dos homens que mais se dedicou à divulgação da palavra de Deus, disse: “Pois não me envergonho do evangelho, porque é o poder de Deus para a salvação de todo aquele que crê, primeiro do judeu e também do grego” (Romanos 1:16). Em outra epístola, ele acrescentou: “Isto é bom e aceitável diante de Deus, nosso Salvador, o qual deseja que todos os homens sejam salvos e cheguem ao pleno conhecimento da verdade. Porquanto há um só Deus e um só Mediador entre Deus e os homens, Cristo Jesus, homem, o qual a si mesmo se deu em resgate por todos: testemunho que se deve prestar em tempos oportunos” (1 Timóteo 2:3-6). Se você já teve o privilégio de ouvir de Jesus Cristo, fale aos outros!
Senhor, Ensina-nos a Orar
"De uma feita, estava Jesus orando em certo lugar; quando terminou, um dos seus discípulos pediu; Senhor, ensina-nos a orar como também João ensinou aos seus discípulos" (Lucas 11:1).
A oração é importante. Todos os que querem seguir o Senhor sabem que a oração é parte essencial da vida do discípulo. Entretanto, poucos oram e muitas vezes, quando oramos, parece que lutamos para nos expressarmos a Deus. Embora possa parecer que a oração deveria vir a nossa boca como uma expressão confortável de nossa fé e confiança em Deus, ela freqüentemente parece difícil, talvez ineficaz.
Os primeiros seguidores de Jesus observaram seus hábitos de oração. Eles o viram freqüentemente procurando um lugar deserto para falar com seu Pai. Numa ocasião dessas, eles pediram sua ajuda. Também desejamos comunicar- nos com Deus como seu filho estava fazendo. "Senhor, ensina-nos a orar" (Lucas 11:1).
Jesus fez como eles pediram. Ele os ensinou como orar, tanto por suas palavras como por seu exemplo. Ele orava freqüentemente, fervorosamente e com grande fé naquele que estava ouvindo aquelas orações. Através do exemplo de sua vida, ele está ainda nos ensinando a orar.
Palavras de oração
A resposta imediata de Jesus ao pedido dos apóstolos é encontrada em Lucas 11:2-4
Então, ele os ensinou: Quando orardes, dizei: Pai, santificado seja o teu nome; venha o teu reino; o pão nosso cotidiano dá-nos de dia em dia; perdoa-nos os nossos pecados, pois também perdoamos a todo o que nos deve. E não nos deixes cair em tentação.
Nem esta oração, nem a semelhante encontrada em Mateus 6:9-13, são destinadas a repetição palavra por palavra. Jesus não estava ensinando palavras para serem memorizadas e recitadas; ele estava ensinando a orar. Ele deu um exemplo que mostra que tipo de coisas devemos incluir em nossas orações. Devemos:
1. Reverenciar e glorificar a Deus: "Pai, santificado seja o teu nome". Grandes orações de grandes homens e mulheres são sempre proferidas com grande respeito a Deus. Quando Moisés, Ana, Davi, Daniel, Neemias e outras importantes personagens da era do Velho Testamento oraram, começaram com declarações de genuína reverência a Deus, como criador e comandante do universo.
2. Buscar a vontade de Deus: "Venha o teu reino". A oração não é um instrumento para manipular Deus para que faça nossa vontade. Aqui, Jesus orou pelo reino de Deus, sabendo que esse reino só poderia vir com todo o seu poder através da avenida de sua própria morte. Aqui, como na oração agonizante no Getsêmani, Jesus colocou a vontade do Pai acima de seus próprios interesses: "Todavia, não seja como eu quero, e sim como tu queres" (Mateus 26:39). Quando vemos a oração como nada mais do que uma oportunidade de fazer pedidos a Deus, colocamos a vontade do servo indevidamente acima da vontade do Senhor. Deveremos sempre procurar fazer a vontade de Deus.
3. Reconhecer nossa dependência de Deus para as necessidades físicas: "O pão nosso cotidiano dá-nos de dia em dia". Esta não é uma exigência de abundância e riqueza. Jesus nem praticou, nem ensinou a noção materialista de que o discípulo pode "dizer e exigir" o que quer na oração. Diferentemente das orações de certas pessoas hoje em dia, que se aproximam de Deus como pirralhos mal criados exigindo tudo o que querem, Jesus mostrou aqui uma dependência de Deus para as necessidades básicas da existência diária. Precisamos de Deus todos os dias.
4. Reconhecer nossa dependência de Deus para as bênçãos espirituais: "Perdoa-nos os nossos pecados, pois também nós perdoamos a todo o que nos deve. E não nos deixeis cair em tentação". Encontramos algumas lições valiosas no versículo 4. Primeiro, precisamos do perdão. As palavras de João 8:7 e Romanos 3:23 nos recordam nossa culpa. Pecamos. Necessitamos do perdão. Só Deus tem o direito e o poder para perdoar (Marcos 2:7). Segundo, precisamos perdoar. Nossa comunhão com Deus é condicionada a várias coisas, incluindo-se como tratamos as outras pessoas. Quem se recusa a perdoar outro ser humano simplesmente não será perdoado por Deus (Mateus 6:14-15; 18:15-35). Terceiro, precisamos do auxílio de Deus para que não pequemos. Deus não é apenas um guarda-livros registrando os pecados cometidos e apagando-os depois. Ele tem poder para nos auxiliar a derrotar o inimigo. Paulo garantiu que há um jeito de escapar de cada tentação (1 Coríntios 10:13). Jesus "é poderoso para socorrer os que são tentados" (Hebreus 2:18). Ele nos deixou um exemplo perfeito de obediência para encorajar nossa fidelidade (1 Pedro 2:21-24). Na hora de sua mais difícil tentação, Jesus voltou-se para seu Pai em oração fervorosa. Depois daquelas orações ele saiu do Getsêmani preparado para suportar o poder das trevas, e sofreu o ridículo e a morte para cumprir a vontade de seu Pai. Jesus encontrou o auxílio necessário quando apelou para seu Pai, em oração.
Exemplos de oração
Pouco é registrado das palavras específicas com que Jesus orou. Podemos aprender muito simplesmente observando quando, onde e por quê Jesus orou.
1. Quando Jesus orou? Ele orou em horas de grandes provações, tais como o exemplo já citado de suas orações no Getsêmani, poucas horas antes de sua morte. Ele orou momentos antes de grandes decisões. Lucas 6:12-16 conta o dia em que Jesus escolheu os doze homens aos quais seria dada a responsabilidade de levar o evangelho ao mundo. Note o que ele fez antes de selecioná-los; "Retirou-se para o monte, a fim de orar, e passou a noite orando a Deus" (Lucas 6:12). Ele orou antes de grandes obras. Quando Jesus se preparou para ressuscitar Lázaro dentre os mortos, ele primeiro se dirigiu ao seu Pai, em oração (João 11:41-43). Ele orou quando sua obra terminou (João 17:4).
2. Onde Jesus orou? Embora as orações de Jesus nunca fossem limitadas pelo tempo ou pelo espaço, é claro que ele freqüentemente procurou um lugar e uma hora livre e sem interrupções para falar com seu Pai em oração. Ele freqüentemente subiu a montes, ou saiu para um jardim, e tipicamente escolheu a noite ou o amanhecer, quando haveria menos distração com o mundo apressado. Tais hábitos eram tão típicos da vida de Cristo que Judas sabia exatamente onde encontrá-lo embora só estivesse estado em Jerusalém poucos dias (João 18:1-3).
3. Por que Jesus orou? As circunstâncias das orações de Jesus sugerem motivos imediatos para oração: tentações, provações, tristeza, momentos decisivos, etc. Mas estes são realmente apenas o reflexo de uma razão maior pela qual Jesus orou. Jesus valorizava sua comunhão com o Pai. Como alguém que entendia melhor do que qualquer outro homem jamais entendeu o privilégio de andar com Deus, Jesus queria manter essa íntima relação com seu Pai. Tendo a escolha entre multidões de homens e seu Pai, Jesus freqüentemente escolheu a companhia de Deus. Quando tinha que escolher entre o sono e a oração, Jesus encontrava o profundo rejuvenescimento de que necessitava, não no descanso físico, mas na conversa espiritual com seu Pai.. Estas orações de Jesus nos ensinam algumas lições muito valiosas sobre o privilégio de sermos chamados filhos de Deus.
O que os discípulos aprenderam?
Os apóstolos pediram instruções sobre como orar. Jesus deu-lhes mais do que palavras, quando mostrou um exemplo consistente de fé em suas orações. Teriam eles aprendido? Dois breves episódios na parte inicial do livro de Atos mostram que eles aprenderam a importância da oração.
Depois que Pedro e João foram perseguidos e passaram algum tempo na prisão por causa de sua pregação, eles encontraram outros cristãos e oraram juntos com confiança, pedindo coragem para continuar sua obra (Atos 4:23-31). Sua citação da poderosa mensagem do Salmo 2 mostra que eles entenderam que o poder da oração é encontrado no poder daquele que ouve essas orações: o Deus que se assenta nos céus.
Quando confrontados com as necessidades físicas das viúvas na igreja de Jerusalém, os apóstolos reconheceram a importância desse serviço e guiaram a igreja na seleção de homens adequados para cuidar do assunto. Mas note, no texto, a razão pela qual os próprios apóstolos não desviaram sua atenção: "E, quanto a nós, nos consagraremos à oração e ao ministério da palavra" (Atos 6:4). O cuidado das viúvas não era para ser negligenciado, mas os apóstolos cuidadosamente reservaram tempo em suas vidas para a oração. Eles tinham aprendido bem a importante lição do exemplo de Jesus e de seus hábitos de oração.
A oração é importante. Todos os que querem seguir o Senhor sabem que a oração é parte essencial da vida do discípulo. Entretanto, poucos oram e muitas vezes, quando oramos, parece que lutamos para nos expressarmos a Deus. Embora possa parecer que a oração deveria vir a nossa boca como uma expressão confortável de nossa fé e confiança em Deus, ela freqüentemente parece difícil, talvez ineficaz.
Os primeiros seguidores de Jesus observaram seus hábitos de oração. Eles o viram freqüentemente procurando um lugar deserto para falar com seu Pai. Numa ocasião dessas, eles pediram sua ajuda. Também desejamos comunicar- nos com Deus como seu filho estava fazendo. "Senhor, ensina-nos a orar" (Lucas 11:1).
Jesus fez como eles pediram. Ele os ensinou como orar, tanto por suas palavras como por seu exemplo. Ele orava freqüentemente, fervorosamente e com grande fé naquele que estava ouvindo aquelas orações. Através do exemplo de sua vida, ele está ainda nos ensinando a orar.
Palavras de oração
A resposta imediata de Jesus ao pedido dos apóstolos é encontrada em Lucas 11:2-4
Então, ele os ensinou: Quando orardes, dizei: Pai, santificado seja o teu nome; venha o teu reino; o pão nosso cotidiano dá-nos de dia em dia; perdoa-nos os nossos pecados, pois também perdoamos a todo o que nos deve. E não nos deixes cair em tentação.
Nem esta oração, nem a semelhante encontrada em Mateus 6:9-13, são destinadas a repetição palavra por palavra. Jesus não estava ensinando palavras para serem memorizadas e recitadas; ele estava ensinando a orar. Ele deu um exemplo que mostra que tipo de coisas devemos incluir em nossas orações. Devemos:
1. Reverenciar e glorificar a Deus: "Pai, santificado seja o teu nome". Grandes orações de grandes homens e mulheres são sempre proferidas com grande respeito a Deus. Quando Moisés, Ana, Davi, Daniel, Neemias e outras importantes personagens da era do Velho Testamento oraram, começaram com declarações de genuína reverência a Deus, como criador e comandante do universo.
2. Buscar a vontade de Deus: "Venha o teu reino". A oração não é um instrumento para manipular Deus para que faça nossa vontade. Aqui, Jesus orou pelo reino de Deus, sabendo que esse reino só poderia vir com todo o seu poder através da avenida de sua própria morte. Aqui, como na oração agonizante no Getsêmani, Jesus colocou a vontade do Pai acima de seus próprios interesses: "Todavia, não seja como eu quero, e sim como tu queres" (Mateus 26:39). Quando vemos a oração como nada mais do que uma oportunidade de fazer pedidos a Deus, colocamos a vontade do servo indevidamente acima da vontade do Senhor. Deveremos sempre procurar fazer a vontade de Deus.
3. Reconhecer nossa dependência de Deus para as necessidades físicas: "O pão nosso cotidiano dá-nos de dia em dia". Esta não é uma exigência de abundância e riqueza. Jesus nem praticou, nem ensinou a noção materialista de que o discípulo pode "dizer e exigir" o que quer na oração. Diferentemente das orações de certas pessoas hoje em dia, que se aproximam de Deus como pirralhos mal criados exigindo tudo o que querem, Jesus mostrou aqui uma dependência de Deus para as necessidades básicas da existência diária. Precisamos de Deus todos os dias.
4. Reconhecer nossa dependência de Deus para as bênçãos espirituais: "Perdoa-nos os nossos pecados, pois também nós perdoamos a todo o que nos deve. E não nos deixeis cair em tentação". Encontramos algumas lições valiosas no versículo 4. Primeiro, precisamos do perdão. As palavras de João 8:7 e Romanos 3:23 nos recordam nossa culpa. Pecamos. Necessitamos do perdão. Só Deus tem o direito e o poder para perdoar (Marcos 2:7). Segundo, precisamos perdoar. Nossa comunhão com Deus é condicionada a várias coisas, incluindo-se como tratamos as outras pessoas. Quem se recusa a perdoar outro ser humano simplesmente não será perdoado por Deus (Mateus 6:14-15; 18:15-35). Terceiro, precisamos do auxílio de Deus para que não pequemos. Deus não é apenas um guarda-livros registrando os pecados cometidos e apagando-os depois. Ele tem poder para nos auxiliar a derrotar o inimigo. Paulo garantiu que há um jeito de escapar de cada tentação (1 Coríntios 10:13). Jesus "é poderoso para socorrer os que são tentados" (Hebreus 2:18). Ele nos deixou um exemplo perfeito de obediência para encorajar nossa fidelidade (1 Pedro 2:21-24). Na hora de sua mais difícil tentação, Jesus voltou-se para seu Pai em oração fervorosa. Depois daquelas orações ele saiu do Getsêmani preparado para suportar o poder das trevas, e sofreu o ridículo e a morte para cumprir a vontade de seu Pai. Jesus encontrou o auxílio necessário quando apelou para seu Pai, em oração.
Exemplos de oração
Pouco é registrado das palavras específicas com que Jesus orou. Podemos aprender muito simplesmente observando quando, onde e por quê Jesus orou.
1. Quando Jesus orou? Ele orou em horas de grandes provações, tais como o exemplo já citado de suas orações no Getsêmani, poucas horas antes de sua morte. Ele orou momentos antes de grandes decisões. Lucas 6:12-16 conta o dia em que Jesus escolheu os doze homens aos quais seria dada a responsabilidade de levar o evangelho ao mundo. Note o que ele fez antes de selecioná-los; "Retirou-se para o monte, a fim de orar, e passou a noite orando a Deus" (Lucas 6:12). Ele orou antes de grandes obras. Quando Jesus se preparou para ressuscitar Lázaro dentre os mortos, ele primeiro se dirigiu ao seu Pai, em oração (João 11:41-43). Ele orou quando sua obra terminou (João 17:4).
2. Onde Jesus orou? Embora as orações de Jesus nunca fossem limitadas pelo tempo ou pelo espaço, é claro que ele freqüentemente procurou um lugar e uma hora livre e sem interrupções para falar com seu Pai em oração. Ele freqüentemente subiu a montes, ou saiu para um jardim, e tipicamente escolheu a noite ou o amanhecer, quando haveria menos distração com o mundo apressado. Tais hábitos eram tão típicos da vida de Cristo que Judas sabia exatamente onde encontrá-lo embora só estivesse estado em Jerusalém poucos dias (João 18:1-3).
3. Por que Jesus orou? As circunstâncias das orações de Jesus sugerem motivos imediatos para oração: tentações, provações, tristeza, momentos decisivos, etc. Mas estes são realmente apenas o reflexo de uma razão maior pela qual Jesus orou. Jesus valorizava sua comunhão com o Pai. Como alguém que entendia melhor do que qualquer outro homem jamais entendeu o privilégio de andar com Deus, Jesus queria manter essa íntima relação com seu Pai. Tendo a escolha entre multidões de homens e seu Pai, Jesus freqüentemente escolheu a companhia de Deus. Quando tinha que escolher entre o sono e a oração, Jesus encontrava o profundo rejuvenescimento de que necessitava, não no descanso físico, mas na conversa espiritual com seu Pai.. Estas orações de Jesus nos ensinam algumas lições muito valiosas sobre o privilégio de sermos chamados filhos de Deus.
O que os discípulos aprenderam?
Os apóstolos pediram instruções sobre como orar. Jesus deu-lhes mais do que palavras, quando mostrou um exemplo consistente de fé em suas orações. Teriam eles aprendido? Dois breves episódios na parte inicial do livro de Atos mostram que eles aprenderam a importância da oração.
Depois que Pedro e João foram perseguidos e passaram algum tempo na prisão por causa de sua pregação, eles encontraram outros cristãos e oraram juntos com confiança, pedindo coragem para continuar sua obra (Atos 4:23-31). Sua citação da poderosa mensagem do Salmo 2 mostra que eles entenderam que o poder da oração é encontrado no poder daquele que ouve essas orações: o Deus que se assenta nos céus.
Quando confrontados com as necessidades físicas das viúvas na igreja de Jerusalém, os apóstolos reconheceram a importância desse serviço e guiaram a igreja na seleção de homens adequados para cuidar do assunto. Mas note, no texto, a razão pela qual os próprios apóstolos não desviaram sua atenção: "E, quanto a nós, nos consagraremos à oração e ao ministério da palavra" (Atos 6:4). O cuidado das viúvas não era para ser negligenciado, mas os apóstolos cuidadosamente reservaram tempo em suas vidas para a oração. Eles tinham aprendido bem a importante lição do exemplo de Jesus e de seus hábitos de oração.
Tentando Tirar Jesus do Trono
As Escrituras claramente afirmam a soberania de Jesus Cristo. Daniel disse que o reino dele “não será jamais destruído; este reino não passará a outro povo; esmiuçará e consumirá todos estes reinos, mas ele mesmo subsistirá para sempre” (Daniel 2:44). Em outra profecia messiânica, Daniel disse sobre Jesus: “Foi-lhe dado domínio, e glória, e o reino, para que os povos, nações e homens de todas as línguas o servissem; o seu domínio é domínio eterno, que não passará, e o seu reino jamais será destruído” (Daniel 7:14). As profecias de Daniel se referem ao reino de Cristo que seria estabelecido durante o período do império romano. Foi neste período histórico que João Batista apareceu pregando: “Arrependei-vos, porque está próximo o reino dos céus” (Mateus 3:2). Jesus pregou exatamente a mesma mensagem (Mateus 4:17). Poucos anos depois, tendo cumprido a sua missão, Jesus afirmou: “Toda a autoridade me foi dada no céu e na terra” (Mateus 28:18).
As palavras dos apóstolos e outros escritores do Novo Testamento reforçam a afirmação de Jesus. Pedro pregou sobre a autoridade absoluta do Messias quando disse no Pentecostes: “Esteja absolutamente certa, pois, toda a casa de Israel de que este Jesus, que vós crucificastes, Deus o fez Senhor e Cristo” (Atos 2:36). O autor de Hebreus completou o relato, dizendo que Jesus, “depois de ter feito a purificação dos pecados, assentou-se a direita da Majestade, nas alturas” (Hebreus 1:3). Paulo disse que Jesus reina sobre todos, exceto o próprio Pai (1 Coríntios 15:27). Quando escreveu aos colossenses, disse que o reino já existia e que os santos fiéis faziam parte dele: “Ele nos libertou do império das trevas e nos transportou para o reino do Filho do seu amor” (Colossenses 1:13). João descreveu Jesus como “o Soberano dos reis da terra” (Apocalipse 1:5) e como “Rei dos reis e Senhor dos senhores” (Apocalipse 19:16).
A conclusão inegável de um estudo cuidadoso da Bíblia é que Jesus reina com autoridade absoluta sobre todos os homens. Por este motivo, devemos nos submeter voluntariamente em obediência à palavra dele.
É triste observar que muitas pessoas, de várias maneiras, tentam tirar Jesus do trono, negando a autoridade total dele. Digo “tentam tirar” porque, de fato, nenhum homem seria capaz de tirar o Ungido da posição que lhe foi dada pelo Pai (Salmo 2:1-6). Independente das atitudes dos homens, Jesus é o Soberano.
Para não cair nas armadilhas do Adversário, devemos estar atentos às táticas daqueles que opõem-se a Cristo, tentando tirá-lo do trono. Vamos considerar alguns exemplos.
Como os homens tentam tirar Jesus do trono:
1. Negar o reino atual. Deus deu tanta certeza na profecia de Salmo 2 que falou do futuro como se já tivesse acontecido: “Eu, porém, constituí o meu Rei sobre o meu santo monte Sião. Proclamarei o decreto do Senhor: Ele me disse: Tu és meu Filho, eu, hoje, te gerei” (Salmo 2:6-7). Este trecho é citado várias vezes no Novo Testamento para descrever a exaltação de Jesus depois de completar a sua missão aqui na Terra (Atos 13:32-37; Hebreus 1:3-8; 5:5; cf. Romanos 1:1-6). Jesus disse que o reino estava próximo (Mateus 4:17; Marcos 9:1), e Paulo afirmou que ele já existia na época apostólica (Colossenses 1:13).
Mas muitos religiosos, hoje, negam o reino atual de Jesus. Aguardam o reino ser estabelecido aqui na Terra numa data futura. Embora a Bíblia nunca dissesse que Jesus pisaria outra vez na Terra, estes professores inventam doutrinas especulativas que defendem a idéia de um reino terrestre de Jesus – no futuro!
2. Negar a unidade e a autoridade universal do evangelho. É comum ouvir alguém tentar dividir os ensinamentos do Novo Testamento em duas ou mais categorias. Alguns dizem que devemos cumprir as palavras de Jesus, mas que não precisamos nos importar com as instruções dos apóstolos. Outros deixam as palavras de Jesus na época da Lei do Antigo Testamento, dizendo que o importante é respeitar as palavras de Paulo e outros apóstolos. Assim, alegam ter encontrado divergências entre o ensinamento de Jesus e o dos apóstolos. Quando examinamos as Escrituras, percebemos que ambas abordagens são erradas.
A doutrina ensinada por Jesus e a doutrina ensinada pelos apóstolos é o mesmo e único evangelho, a palavra de Deus para todos. Jesus mandou que os apóstolos ensinassem as pessoas de todas as nações “a guardar todas as coisas que vos tenho ordenado” (Mateus 28:20). Paulo falou “do evangelho” e disse que ele “é o poder de Deus para a salvação de todo aquele que crê, primeiro do judeu e também do grego” (Romanos 1:16). O mesmo apóstolo disse que Deus chamou todos os homens, em toda parte, ao arrependimento (Atos 17:30). Ele disse que a mensagem que ele pregava era “o evangelho de Cristo” (Gálatas 1:7-9). Judas disse que a fé – não duas palavras diferentes – foi uma vez por todas entregue aos santos (Judas 3). O autor de Hebreus falou que a mesma palavra da salvação anunciada por Jesus foi confirmada pelos apóstolos (Hebreus 2:3-4).
Alguns acham conveniente tentar separar as palavras de Jesus das dos apóstolos, procurando brechas para defender seus atos pecaminosos. Por exemplo, muitos dizem que as palavras de Jesus em Lucas 16:18 ou Mateus 19:4-9 não aplicam a todos. Querem justificar o adultério de pessoas que não respeitam as palavras do Criador e Senhor em relação ao casamento, sugerindo que os descrentes não estão sujeitos à lei de Deus sobre o casamento. Mas Jesus usou linguagem universal para ensinar sobre princípios que aplicam a todos os homens. Não temos direito de diminuir o impacto da palavra do Rei dos reis para acomodar as tendências de uma sociedade adúltera.
3. Negar a finalidade e a suficiência das Escrituras. Passagens já citadas mostram que a palavra foi revelada uma vez por todas, e que nós não temos direito de modificá-la (Gálatas 1:6-9; Judas 3). Pedro disse que a palavra revelada no primeiro século já incluía “todas as coisas que conduzem à vida e à piedade” (2 Pedro 1:3). Paulo disse que as Escrituras são suficientes para “que o homem de Deus seja perfeito e perfeitamente habilitado para toda boa obra” (2 Timóteo 3:16-17). Não precisamos de novas revelações ou de doutrinas atualizadas, e não devemos aceitar nenhuma modificação da mensagem das Escrituras.
Várias igrejas e movimentos, porém, negam este princípio da suficiência das Escrituras. Ao longo da História, a igreja católica vem acrescentando novas doutrinas, dizendo que Deus deu à igreja a autoridade para atualizar a Verdade. Mas, este erro não se limita aos católicos. A maior parte das igrejas evangélicas, especialmente aquelas que participam dos movimentos pentecostais e carismáticos, também acredita em outras revelações que vão além da palavra das Escrituras.
Paulo ensinou, porém, que não ultrapassássemos a palavra escrita (1 Coríntios 4:6). João foi mais forte ainda, dizendo que aquele que não permanece na doutrina de Cristo não tem Deus (2 João 9). Claramente, devemos estar contentes com a palavra já revelada nas Escrituras.
4. Passar a palavra de Deus pela peneira da sabedoria humana. Algumas instruções bíblicas são chocantes, especialmente para pessoas muito influenciadas pelas tendências da sociedade atual. Muitas pessoas se acham capazes de decidir o que Deus queria dizer, mesmo quando ele disse outra coisa! Por exemplo, Paulo, apóstolo de Jesus Cristo, escreveu: “Como em todas as igrejas dos santos, conservem-se as mulheres caladas nas igrejas, porque não lhes é permitido falar...” (1 Coríntios 14:33-34). Em outros lugares, ele condenou relações sexuais entre pessoas do mesmo sexo (Romanos 1:26-27; 1 Coríntios 6:9). Hoje, a nossa sociedade rebela contra restrições deste tipo, e alguns acusam Paulo de machismo ou de homofobia. Querem passar o ensinamento de Deus pela peneira do pensamento atual de homens. Tentam, em vão, tirar Jesus do trono. Se queremos conhecer a mente de Cristo, precisamos ouvir as palavras reveladas pelo Espírito Santo nas Escrituras (1 Coríntios 2:11-16).
5. Aceitar o ecumenismo. O espírito ecumênico, tão difundido e elogiado na cultura atual, contraria os princípios ensinados pelo Rei. O evangelho de Jesus não é apenas uma entre várias filosofias boas. O serviço a Cristo não é apenas um de vários caminhos válidos para a vida, a felicidade ou a salvação. Fora de Jesus Cristo, não há nenhuma possibilidade da salvação eterna (Atos 4:12). Este fato ofende judeus, budistas, muçulmanos, hinduístas e outros, mas a aceitação deste fato é a única esperança das mesmas pessoas. O ecumenismo procura minimizar ou negar diferenças entre a vida e a morte, tentando tirar Jesus do trono!
6. Desobedecer a Deus na própria vida. Muitas pessoas não procuram argumentos doutrinários ou filosofias complicadas para tentar tirar o Rei do trono. Podem até falar da sua fé e dizer que Jesus é o Senhor. Mas quando, na prática, vivem conforme a sua própria vontade e não se submetem à vontade de Cristo, estão tentando tirar Jesus do seu trono. Quando ele proibe a mentira e nós mentimos, negamos a autoridade dele na nossa vida (Efésios 4:25). Quando ele condena o adultério e nós o praticamos, negamos o domínio dele sobre nós (Hebreus 13:4). Quando ele exige o sacrifício total do discípulo, e nós procuramos um jeito de reter uma parte da nossa vida para nossos propósitos egoístas, tentamos tirar o Rei da sua posição de soberania (Romanos 12:1-2; Gálatas 2:19-20).
Conclusão
Jesus é o Rei. Ele tem toda autoridade. Os homens podem negar a autoridade dele ou se rebelar contra a palavra do Senhor, mas “a palavra do Senhor... permanece eternamente” (1 Pedro 1:25). Jesus é o Soberano Senhor e Cristo!
As palavras dos apóstolos e outros escritores do Novo Testamento reforçam a afirmação de Jesus. Pedro pregou sobre a autoridade absoluta do Messias quando disse no Pentecostes: “Esteja absolutamente certa, pois, toda a casa de Israel de que este Jesus, que vós crucificastes, Deus o fez Senhor e Cristo” (Atos 2:36). O autor de Hebreus completou o relato, dizendo que Jesus, “depois de ter feito a purificação dos pecados, assentou-se a direita da Majestade, nas alturas” (Hebreus 1:3). Paulo disse que Jesus reina sobre todos, exceto o próprio Pai (1 Coríntios 15:27). Quando escreveu aos colossenses, disse que o reino já existia e que os santos fiéis faziam parte dele: “Ele nos libertou do império das trevas e nos transportou para o reino do Filho do seu amor” (Colossenses 1:13). João descreveu Jesus como “o Soberano dos reis da terra” (Apocalipse 1:5) e como “Rei dos reis e Senhor dos senhores” (Apocalipse 19:16).
A conclusão inegável de um estudo cuidadoso da Bíblia é que Jesus reina com autoridade absoluta sobre todos os homens. Por este motivo, devemos nos submeter voluntariamente em obediência à palavra dele.
É triste observar que muitas pessoas, de várias maneiras, tentam tirar Jesus do trono, negando a autoridade total dele. Digo “tentam tirar” porque, de fato, nenhum homem seria capaz de tirar o Ungido da posição que lhe foi dada pelo Pai (Salmo 2:1-6). Independente das atitudes dos homens, Jesus é o Soberano.
Para não cair nas armadilhas do Adversário, devemos estar atentos às táticas daqueles que opõem-se a Cristo, tentando tirá-lo do trono. Vamos considerar alguns exemplos.
Como os homens tentam tirar Jesus do trono:
1. Negar o reino atual. Deus deu tanta certeza na profecia de Salmo 2 que falou do futuro como se já tivesse acontecido: “Eu, porém, constituí o meu Rei sobre o meu santo monte Sião. Proclamarei o decreto do Senhor: Ele me disse: Tu és meu Filho, eu, hoje, te gerei” (Salmo 2:6-7). Este trecho é citado várias vezes no Novo Testamento para descrever a exaltação de Jesus depois de completar a sua missão aqui na Terra (Atos 13:32-37; Hebreus 1:3-8; 5:5; cf. Romanos 1:1-6). Jesus disse que o reino estava próximo (Mateus 4:17; Marcos 9:1), e Paulo afirmou que ele já existia na época apostólica (Colossenses 1:13).
Mas muitos religiosos, hoje, negam o reino atual de Jesus. Aguardam o reino ser estabelecido aqui na Terra numa data futura. Embora a Bíblia nunca dissesse que Jesus pisaria outra vez na Terra, estes professores inventam doutrinas especulativas que defendem a idéia de um reino terrestre de Jesus – no futuro!
2. Negar a unidade e a autoridade universal do evangelho. É comum ouvir alguém tentar dividir os ensinamentos do Novo Testamento em duas ou mais categorias. Alguns dizem que devemos cumprir as palavras de Jesus, mas que não precisamos nos importar com as instruções dos apóstolos. Outros deixam as palavras de Jesus na época da Lei do Antigo Testamento, dizendo que o importante é respeitar as palavras de Paulo e outros apóstolos. Assim, alegam ter encontrado divergências entre o ensinamento de Jesus e o dos apóstolos. Quando examinamos as Escrituras, percebemos que ambas abordagens são erradas.
A doutrina ensinada por Jesus e a doutrina ensinada pelos apóstolos é o mesmo e único evangelho, a palavra de Deus para todos. Jesus mandou que os apóstolos ensinassem as pessoas de todas as nações “a guardar todas as coisas que vos tenho ordenado” (Mateus 28:20). Paulo falou “do evangelho” e disse que ele “é o poder de Deus para a salvação de todo aquele que crê, primeiro do judeu e também do grego” (Romanos 1:16). O mesmo apóstolo disse que Deus chamou todos os homens, em toda parte, ao arrependimento (Atos 17:30). Ele disse que a mensagem que ele pregava era “o evangelho de Cristo” (Gálatas 1:7-9). Judas disse que a fé – não duas palavras diferentes – foi uma vez por todas entregue aos santos (Judas 3). O autor de Hebreus falou que a mesma palavra da salvação anunciada por Jesus foi confirmada pelos apóstolos (Hebreus 2:3-4).
Alguns acham conveniente tentar separar as palavras de Jesus das dos apóstolos, procurando brechas para defender seus atos pecaminosos. Por exemplo, muitos dizem que as palavras de Jesus em Lucas 16:18 ou Mateus 19:4-9 não aplicam a todos. Querem justificar o adultério de pessoas que não respeitam as palavras do Criador e Senhor em relação ao casamento, sugerindo que os descrentes não estão sujeitos à lei de Deus sobre o casamento. Mas Jesus usou linguagem universal para ensinar sobre princípios que aplicam a todos os homens. Não temos direito de diminuir o impacto da palavra do Rei dos reis para acomodar as tendências de uma sociedade adúltera.
3. Negar a finalidade e a suficiência das Escrituras. Passagens já citadas mostram que a palavra foi revelada uma vez por todas, e que nós não temos direito de modificá-la (Gálatas 1:6-9; Judas 3). Pedro disse que a palavra revelada no primeiro século já incluía “todas as coisas que conduzem à vida e à piedade” (2 Pedro 1:3). Paulo disse que as Escrituras são suficientes para “que o homem de Deus seja perfeito e perfeitamente habilitado para toda boa obra” (2 Timóteo 3:16-17). Não precisamos de novas revelações ou de doutrinas atualizadas, e não devemos aceitar nenhuma modificação da mensagem das Escrituras.
Várias igrejas e movimentos, porém, negam este princípio da suficiência das Escrituras. Ao longo da História, a igreja católica vem acrescentando novas doutrinas, dizendo que Deus deu à igreja a autoridade para atualizar a Verdade. Mas, este erro não se limita aos católicos. A maior parte das igrejas evangélicas, especialmente aquelas que participam dos movimentos pentecostais e carismáticos, também acredita em outras revelações que vão além da palavra das Escrituras.
Paulo ensinou, porém, que não ultrapassássemos a palavra escrita (1 Coríntios 4:6). João foi mais forte ainda, dizendo que aquele que não permanece na doutrina de Cristo não tem Deus (2 João 9). Claramente, devemos estar contentes com a palavra já revelada nas Escrituras.
4. Passar a palavra de Deus pela peneira da sabedoria humana. Algumas instruções bíblicas são chocantes, especialmente para pessoas muito influenciadas pelas tendências da sociedade atual. Muitas pessoas se acham capazes de decidir o que Deus queria dizer, mesmo quando ele disse outra coisa! Por exemplo, Paulo, apóstolo de Jesus Cristo, escreveu: “Como em todas as igrejas dos santos, conservem-se as mulheres caladas nas igrejas, porque não lhes é permitido falar...” (1 Coríntios 14:33-34). Em outros lugares, ele condenou relações sexuais entre pessoas do mesmo sexo (Romanos 1:26-27; 1 Coríntios 6:9). Hoje, a nossa sociedade rebela contra restrições deste tipo, e alguns acusam Paulo de machismo ou de homofobia. Querem passar o ensinamento de Deus pela peneira do pensamento atual de homens. Tentam, em vão, tirar Jesus do trono. Se queremos conhecer a mente de Cristo, precisamos ouvir as palavras reveladas pelo Espírito Santo nas Escrituras (1 Coríntios 2:11-16).
5. Aceitar o ecumenismo. O espírito ecumênico, tão difundido e elogiado na cultura atual, contraria os princípios ensinados pelo Rei. O evangelho de Jesus não é apenas uma entre várias filosofias boas. O serviço a Cristo não é apenas um de vários caminhos válidos para a vida, a felicidade ou a salvação. Fora de Jesus Cristo, não há nenhuma possibilidade da salvação eterna (Atos 4:12). Este fato ofende judeus, budistas, muçulmanos, hinduístas e outros, mas a aceitação deste fato é a única esperança das mesmas pessoas. O ecumenismo procura minimizar ou negar diferenças entre a vida e a morte, tentando tirar Jesus do trono!
6. Desobedecer a Deus na própria vida. Muitas pessoas não procuram argumentos doutrinários ou filosofias complicadas para tentar tirar o Rei do trono. Podem até falar da sua fé e dizer que Jesus é o Senhor. Mas quando, na prática, vivem conforme a sua própria vontade e não se submetem à vontade de Cristo, estão tentando tirar Jesus do seu trono. Quando ele proibe a mentira e nós mentimos, negamos a autoridade dele na nossa vida (Efésios 4:25). Quando ele condena o adultério e nós o praticamos, negamos o domínio dele sobre nós (Hebreus 13:4). Quando ele exige o sacrifício total do discípulo, e nós procuramos um jeito de reter uma parte da nossa vida para nossos propósitos egoístas, tentamos tirar o Rei da sua posição de soberania (Romanos 12:1-2; Gálatas 2:19-20).
Conclusão
Jesus é o Rei. Ele tem toda autoridade. Os homens podem negar a autoridade dele ou se rebelar contra a palavra do Senhor, mas “a palavra do Senhor... permanece eternamente” (1 Pedro 1:25). Jesus é o Soberano Senhor e Cristo!
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